{"id":8661,"date":"2018-05-25T21:15:21","date_gmt":"2018-05-26T00:15:21","guid":{"rendered":"http:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=8661"},"modified":"2019-05-05T20:40:23","modified_gmt":"2019-05-05T23:40:23","slug":"critica-os-outros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-os-outros\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Os Outros (The Others) [2001]"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota do filme:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" height=\"60\" class=\"wp-image-12257\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Na concep\u00e7\u00e3o de um bom mist\u00e9rio, todos os personagens s\u00e3o devotos de uma responsabilidade \u00fanica para uma grande reviravolta na trama. Em&nbsp;<strong><em>Os Outros<\/em><\/strong>, a boa atua\u00e7\u00e3o do elenco em seus respectivos pap\u00e9is promove a grande catarse final de choque e solidez narrativa. \u00c9 constru\u00eddo na colabora\u00e7\u00e3o do longa multinacional uma atmosfera j\u00e1 arcaica dentro do g\u00eanero, mas ainda n\u00e3o t\u00e3o explorada quanto deveria para a concep\u00e7\u00e3o que temos hoje. \u00c9 explorando o terreno t\u00edmido do suspense desta tem\u00e1tica em 2001 que <strong>Amen\u00e1bar<\/strong> d\u00e1 cabo de um modelo a ser seguido pela ind\u00fastria nos anos seguintes. Barateando efeitos e supervalorizando a aus\u00eancia do mesmo recurso, o diretor consegue equilibrar o inesperado com o coerente de maneira singular e sem atropelos para a trama. Caminhando devagar em toda a progress\u00e3o do roteiro,&nbsp;<em>Os Outros<\/em>&nbsp;alcan\u00e7a subidas constantes e o cl\u00edmax final \u00e9 t\u00e3o recompensador quanto memor\u00e1vel. Contudo, dentro do bom uso de luz, tem\u00e1tica e na apropria\u00e7\u00e3o de um direcionamento genial inesperado para a \u00e9poca, o longa ainda comete deslizes quanto a maneira de lidar com t\u00e3o profundamente maturada qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Partindo da ambiciosa narrativa que muito remete ao conceito liter\u00e1rio de suspense, o confinamento dentro da grande mans\u00e3o auxilia aqui de forma \u00fanica para o repasse da hist\u00f3ria. \u00c9 nos corredores pouco iluminados e na inquieta\u00e7\u00e3o causada pela presen\u00e7a de Grace (Nicole Kidman) que a introdu\u00e7\u00e3o de toda a narrativa desperta o primeiro grau de interesse. A contextualiza\u00e7\u00e3o da mans\u00e3o para o cen\u00e1rio de guerra distante ausenta de in\u00edcio a figura do pai, somando para a trama a important\u00edssima fragilidade emocional do trio familiar e a administrativa da casa em si. Na constru\u00e7\u00e3o de um boa explora\u00e7\u00e3o do terror psicol\u00f3gico introdut\u00f3rio e que tamb\u00e9m desenvolve a dram\u00e1tica est\u00f3ria por boa parte de sua dura\u00e7\u00e3o,&nbsp;<em>Os Outros<\/em>&nbsp;voa baixo e em detalhes, permitindo que o p\u00fablico sempre se situe e se coloque no lugar dos personagens como direto questionador de tudo. E nesse conflito de simplesmente questionar, h\u00e1 dentro da fam\u00edlia residente as crian\u00e7as Anne (Alakina Mann) e Nicholas (James Bentley), dualidades important\u00edssimas para os di\u00e1logos coordenados pela m\u00e3e e pelos criados introduzidos logo no in\u00edcio. Contudo, em muitos dos di\u00e1logos paralelos da m\u00e3e com os funcion\u00e1rios, certa artificialidade nasce em fun\u00e7\u00e3o das express\u00f5es e de alguma omiss\u00e3o de sentido dentro de algumas cenas. Parte disso \u00e9 explicada mais adiante, j\u00e1 na finaliza\u00e7\u00e3o do longa, enquanto a outra metade se perde em cada uma dessas conversa\u00e7\u00f5es. Talvez esse seja o calcanhar de toda a trama.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image wp-caption aligncenter\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/operiodiconulo.files.wordpress.com\/2017\/11\/to2.jpg?w=790\" alt=\"TO2\" class=\"wp-image-1847\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>As crian\u00e7as conseguem atrav\u00e9s das poucas conversas realmente estendidas e centradas reaver dogmas b\u00edblicos e passagens espec\u00edficas que se encaixam com a imers\u00e3o que o roteiro tenta dar em suas min\u00facias. Essa veia para a constru\u00e7\u00e3o do imprevis\u00edvel que se dilui a medida que descobrimos suas personalidades, cresce e se afirma mais tarde em suas a\u00e7\u00f5es. Enquanto Anne se aproxima da real figura de uma irm\u00e3 mais velha, que cresce e se distancia da inf\u00e2ncia, Nicholas ainda se preserva como imaturo e ainda indeciso em seguir totalmente as chamadas da irm\u00e3 para o que h\u00e1 al\u00e9m de hip\u00f3teses e descri\u00e7\u00f5es do mundo que nunca viram. O que lhes priva do mundo al\u00e9m da casa e daquela ilha ainda \u00e9 o vigilante cuidado da m\u00e3e. Com isso, os personagens infantis se diferenciam de crian\u00e7as ordin\u00e1rias pela priva\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o social. \u00c9 aqui que a est\u00f3ria ganha espa\u00e7o para abordar neles camadas mais ousadas de realismo, distanciando os dois de qualquer infantilidade exacerbada ou decis\u00f5es que caiam no mesmo campo. Nesse caso, a repulsa \u00e0 luz justificada pela m\u00e3e como uma doen\u00e7a al\u00e9rgica serve como importante fator para a entrada do p\u00fablico em um mist\u00e9rio que \u00e9 t\u00e3o denso quanto parece ser, mas incrivelmente transparente em seu significado. E novamente, aqui as crian\u00e7as agem como a principal engrenagem do roteiro.<\/p>\n\n\n\n<p>O longa usa pouca propriedade em seus efeitos e cortes para surpreender. A natureza que j\u00e1 causa suspense dentro da mans\u00e3o vem com a assimila\u00e7\u00e3o do roteiro e dos personagens, bem como a de suas pr\u00f3prias sensa\u00e7\u00f5es transparecidas na tela. J\u00e1 na abertura do filme \u00e9 previsto uma perturbadora dire\u00e7\u00e3o que a trama pretende tomar. O despertar da personagem de Nicole Kidman \u00e9 cru, rouba aten\u00e7\u00f5es e depois \u00e9 confirmado como uma das muitas entradas definitivas para a investiga\u00e7\u00e3o do mist\u00e9rio pelo p\u00fablico. E no fim, \u00e9 por esses efeitos barateados e pela capta\u00e7\u00e3o \u00fanica de Amen\u00e1bar para o contexto da est\u00f3ria que o espectador se sente t\u00e3o motivado quanto inconscientemente fisgado a aceitar e mergulhar nas quest\u00f5es que ali s\u00e3o apresentadas. A dorm\u00eancia causada pela fluidez da narrativa e pelas respostas t\u00e3o constantemente soltas na tela s\u00f3 instigam mais ainda. Nessa profundidade apenas existem respostas certas, recurso proposital do roteiro para se credibilizar diante de todos os eventos de natureza aparentemente t\u00e3o trai\u00e7oeira para uma conclus\u00e3o do p\u00fablico. Contudo, \u00e9 com essa paci\u00eancia para impressionar que&nbsp;<em>Os Outros<\/em>&nbsp;n\u00e3o falha em entreter e simpatizar-se com qualquer um. Enquanto h\u00e1 um suspense, h\u00e1 um mist\u00e9rio que pinga em cada uma de suas apari\u00e7\u00f5es. M\u00e9rito completo da genial montagem final.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image wp-caption aligncenter\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/operiodiconulo.files.wordpress.com\/2017\/11\/to3-halloween-forevermore.jpg?w=790\" alt=\"TO3 Halloween Forevermore\" class=\"wp-image-1848\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Focando nessa premissa de um roteiro instigante e que serve mais para esclarecer do que para despistar ou confundir,&nbsp;o longa inquieta em cada solu\u00e7\u00e3o, principalmente nas que envolvem as personalidades finais. A partir da segunda metade, o trio de funcion\u00e1rios passa a representar uma inc\u00f4moda distin\u00e7\u00e3o dentro da est\u00f3ria. Essa nova motiva\u00e7\u00e3o que o roteiro os d\u00e1 acaba sendo o mote para uma grande finaliza\u00e7\u00e3o longe de ser \u00f3bvia para a maneira como foi introduzida. Se constantemente analisada nessa exatid\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel sentir que a obra engana o p\u00fablico em certo grau para a maneira como trilha a sua finaliza\u00e7\u00e3o, mas isso n\u00e3o acontece, e \u00e9 da\u00ed que ela tira a sua maior reviravolta ao colocar em jogo a pr\u00f3pria sinceridade com que trata as menores dentro do tema. \u00c9 destaque nesse ponto a atua\u00e7\u00e3o da Srta. Mills (Fionnula Flanagan) dentro do papel de bab\u00e1 e poss\u00edvel governanta dentro do que passa a representar um pouco depois. Levando consigo a lideran\u00e7a da tr\u00edade de personagens coadjuvantes principais, a personagem consegue at\u00e9 certo ponto carregar em cena a mesma inquieta\u00e7\u00e3o que Grace traz \u00e0 tona no come\u00e7o do filme. Essa aura misteriosa de inten\u00e7\u00f5es e desejos mais omissos vira o longa do avesso pela sua metade, desconstruindo algumas possibilidades de sua conclus\u00e3o at\u00e9 ent\u00e3o. A utiliza\u00e7\u00e3o desse recurso foi t\u00e3o necess\u00e1ria quanto simples, j\u00e1 que naturalmente um roteiro como o de&nbsp;<em>Os Outros<\/em>&nbsp;n\u00e3o poderia cair em monotonia e incerteza absoluta.<\/p>\n\n\n\n<p>Ponto principal e de justificativa de toda a trama, a conclus\u00e3o \u00e9 em todo o seu percurso anterior a motiva\u00e7\u00e3o para todo o desenvolvimento do longa. Algo que, quando visto com mais calma, \u00e9 estruturalmente incomum e ousado. Parte desse peso \u00e9 compreendido nas incertezas e no que reside al\u00e9m delas. Na gradualidade com que o medo \u00e9 demonstrado na narrativa, a obra escala para o seu \u00e1pice somente nos poucos minutos reservados para a finaliza\u00e7\u00e3o. S\u00e3o ali demonstrados os processos, os caminhos at\u00e9 eles e as diferentes solu\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis dentro da grade do que \u00e9 estrutural no roteiro. E tudo \u00e9 t\u00e3o equilibrado quanto harm\u00f4nico para o t\u00e9cnico aqui dentro. Os enquadramentos e as cenas externas n\u00e3o pecam em impress\u00e3o do que comp\u00f5e a inten\u00e7\u00e3o do diretor para aquilo. Medo, d\u00favida e ang\u00fastia s\u00e3o muito bem meramente retratadas com a c\u00e2mera afiada.&nbsp;<em>Os Outros&nbsp;<\/em>sobrevive como uma mistura dram\u00e1tica e aterrorizante. Seu angustiante final ainda \u00e9 memor\u00e1vel e exemplar para a intencionalidade de diretores dentro do g\u00eanero criarem uma marca t\u00e3o semelhante quanto a que Amen\u00e1bar deixou em sua cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na concep\u00e7\u00e3o de um bom mist\u00e9rio, todos os personagens s\u00e3o devotos de uma responsabilidade \u00fanica para uma grande reviravolta na trama. 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