{"id":9333,"date":"2018-06-20T06:17:36","date_gmt":"2018-06-20T09:17:36","guid":{"rendered":"http:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=9333"},"modified":"2019-03-05T20:22:12","modified_gmt":"2019-03-05T23:22:12","slug":"critica-incident-in-a-ghostland","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-incident-in-a-ghostland\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | A Casa do Medo \u2013 Incidente em Ghostland (Ghostland) [2018]"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">Pascal Laugier, diretor do brutal Martyrs, filme franc\u00eas de 2008, retorna das cinzas e nos traz mais um thriller assombroso e minuciosamente perturbador<\/h2>\n<p>Em um g\u00eanero j\u00e1 t\u00e3o desgastado e repetitivo, s\u00e3o poucas as obras que se destacam nesse amontoado de filmes de sustos baratos e roteiros pregui\u00e7osos. Em 2008 Pascal Laugier chocou o mundo com o original e pol\u00eamico, Martyrs, que dividiu opini\u00f5es e se tornou instantaneamente um Cult do g\u00eanero. Al\u00e9m de figurar como uma das obras-primas do New French Extremity e hoje se destacar como uma das mais populares do seguimento.<\/p>\n<p>Brincando com a psique humana e com os monstros internos que escondemos sob a luz do dia, Martyrs extravasa a brutalidade e o horror em um thriller psicol\u00f3gico, mentalmente catastr\u00f3fico e perturbador, nos levando para uma viagem sem volta h\u00e1 um universo do terror que, ainda n\u00e3o t\u00ednhamos visitado at\u00e9 \u00e0quele momento. Depois de sua obra-prima, Pascal Laugier se aventurou por Hollywood para dirigir o confuso The Tall Man (2012), que podemos apontar como um fracasso instant\u00e2neo, e desde l\u00e1 n\u00e3o t\u00ednhamos ouvido mais falar do escritor\/diretor, at\u00e9 o an\u00fancio de Incident in a Ghostland.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9340 aligncenter\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/913ghostland.jpg?resize=689%2C312&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"689\" height=\"312\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/913ghostland.jpg?resize=300%2C136&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/913ghostland.jpg?resize=768%2C347&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/913ghostland.jpg?w=913&amp;ssl=1 913w\" sizes=\"auto, (max-width: 689px) 100vw, 689px\" \/><\/p>\n<p>No longa, Pauline (Myl\u00e8ne Farmer) e suas duas filhas, Beth e Vera, na altura interpretadas por (Emilia Jones ) e (Taylor Hickson), se mudam para a casa que sua m\u00e3e herdou ap\u00f3s a morte de uma tia e, na primeira noite no novo lar, a fam\u00edlia \u00e9 atacada por violentos invasores, tendo que lutar desesperadamente por suas vidas. Dezesseis anos depois do terr\u00edvel ocorrido, Beth, uma famosa e bem sucedida escritora de livros do g\u00eanero horror, m\u00e3e e esposa amorosa, agora interpretada por (Crystal Reed), resolve voltar para a casa da fam\u00edlia, depois de uma estranha e perturbadora liga\u00e7\u00e3o de sua irm\u00e3 Vera, interpretada nessa fase por (Anastasia Phillips). No entanto, ao se reunirem, coisas assustadoras acontecem e fantasmas enterrados no passado, que parecem nunca ter libertado a mente de Vera, retornam para assombrar a realidade de Beth.<\/p>\n<p>Acreditem, escrevi minuciosamente essa sinopse, mudando a original, para n\u00e3o entregar nenhum ponto das surpresas que o filme proporciona, pois cada segredo que as cenas iniciais escondem, s\u00e3o cruciais para uma experi\u00eancia desoladora nessa viagem adentro de um pesadelo monstruoso que, Laugier prop\u00f5e neste filme. Logo, j\u00e1 aviso que, partindo deste ponto, mesmo que m\u00ednimos, existir\u00e3o spoilers sobre a obra. Amenizei de todas as formas para n\u00e3o entregar pontos importantes do longa, mas ser\u00e1 imposs\u00edvel n\u00e3o entregar os momentos das reviravoltas, ao falar da estrutura do filme.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9336 aligncenter\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ghostland_pic3.jpg?resize=765%2C426&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"765\" height=\"426\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ghostland_pic3.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ghostland_pic3.jpg?resize=768%2C427&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ghostland_pic3.jpg?resize=1024%2C569&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ghostland_pic3.jpg?resize=900%2C500&amp;ssl=1 900w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ghostland_pic3.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w\" sizes=\"auto, (max-width: 765px) 100vw, 765px\" \/><\/p>\n<p>Com uma obra visualmente fantasmag\u00f3rica, Laugier nos ganha j\u00e1 na constru\u00e7\u00e3o visual de Incident in a Ghostland, seja a caracteriza\u00e7\u00e3o dos personagens, at\u00e9 mesmo o menor detalhe de cena. A fotografia do filme \u00e9 de boa qualidade, muito bem feita, e a trilha sonora \u00e9 marcante e ao mesmo tempo pontual, sendo sutil quando tem que ser, e estrondosa quando necess\u00e1ria. Ao meu entender, o filme \u00e9 dividido em quatro atos bem distintos. O primeiro inicia quando as personalidades das personagens s\u00e3o apresentadas, assim como a rela\u00e7\u00e3o e liga\u00e7\u00e3o que elas dividem.<\/p>\n<p>Propositalmente alguns elementos clich\u00eas de filmes de terror, de contos de horror, nos \u00e9 passado sutilmente no decorrer do primeiro ato, como uma mensagem de fonte colorida em letras garrafais, destacadas em um enorme outdoor. N\u00e3o chega a ser ofensivo, n\u00e3o \u00e9 essa a proposta, mas nos d\u00e1 a ideia de que existe um sentido para um desfecho, e ao mesmo tempo serve como homenagens e refer\u00eancias a grandes obrar do g\u00eanero, e isso \u00e9 apenas o in\u00edcio da prepara\u00e7\u00e3o que o diretor est\u00e1 nos propondo, para mais tarde nos entregar algo maior. Ao menos essa \u00e9 a promessa que vejo surgir no filme, mas a entrega \u00e9 um pouco diferente.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9338 aligncenter\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Screen-Shot-2017-10-30-at-9.33.58-AM.jpg?resize=765%2C324&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"765\" height=\"324\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Screen-Shot-2017-10-30-at-9.33.58-AM.jpg?resize=300%2C127&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Screen-Shot-2017-10-30-at-9.33.58-AM.jpg?resize=768%2C326&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Screen-Shot-2017-10-30-at-9.33.58-AM.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 765px) 100vw, 765px\" \/><\/p>\n<p>Assim o primeiro ato inicia de forma com que, possamos conhecer as personagens e nos afei\u00e7oar a elas, para findar em uma batalha eletrizante pela sobreviv\u00eancia das mesmas poucos minutos depois da apresenta\u00e7\u00e3o. \u00danico ponto negativo \u00e9 que n\u00e3o nos apegamos \u00e0s personagens tempo suficiente para nos importarmos com elas de verdade, por\u00e9m a atrocidade que o diretor tr\u00e1s sugestivamente para a cena, cria um impacto no expectador, choca, justamente pelo filme ter um tom mais leve e infantil at\u00e9 o momento. Vale a ressalva que o filme abusa desse tom mais infantil e fantasioso propositalmente.<\/p>\n<p>O desfecho do primeiro ato \u00e9 uma surpresa total, mesmo conhecendo a sinopse do filme. A raz\u00e3o disso est\u00e1 na execu\u00e7\u00e3o da cena de a\u00e7\u00e3o na luta contra os invasores, mesmo n\u00e3o sendo de uma viol\u00eancia explicita e marcante como vemos em Martyrs, a sugest\u00e3o que, Laugier tr\u00e1s para a cena \u00e9 completamente aterradora. Al\u00e9m do fato que a montagem dessa cena \u00e9 genial. Assim acabamos sem f\u00f4lego o primeiro ato, e quando iniciamos o segundo, um novo universo nos \u00e9 apresentado. Uma trama cheia de mist\u00e9rios parece surgir no horizonte e o filme ganha uma pegada cl\u00e1ssica aventuresca, dentro de um conto de horror. Como nos pr\u00f3prios livros que a personagem de (Crystal Reed) escreve. O que acaba aparentando, \u00e9 que Beth agora est\u00e1 interpretando uma de suas pr\u00f3prias personagens, a caminho de um futuro incerto e violento dentro de uma de suas hist\u00f3rias.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9335 aligncenter\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/999x423_movie15298stillsincident_in_a_ghost_land-15.jpg?resize=699%2C296&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"699\" height=\"296\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/999x423_movie15298stillsincident_in_a_ghost_land-15.jpg?resize=300%2C127&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/999x423_movie15298stillsincident_in_a_ghost_land-15.jpg?resize=768%2C325&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/999x423_movie15298stillsincident_in_a_ghost_land-15.jpg?w=999&amp;ssl=1 999w\" sizes=\"auto, (max-width: 699px) 100vw, 699px\" \/><\/p>\n<p>No segundo ato, mais alguns clich\u00eas de filmes de terror de sustos baratos nos s\u00e3o apresentados, por\u00e9m agora o diretor extravasa em efeitos pobres e situa\u00e7\u00f5es ma\u00e7antes e \u00f3bvias, como as existentes em um conto cl\u00e1ssico de terror, o que se mostra mais uma vez, proposital. E quando o filme parece caminhar na dire\u00e7\u00e3o da mesmice j\u00e1 consagrada no cinema de horror voltado para o sobrenatural, o filme ganha uma camada de Pascal Laugier. Com toda certeza, quando acontecer, e voc\u00ea presenciar esse momento durante o longa, ir\u00e1 ligar diretamente esse fato com o j\u00e1 visto e revisto em Martyrs, mas a compara\u00e7\u00e3o destas duas obras acaba na s\u00edntese de que nada \u00e9 o que parece ser, quando estamos sendo guiados pela mente insana de, Laugier.<\/p>\n<p>Ao final do segundo ato juntamos todas as pontas soltas e compreendemos os motivos dos efeitos especiais banais e das tentativas de sustos baratos, por\u00e9m os mais desatentos poder\u00e3o deixar escapar esses detalhes. O segundo ato acaba com um soco no est\u00f4mago e o terceiro come\u00e7a com n\u00e1useas. O universo apresentado agora \u00e9, de desola\u00e7\u00e3o total, de desesperan\u00e7a. Os cen\u00e1rios s\u00e3o macabros e a maquiagem pesada. Nessa altura estaremos envolvidos completamente pela trama, e aos poucos, todos os sustos e detalhes que nos pareceram sendo gratuitos, advindos de filmes cl\u00e1ssicos de horror, de hist\u00f3rias manjadas e desgastadas, na verdade montam uma nova forma de apavorar o expectador.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9339 aligncenter\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Screen-Shot-2017-10-30-at-9.34.19-AM1.jpg?resize=782%2C331&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"782\" height=\"331\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Screen-Shot-2017-10-30-at-9.34.19-AM1.jpg?resize=300%2C127&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Screen-Shot-2017-10-30-at-9.34.19-AM1.jpg?resize=768%2C325&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Screen-Shot-2017-10-30-at-9.34.19-AM1.jpg?resize=1024%2C433&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Screen-Shot-2017-10-30-at-9.34.19-AM1.jpg?resize=1025%2C433&amp;ssl=1 1025w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Screen-Shot-2017-10-30-at-9.34.19-AM1.jpg?w=1422&amp;ssl=1 1422w\" sizes=\"auto, (max-width: 782px) 100vw, 782px\" \/><br \/>\nComo uma simples boneca barulhenta em uma caixa, para um susto gratuito, que agora se torna uma linha fina entre vida e morte. Todas as pontas soltas s\u00e3o amarradas meticulosamente, sem se perder na asneira de querer explicar o que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio. O terceiro ato nos da o horror, o choque, a aventura, a esperan\u00e7a, e nos entrega para um quarto ato de pura desola\u00e7\u00e3o, onde mais uma vez, Pascal Laugier vai fundo na psique humana, mostrando at\u00e9 onde uma mente pode ir para n\u00e3o encarar a realidade.<\/p>\n<p>O filme tem seus pontos fortes e tem suas fraquezas, muitos contestam os vil\u00f5es do filme, por serem demasiados est\u00fapidos, fantasiosos e caricatos, mas ignoram que a proposta era exatamente essa. Laugier, no tr\u00e1s muitos universos, de v\u00e1rios filmes e v\u00e1rios contos de horror, faz uma homenagem ao g\u00eanero e tr\u00e1s muitos dos elementos vistos em Martyrs, colocando um peso fantasioso na obra, e deixando o longa ainda mais assombroso por conta dos elementos infantis.<\/p>\n<p>As atua\u00e7\u00f5es em Ghostland do nicho principal s\u00e3o impec\u00e1veis devido ao talento da dupla Taylor Hickson e Emilia Jones, temos sequ\u00eancias de tirar o f\u00f4lego. Mais uma vez, Laugier destro\u00e7a com suas personagens femininas, assim como j\u00e1 feito em Martyrs, s\u00f3 que dessa vez, nos leva para uma zona de desconforto total com as situa\u00e7\u00f5es e sugest\u00f5es de viol\u00eancia sexual em cena, perambulando por uma f\u00e1bula infantil como Jo\u00e3o e Maria, trazendo esse conto infantil t\u00e3o conhecido, para a realidade machista da sociedade, reescrevendo a hist\u00f3ria de uma forma brutal, perturbadora, inc\u00f4moda e sutilmente dilacerante.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9345 aligncenter\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ghostland.jpg?resize=730%2C411&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"730\" height=\"411\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ghostland.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ghostland.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ghostland.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ghostland.jpg?resize=889%2C500&amp;ssl=1 889w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ghostland.jpg?w=1536&amp;ssl=1 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 730px) 100vw, 730px\" \/><\/p>\n<p>O roteiro deste longa franc\u00eas funciona muito bem, mas em alguns momentos se perde, pois justamente essa brincadeira com realidade e fantasia, torna algumas cenas desgastantes e tira o impacto que algo mais realista poderia causar, entretanto \u00e9 justamente essa proximidade com a fantasia, com a leveza de vil\u00f5es mais bob\u00f5es, trazendo um elemento vivo em hist\u00f3rias infantis, que torna densa e pesada algumas outras partes da hist\u00f3ria e cenas do filme, o que caracteriza que, Laugier tenta realmente nos trazer algo novo e diab\u00f3lico em Incident in a Ghostland.<\/p>\n<p>Em um todo o filme funciona muito bem, e assim como Martyrs, pode demorar muito para cair no gosto popular, mas o que vale salientar, \u00e9 que em uma \u00e9poca de filmes apelativos e sem sentido, Incident in a Ghostland nos \u00e9 uma grata surpresa, um filme necess\u00e1rio para todo e qualquer cin\u00e9filo, e ao mesmo tempo, um soco no est\u00f4mago, uma aterradora hist\u00f3ria de horror, dentro de um pesadelo no m\u00ednimo poeticamente realista. Um passeio inc\u00f4modo por uma cultura mais presente e impregnada nas entranhas da sociedade do que o ar que respiramos.<\/p>\n<p>Incident in a Ghostland (Fran\u00e7a\/Canad\u00e1)<\/p>\n<p>Data de lan\u00e7amento: 14 de mar\u00e7o de 2018 (Fran\u00e7a)<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Pascal Laugier<\/p>\n<p>M\u00fasica composta por: Todd Bryanton<\/p>\n<p>Roteiro: Pascal Laugier<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/66JuZ1cb03E?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pascal Laugier, diretor do brutal Martyrs, filme franc\u00eas de 2008, retorna das cinzas e nos traz mais um thriller assombroso e minuciosamente perturbador Em um&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":41,"featured_media":9337,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[255,9],"tags":[682,2114,2115,2111,287,2110,2116,2112,2113],"class_list":["post-9333","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-analise","category-critica","tag-cinema-frances","tag-critica-incident-in-a-ghostland","tag-filmes-de-terror","tag-ghostland","tag-horror","tag-incident-in-a-ghostland","tag-melhores-filmes-de-terror-2018","tag-new-french-extremity","tag-pascal-laugier"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - 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