{"id":9659,"date":"2018-06-29T03:48:36","date_gmt":"2018-06-29T06:48:36","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=9659"},"modified":"2019-02-18T13:03:48","modified_gmt":"2019-02-18T16:03:48","slug":"critica-isle-of-dogs-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-isle-of-dogs-2018\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Ilha de Cachorros (Isle of Dogs) [2018]"},"content":{"rendered":"<h2>Uma quase incompreendida declara\u00e7\u00e3o de amor<\/h2>\n<p>A originalidade e autenticidade de Wes Anderson fica evidente desde os seus primeiros passos no universo da s\u00e9tima arte. Seu primeiro curta, \u201cBottle Rocket (1994)\u201d j\u00e1 lhe rendeu elogios, um contrato e um longa, que mais tarde abririam portas para o diretor nos deleitar com seu estilo pr\u00f3prio, excentricamente peculiar e muito diferenciado de contar hist\u00f3rias. Por este \u00e2ngulo, destacam-se seus sete curtas feitos at\u00e9 o momento, que dizem muito mais sobre a originalidade do autor do que seus pr\u00f3prios longas, mas foram filmes como \u201cRushmore (1998)\u201d, \u201cOs Exc\u00eantricos Tenenbaums (2001)\u201d, \u201cMoonrise Kingdom (2012)\u201d e \u201cO Grande Hotel Budapeste (2014), que acarretaram milh\u00f5es de f\u00e3s, pr\u00eamios e um status de intensa criatividade e compet\u00eancia para o roteirista e diretor texano.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-9671\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tracyisleofdogs_98f24.jpg?resize=790%2C329&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"329\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tracyisleofdogs_98f24.jpg?resize=300%2C125&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tracyisleofdogs_98f24.jpg?resize=768%2C321&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tracyisleofdogs_98f24.jpg?resize=1024%2C428&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tracyisleofdogs_98f24.jpg?resize=1025%2C429&amp;ssl=1 1025w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/tracyisleofdogs_98f24.jpg?w=1196&amp;ssl=1 1196w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/p>\n<p>Um dos filmes que n\u00e3o comentei acima e que vale ser citado \u00e9; \u201cO Fant\u00e1stico Senhor Raposo (2009)\u201d, onde em uma anima\u00e7\u00e3o, Anderson consegue aprofundar temas sobre a humanidade de uma forma bem peculiar e inteligente, com base em uma hist\u00f3ria infantil. Fora o fato que a anima\u00e7\u00e3o \u00e9 uma reprodu\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica no estilo peculiar de Anderson de dirigir, seja na fotografia impec\u00e1vel, do seu estilo invej\u00e1vel de falar atrav\u00e9s de paleta de cores, das emo\u00e7\u00f5es passadas por uma trilha sonora sutil, ou na sua excentricidade de enquadramentos sim\u00e9tricos, e roteiros afiados, um tanto desconcertantes, com di\u00e1logos \u00e1cidos de humor sucinto e ir\u00f4nico.<\/p>\n<p>Entretanto, como diria Lavoisier, \u201cno mundo nada se cria, tudo se transforma\u201d, e essas palavras marcam a carreira de v\u00e1rios diretores que beberam na fonte de diretores consagrados, mais antigos, que nos trouxeram estilos completamente \u00fanicos. Para quem conhece produ\u00e7\u00f5es japonesas fica evidente, que a principal influ\u00eancia de Wes Anderson est\u00e1 dentro do cinema nip\u00f4nico, pois que Anderson faz refer\u00eancias \u00e0 muitos diretores consagrados em suas obras, entre as quais se destacam as refer\u00eancias a\u00a0 Yasujiro Ozu.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-9660\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/769341148_5583314551001_5583284291001-vs.jpg?resize=790%2C445&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"445\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/769341148_5583314551001_5583284291001-vs.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/769341148_5583314551001_5583284291001-vs.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/769341148_5583314551001_5583284291001-vs.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/769341148_5583314551001_5583284291001-vs.jpg?resize=889%2C500&amp;ssl=1 889w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/769341148_5583314551001_5583284291001-vs.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/p>\n<p>Quando ouvimos falar de enquadramentos sim\u00e9tricos, \u00e2ngulo aberto, foco frontal em di\u00e1logos &#8211; dando maior proximidade do espectador com a personagem. C\u00e2mera baixa, postada ao ch\u00e3o. Foco no vazio contemplativo. Sequ\u00eancia circular. M\u00faltiplos enquadramentos. A c\u00e2mera quase n\u00e3o se movimenta. Paleta de cores que nos despertam emo\u00e7\u00f5es. A fotografia como uma pintura pitoresca e emblem\u00e1tica. Dramas familiares cotidianos e di\u00e1logos secos e objetivos. Estamos falando do cinema meticulosamente detalhista, brilhante e extremamente original de Yasujiro Ozu e por esse motivo, n\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que, Wes Anderson quer fazer uma homenagem ao cinema japon\u00eas nesse seu novo trabalho. Entretanto, mesmo acreditando na genialidade do diretor americano, tenho a convic\u00e7\u00e3o de que, quando se trata de Wes Anderson, ou voc\u00ea ama ardentemente sua obra, ou simplesmente odeia.<\/p>\n<p>Ele nos desperta isso. Sua excentricidade ao desenvolver uma trama simples, \u00e9 apaixonante, e a forma como ele faz isso; \u00e9 genial. Os personagens de Anderson sempre soam de uma frieza aparente, de uma sociopatia latente, puramente calculistas em seus objetivos, mas que no fundo, s\u00e3o cheios de alma e emo\u00e7\u00f5es sufocadas, como se isso os afogasse. A excentricidade de Anderson conquista, mas ao mesmo tempo pode irritar e at\u00e9 mesmo confundir, devido a tamanhas refer\u00eancias.<\/p>\n<p>Seu novo trabalho, Isle of Dogs, vencedor do Urso de Prata de melhor dire\u00e7\u00e3o, se passa em um futuro retro, onde a \u201cgripe canina\u201d parece estar fora de controle, fazendo com que os melhores amigos do homem sejam perseguidos e v\u00edtimas de desconfian\u00e7a. Logo uma medida dr\u00e1stica, como o ex\u00edlio de todos os cachorros para uma ilha distante do continente, \u00e9 compreendida como sendo a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o para a cidade de Megasaki se livrar da doen\u00e7a daqueles c\u00e3es. Essa \u00e9 a premissa que vemos em <em>Ilha de Cachorros<\/em> e aos poucos a hist\u00f3ria de Atari (Koyu Rankin), um menino de 12 anos, sobrevivente de um grave acidente onde perdera os pais, nos \u00e9 contada.<br \/>\n<img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-9682\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/isle-of-dogs-poster-crop-042717-920x584.jpg?resize=790%2C500&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/isle-of-dogs-poster-crop-042717-920x584.jpg?resize=300%2C190&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/isle-of-dogs-poster-crop-042717-920x584.jpg?resize=788%2C500&amp;ssl=1 788w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/isle-of-dogs-poster-crop-042717-920x584.jpg?resize=920%2C584&amp;ssl=1 920w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/p>\n<p>Ap\u00f3s o acidente que o deixou \u00f3rf\u00e3o, Atari \u00e9 adotado por seu tio distante, o inescrupuloso prefeito Kobayashi, que durante a recupera\u00e7\u00e3o do menino, designa Spots Kobayashi, seu c\u00e3o guarda-costas, para a guarda pessoal e prote\u00e7\u00e3o de Atari. Anos depois, quando a lei de ex\u00edlio canino entra em vigor, o prefeito Kobayashi envia primeiro Spots\u00a0(Liev Schreiber) para o ex\u00edlio, como exemplo aos demais cidad\u00e3os da cidade. A aventura \u00e9 iniciada com Atari caindo de avi\u00e3o na \u201cilha do lixo\u201d, onde todos os cachorros foram descartados e nisso embarca em busca de seu melhor amigo com o aux\u00edlio de Rex (Edward Norton), Duke (Jeff Goldblum), Boss (Bill Murray), King (Bob Balaban) e Chief (Bryan Cranston), cachorros saudosos de seus donos, cansados de estarem naquela ilha e que simpatizam com a causa de Atari e decidem ajud\u00e1-lo. Entretanto Chief parece ser o \u00fanico a relutar sobre a ideia de ajudar o pequenino humano.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria \u00e9 muito bem constru\u00edda, e de forma inteligente, aos poucos, nos vai dando mais informa\u00e7\u00f5es sobre os personagens, sobre a nova sociedade canina constru\u00edda na ilha, e sobre a pr\u00f3pria trama. A trilha sonora \u00e9 peculiar, nos passa um clima de um velho filme de samurai, no estilo Kurosawa, quando as coisas esquentam. Os pr\u00f3prios cortes e closes em momentos de tens\u00e3o, fazem refer\u00eancias sucintas a Kurosawa, mas que muitos podem deixar passar, por j\u00e1 ter visto esse tipo de t\u00e9cnica em outros filmes de Anderson. Esse \u00e9 o fato tamb\u00e9m da grande declara\u00e7\u00e3o de amor de Wes Anderson para a obra de Ozu, onde em todo seus filmes Anderson coloca elementos da t\u00e9cnica utilizada por ele, mas em aqui, as t\u00e9cnicas de Ozu est\u00e3o presentes em todos os momentos, seja na c\u00e2mera baixa, no enquadramento frontal nos di\u00e1logos, do seguimento horizontal dos planos em sequ\u00eancia, a c\u00e2mera parada, entre outros recursos supracitados.<\/p>\n<p>Nessa sociedade canina p\u00f3s-apocal\u00edptica, Anderson mistura a cl\u00e1ssica jornada do her\u00f3i, com conspira\u00e7\u00e3o pol\u00edtica anti-canina, articulada por amantes de gatos, com elementos m\u00edsticos, como um or\u00e1culo, protagonizado inteligentemente por um Pug, Oracle (Tilda Swinton), que consegue interpretar o que assiste na televis\u00e3o. A obra tem romance, aventura, a\u00e7\u00e3o e uma particularidade narrativa bem diversa.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-9677\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ISLEOFDOGS-1366x677.jpg?resize=790%2C393&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"393\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ISLEOFDOGS-1366x677.jpg?resize=300%2C149&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ISLEOFDOGS-1366x677.jpg?resize=768%2C381&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ISLEOFDOGS-1366x677.jpg?resize=1024%2C508&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ISLEOFDOGS-1366x677.jpg?resize=1009%2C500&amp;ssl=1 1009w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ISLEOFDOGS-1366x677.jpg?resize=1366%2C677&amp;ssl=1 1366w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/p>\n<p>O humor de Anderson \u00e9 sagaz e pontual, nos faz rir sem muito esfor\u00e7o, aliviando momentos tensos com um humor seco. As vozes originais intercalam sagazmente entre ingl\u00eas e japon\u00eas. O que nos \u00e9 dito em japon\u00eas fora dos an\u00fancios traduzidos pela televis\u00e3o, n\u00e3o s\u00e3o traduzidos ao espectador. Os detalhes da obra s\u00e3o impec\u00e1veis e fantasmagoricamente assustadores para o stop-motion, pois vemos ratos correndo ao fundo no cen\u00e1rio, carrapatos passeando pela pele dos cachorros, enxergamos os pelos dos animais reagindo ao vento e objetos presos a pelagem dos animais, tudo entro de uma realismo absurdo, mesmo sendo ao mesmo tempo algo completamente irreal, e nesse ponto parabenizamos toda a equipe do longa, e principalmente a Tristan Oliver, diretor de fotografia, por uma das suas melhores obras.<\/p>\n<p>A din\u00e2mica da hist\u00f3ria \u00e9 agrad\u00e1vel, as reviravoltas na trama n\u00e3o s\u00e3o apelativas, e a parte emocional funciona bem, principalmente nas releituras de cenas cl\u00e1ssicas do cinema japon\u00eas.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-9670\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/wes-anderson-vf-17.jpg?resize=790%2C593&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"593\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/wes-anderson-vf-17.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/wes-anderson-vf-17.jpg?resize=768%2C575&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/wes-anderson-vf-17.jpg?resize=1024%2C767&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/wes-anderson-vf-17.jpg?resize=175%2C131&amp;ssl=1 175w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/wes-anderson-vf-17.jpg?resize=667%2C500&amp;ssl=1 667w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/wes-anderson-vf-17.jpg?w=1719&amp;ssl=1 1719w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/wes-anderson-vf-17.jpg?w=1580&amp;ssl=1 1580w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/p>\n<p>Por uma pequena parte da cr\u00edtica americana, que se diz especializada na s\u00e9tima arte, Anderson foi acusado de apropria\u00e7\u00e3o cultural, e foi fortemente criticado por sua obra, pois entenderam que o diretor utilizou de elementos estereotipados da cultura japonesa, como pano de fundo e rel\u00e9s cen\u00e1rio para sua anima\u00e7\u00e3o. Primeiramente, acredito que a comunidade nip\u00f4nica deveria ser consultada sobre o caso de apropria\u00e7\u00e3o cultural indevida, antes de tirarem conclus\u00f5es precipitadas e de espalharem acusa\u00e7\u00f5es infundadas na m\u00eddia tendenciosa e sensacionalista.<\/p>\n<p>Em segundo, de fato, Anderson usa elementos estereotipados da cultura nip\u00f4nica em seu filme, mas isso n\u00e3o \u00e9 a homenagem que Wes Anderson se prop\u00f4s fazer, ele apenas introduziu elementos da cultura japonesa em seus cen\u00e1rios, algo ing\u00eanuo, pois a verdadeira homenagem para a cultura japonesa \u00e9 o filme em si.<\/p>\n<p>Poder\u00edamos ir al\u00e9m, pois toda a obra de Anderson respira o cinema nip\u00f4nico, toda sua obra possu\u00ed elementos do cl\u00e1ssico cinema japon\u00eas e essa homenagem nada mais que uma declara\u00e7\u00e3o de amor de Anderson, para com uma cultura cinematogr\u00e1fica riqu\u00edssima, que foi muito importante em sua forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A despeito destas cr\u00edticas, o filme em si \u00e9 excelente, comove e funciona\u00a0 bem, al\u00e9m de ser esteticamente agrad\u00e1vel e simetricamente perfeito. \u00c9 um filme calculista que nos passa emociona.<\/p>\n<p>Aconselho que o leitor assista antes algumas obras de Kurosawa e Ozu para apreciar Ilha de Cachorros em sua totalidade.\u00a0 Acreditem: a experi\u00eancia ser\u00e1 completamente \u00fanica.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/X0jYr9uweSI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma quase incompreendida declara\u00e7\u00e3o de amor A originalidade e autenticidade de Wes Anderson fica evidente desde os seus primeiros passos no universo da s\u00e9tima arte.&hellip; 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