{"id":8452,"date":"2018-05-13T20:21:51","date_gmt":"2018-05-13T23:21:51","guid":{"rendered":"http:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=8452"},"modified":"2018-05-13T22:06:22","modified_gmt":"2018-05-14T01:06:22","slug":"as-formas-do-amor-em-the-shape-of-water","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/as-formas-do-amor-em-the-shape-of-water\/","title":{"rendered":"As formas do amor em The Shape Of Water"},"content":{"rendered":"<p>Ah, o amor. Uma palavra de quatro letras que tenta comprimir um sentimento complexo, sem forma, defini\u00e7\u00e3o e limites. Esse \u00e9 um dos temas que mais desperta curiosidade na sociedade desde a Antiguidade por conta da abrang\u00eancia de seus in\u00fameros sentidos. Plat\u00e3o j\u00e1 dizia que o amor \u00e9 uma perigosa doen\u00e7a mental, o ju\u00edzo de valor para essa afirma\u00e7\u00e3o vai de cada um, afinal, quem tamb\u00e9m nunca platonizou uma pessoa e sofreu com isso, mesmo nunca havendo nada? E como esse \u00e9 um t\u00f3pico inerente ao ser humano, tem-se o reflexo disso nas artes, em que v\u00e1rios artistas buscam conceituar, manifestar, ilustrar, transmitir, ou apenas tentar compreender a extens\u00e3o desse fen\u00f4meno, e no cinema n\u00e3o seria diferente.<\/p>\n<p>Desde sempre esse foi um dos assuntos mais utilizados no meio cinematogr\u00e1fico, a contar do cl\u00e1ssico Casablanca at\u00e9 com\u00e9dias rom\u00e2nticas mais recentes como About Time (Quest\u00e3o de Tempo aqui no Brasil), n\u00e3o discutindo a qualidade dessas obras ou as comparando entre si, apenas evidenciando a tem\u00e1tica entre elas, dispondo do poder de arrebatar o p\u00fablico com um turbilh\u00e3o de emo\u00e7\u00f5es que, se bem conduzidos pela dire\u00e7\u00e3o, consegue impactar o espectador, fato este que acontece com um novo cl\u00e1ssico moderno: The Shape Of Water (A forma da \u00e1gua).<\/p>\n<figure id=\"attachment_8352\" aria-describedby=\"caption-attachment-8352\" style=\"width: 1280px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-8352 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/maxresdefault.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"444\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/maxresdefault.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/maxresdefault.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/maxresdefault.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/maxresdefault.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/maxresdefault.jpg?resize=889%2C500&amp;ssl=1 889w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-8352\" class=\"wp-caption-text\">Divulga\u00e7\u00e3o: Fox Searchlight<\/figcaption><\/figure>\n<p>Sem d\u00favidas, ao lado de Call Me By Your Name (Me chame pelo seu nome), s\u00e3o os melhores filmes de 2017 sobre o assunto (por\u00e9m esse texto n\u00e3o visitar\u00e1 o segundo longa visto que o primeiro \u00e9 o foco desse texto). Guillermo del Toro e Vanessa Taylor entregam um hist\u00f3ria pura, inocente e virtuosa sobre o amor, derrubando todas as barreiras e tabus que o envolvem e mostram como esse \u00e9 um sentimento que permeia a tudo e a todos sem distin\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas f\u00edsicas, sociais, religiosas, pol\u00edticas, etc.<\/p>\n<p>Sendo assim, temos a protagonista Elisa, uma jovem muda que visivelmente sofreu preconceitos ou dificuldades amorosas por conta de sua insufici\u00eancia vocal, que vai se deparar com o amor em uma criatura amaz\u00f4nica capturada pelo governo estadunidense, em que o relacionamento dos dois seres singulares ser\u00e1 o fio condutor da narrativa, com o contexto de Guerra Fria de pano de fundo aumentando ainda mais a carga dram\u00e1tica da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Antes de dissertar sobre o relacionamento de Elisa e A Criatura, conv\u00e9m acentuar como as rela\u00e7\u00f5es dos outros personagens ampliam ainda mais o romance de ambos por conta da castidade que os transp\u00f5e. Primeiramente, destaca-se Richard Strickland (Michael Shannon), o coronel da instala\u00e7\u00e3o militar, que possui um casamento estereotipado da t\u00edpica propaganda do <em>american way of life<\/em>, em que apenas com uma cena o espectador compreende a rela\u00e7\u00e3o do coronel com a esposa: o dominador e a submissa, tra\u00e7o esse de sua personalidade que \u00e9 mostrado em tantas cenas do filme. O relacionamento entre esses dois personagens acrescenta ainda mais o de Elisa pois n\u00e3o existe algo c\u00e2ndido na rela\u00e7\u00e3o, ela soa suja, imperante, desigual, o que a torna dissonante do &#8220;amor&#8221; principal.<\/p>\n<figure id=\"attachment_8353\" aria-describedby=\"caption-attachment-8353\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-8353\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/tmp_7N7vKH_d7b2743bc991f43f_MCDSHOF_FS027.jpg?resize=790%2C427&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"427\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/tmp_7N7vKH_d7b2743bc991f43f_MCDSHOF_FS027.jpg?resize=1024%2C554&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/tmp_7N7vKH_d7b2743bc991f43f_MCDSHOF_FS027.jpg?resize=300%2C162&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/tmp_7N7vKH_d7b2743bc991f43f_MCDSHOF_FS027.jpg?resize=768%2C415&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/tmp_7N7vKH_d7b2743bc991f43f_MCDSHOF_FS027.jpg?resize=925%2C500&amp;ssl=1 925w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/tmp_7N7vKH_d7b2743bc991f43f_MCDSHOF_FS027.jpg?w=1998&amp;ssl=1 1998w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/tmp_7N7vKH_d7b2743bc991f43f_MCDSHOF_FS027.jpg?w=1580&amp;ssl=1 1580w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-8353\" class=\"wp-caption-text\">Divulga\u00e7\u00e3o: Fox Searchlight<\/figcaption><\/figure>\n<p>Al\u00e9m desse, \u00e9 apresentado o relacionamento de Zelda (Octavia Spencer) com o seu marido e, novamente em uma \u00fanica cena, o espectador descriptografa a rela\u00e7\u00e3o desses dois personagens, percebendo que h\u00e1 uma dist\u00e2ncia entre eles, seja pela falta de comunica\u00e7\u00e3o direta entre eles ou por algum momento de carinho mais intimo, se tornando imposs\u00edvel de criar uma empatia para com o casal. E isso contrasta ainda mais com o o amor de Elisa e A Criatura, pois temos uma muda e um homem-peixe, em que ambos n\u00e3o conseguem proferir palavras de afeto um para com o outro, s\u00f3 que a afinidade criada entre eles e os espectadores \u00e9 not\u00f3ria, mesmo que singela, fazendo com que se consiga compreender o que est\u00e1 sendo sentido entre eles sem nada precisar ser dito.<\/p>\n<p>Contudo, os outros dois casos de amor no longa s\u00e3o mais abstratos: t\u00eam-se Giles (Richard Jenkins) e o Dr. Robert Hoffstetler (Michael Sthulbarg). O primeiro \u00e9 vizinho de Elisa e se apaixona pelo gar\u00e7om da loja de bolos, tentando se aproximar e conhec\u00ea-lo melhor, por\u00e9m ele descobre que o rapaz n\u00e3o \u00e9 homossexual, pelo contr\u00e1rio, \u00e9 racista e homof\u00f3bico, o que faz com que Giles fique chateado com isso. E qual a liga\u00e7\u00e3o disso com Elisa? Ora, essa dificuldade de se conectar com os outros que ele exibe diverge totalmente da retratada entre a protagonista e A Criatura, em que o v\u00ednculo deles \u00e9 feito quase de forma instant\u00e2nea, sem apresentar empecilhos. J\u00e1 o segundo, ele \u00e9 o cientista do laborat\u00f3rio em que o governo estadunidense mant\u00e9m a criatura, mas tamb\u00e9m \u00e9 um agente sovi\u00e9tico que entrega informa\u00e7\u00f5es ao seu pa\u00eds natal, na qual o seu grande amor \u00e9 a ci\u00eancia, se tornando t\u00e3o puro quanto o &#8220;amor&#8221; principal por conta do sacrif\u00edcio feito por ele, contradizendo todos os seus juramentos e cren\u00e7as como espi\u00e3o e deixando prevalecer sua paix\u00e3o cient\u00edfica pela Criatura como objeto de estudo e vida. Esse \u00faltimo talvez seja o \u00fanico amor que n\u00e3o \u00e9 discrepante, e sim intensificador para o relacionamento de Elisa, pois a forma que o Dr. Robert sente a paix\u00e3o pela ci\u00eancia \u00e9 intensa, calorosa e convidativa ao espectador, sendo imposs\u00edvel n\u00e3o associ\u00e1-la ao &#8220;amor&#8221; principal sem se simpatizar.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6457\" aria-describedby=\"caption-attachment-6457\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6457 size-large\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/img_0035.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"444\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/img_0035.jpg?resize=1024%2C575&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/img_0035.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/img_0035.jpg?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/img_0035.jpg?resize=890%2C500&amp;ssl=1 890w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/img_0035.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/img_0035.jpg?w=1580&amp;ssl=1 1580w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6457\" class=\"wp-caption-text\">Divulga\u00e7\u00e3o: Fox Searchlight<\/figcaption><\/figure>\n<p>E finalmente o relacionamento de Elisa Esposito (Sally Hawkins) e A Criatura, com sua inoc\u00eancia cativante, um v\u00ednculo que ata o espectador em sua linha afetuosa, o verdadeiro significado da palavra amor no seu sentido mais buc\u00f3lico e absoluto. \u00c9 imposs\u00edvel n\u00e3o se apaixonar por Elisa, por seu amor pela Criatura ou pelo relacionamento entre eles. Eles refletem a verdadeira felicidade que esse sentimento evoca, revelando que para alcan\u00e7\u00e1-la n\u00e3o importam as diferen\u00e7as, os d\u00e9ficits, os problemas, o amor \u00e9 algo puro que transcende os limites de qualquer obst\u00e1culo, sendo otimizado pelos relacionamentos anteriormente citados e a genuinidade percept\u00edvel entre os dois.<\/p>\n<p>Logo, o amor realmente pode ser uma doen\u00e7a mental perigosa que \u00e9 capaz de trazer benef\u00edcios t\u00e3o grandes quanto preju\u00edzos. Querer se encontrar no outro n\u00e3o \u00e9 algo saud\u00e1vel e muito menos recomend\u00e1vel, contudo a abordagem utilizada no filme \u00e9 t\u00e3o aut\u00eantica que fica dif\u00edcil de n\u00e3o querer acreditar nesse sentimento eloquente, a fim de defini-lo e compreend\u00ea-lo de uma vez por todas. Afinal, quando tenta-se estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o em contraponto ao titulo do longa, v\u00ea-se uma dualidade formid\u00e1vel, a de que a forma da \u00e1gua possui o mesmo formato que o amor: nenhum e todos, sendo imposs\u00edvel determin\u00e1-los.<\/p>\n<p><strong><em>&#8220;Impossibilitado de perceber <\/em><\/strong><\/p>\n<p><em><strong>Sua forma, encontro voc\u00ea \u00e0 minha volta.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong> Sua presen\u00e7a me enche os olhos com<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong> Seu amor, acalma meu cora\u00e7\u00e3o, porque<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong> Voc\u00ea est\u00e1 em todos os lugares.&#8221;<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ah, o amor. Uma palavra de quatro letras que tenta comprimir um sentimento complexo, sem forma, defini\u00e7\u00e3o e limites. 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