{"id":7667,"date":"2018-04-01T00:05:19","date_gmt":"2018-04-01T03:05:19","guid":{"rendered":"http:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=7667"},"modified":"2019-03-05T20:01:57","modified_gmt":"2019-03-05T23:01:57","slug":"critica-de-cancao-em-cancao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-de-cancao-em-cancao\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | De Can\u00e7\u00e3o em Can\u00e7\u00e3o (Song to Song) [2017]"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-7670 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Social-Song-To-Song.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"444\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Social-Song-To-Song.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Social-Song-To-Song.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Social-Song-To-Song.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Social-Song-To-Song.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Social-Song-To-Song.jpg?resize=889%2C500&amp;ssl=1 889w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/p>\n<p>Terrence Malick \u00e9 uma figura exc\u00eantrica. N\u00e3o gosta de aparecer em p\u00fablico.&nbsp;N\u00e3o gosta de dar entrevistas. No trabalho, possui uma assinatura \u00edmpar, que divide opini\u00f5es &#8211; tanto do p\u00fablico quanto da cr\u00edtica. H\u00e1 quem ame seus filmes. H\u00e1 quem odeie. Dentre os t\u00edtulos do curr\u00edculo, o mais controverso \u00e9 certamente&nbsp;o enigm\u00e1tico A \u00c1rvore da Vida (2011).&nbsp; De l\u00e1 pra c\u00e1, lan\u00e7ou mais tr\u00eas obras de fic\u00e7\u00e3o: Amor Pleno (2011), O Cavaleiro de Copas (2015) e o recente <strong>De Can\u00e7\u00e3o em Can\u00e7\u00e3o<\/strong> (2017) &#8211; que repete a f\u00f3rmula de seus \u00faltimos trabalhos, por\u00e9m sendo um pouco mais refinado.<\/p>\n<p>O glamour do novo longa come\u00e7a pelo elenco: o queridinho de Hollywood Ryan Gosling, o consistente Michael Fassbender e a ador\u00e1vel Rooney Mara, al\u00e9m de Cate Blanchett e Natalie Portman, que dispensam coment\u00e1rios. Fora esse time, tamb\u00e9m h\u00e1 participa\u00e7\u00f5es especiais de m\u00fasicos famosos, como o baixista Flea e cantor Iggy Pop.<\/p>\n<p>Desta vez, Malick explora um tri\u00e2ngulo amoroso envolvendo pessoas relacionadas \u00e0 m\u00fasica. Cook (Fassbender) \u00e9 um produtor bem sucedido da ind\u00fastria fonogr\u00e1fica que adora dar festas. Em uma delas, B.V (Gosling), como \u00e9 chamado, conhece Faye (Mara). A partir da\u00ed, os tr\u00eas iniciam rela\u00e7\u00f5es sociais e profissionais, implicando em uma s\u00e9rie de alian\u00e7as e desaven\u00e7as ao longo da est\u00f3ria.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas personagens principais s\u00e3o explorados e cada um possui uma linha de narrativa pr\u00f3pria, que v\u00e3o se cruzando e se distanciando ao longo de mais de duas horas de filme. Apesar da autonomia, a personagem de Rooney Mara \u00e9 quem mais ganha destaque, devido aos seus pensamentos que ecoam atrav\u00e9s de uma narra\u00e7\u00e3o em <em>off<\/em>, mesmo em cenas onde ela est\u00e1 ausente. Nessa escolha, a obra pontua positivamente, pois Faye \u00e9 a persona mais humana e, por consequ\u00eancia, a que mais conseguimos nos identificar. Como ela mesmo diz em uma frase, est\u00e1 sempre &#8220;buscando a chama da vida&#8221;, independente das consequ\u00eancias de suas escolhas.&nbsp; Quando quer se sentir amada, fica ao lado do personagem de Gosling. Quando quer ser desejada sexualmente, vai atr\u00e1s de Cook. Muitas vezes, mesmo arrependida de certos atos, volta a repeti-los por impulso ou inseguran\u00e7a.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-7676 size-large\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/HR_malick_04.jpg?resize=790%2C495&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"495\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/HR_malick_04.jpg?resize=1024%2C642&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/HR_malick_04.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/HR_malick_04.jpg?resize=768%2C481&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/HR_malick_04.jpg?resize=798%2C500&amp;ssl=1 798w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/HR_malick_04.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/p>\n<p>A jornada de B.V (Gosling) \u00e9 a mais sonolenta das tr\u00eas &#8211; tanto atua\u00e7\u00e3o quanto<em>&nbsp;background<\/em>. N\u00e3o sabemos o que sentir pelo personagem, ou talvez n\u00e3o h\u00e1 mesmo o que sentir. \u00c9<em>&nbsp;<\/em>o mesmo Ryan de sempre. E sua trajet\u00f3ria \u00e9 a menos importante dentro da trindade narrativa. Sua exist\u00eancia s\u00f3 serve para dar mais base ao arco de Faye.<\/p>\n<p>J\u00e1 Cook (Fassbender) segue um caminho interessante, embora se assemelhe muito ao protagonista de O Cavaleiro de Copas (outro trabalho de Malick, como j\u00e1 mencionado).&nbsp;\u00c9&nbsp;ele quem insere a personagem de Natalie Portman na trama, inclusive dando certo espa\u00e7o para a mesma no segundo e terceiro ato. E como ela bem define, Cook \u00e9 o tipo de pessoa que v\u00ea o mundo como &#8220;uma grande loja de doces&#8221;. Ele trata os indiv\u00edduos como tape\u00e7arias que comprou para sua sala de estar. Quando se cansa delas, descarta com frieza. Adora gastar dinheiro com experi\u00eancias ex\u00f3ticas e enfeites luxuosos, tentando preencher o vazio de sua vida, que reflete na mans\u00e3o do personagem &#8211; pois apesar de ter vastos c\u00f4modos, muitos deles quase n\u00e3o possuem objetos. Cook \u00e9 o rei solit\u00e1rio de um castelo de ar. O desfecho de seu arco individual \u00e9 o mais dram\u00e1tico, condizendo com suas escolhas.<\/p>\n<p>A dire\u00e7\u00e3o e a montagem continuam seguindo o estilo do cineasta, algo que j\u00e1 desagrada muitos espectadores. Afinal, o uso quase exclusivo de c\u00e2meras de m\u00e3o e as sequ\u00eancias fragmentadas de cenas podem incomodar quem est\u00e1 muito acostumado com o cinema mais tradicional. Entretanto a t\u00e9cnica de Malick tamb\u00e9m acerta. Certos enquadramentos refor\u00e7am o&nbsp;<em>storytelling<\/em>, como no plano onde Cook observa, atrav\u00e9s do vidro, Faye mergulhando na piscina, ilustrando o modo como ele a v\u00ea: apenas mais um peixe em seu aqu\u00e1rio gigante e privado.<\/p>\n<p>A fotografia, novamente executada pelo mexicano Emmanuel Lubezki, continua sendo uma atra\u00e7\u00e3o \u00e0 parte. O uso de cores frias \u00e9 constantemente evocado para ditar o clima das cenas. H\u00e1 certo apelo \u00e0s luzes coloridas durante \u00e0 noite, dando a entender que os atores sempre est\u00e3o em um festival de m\u00fasica, independente do \u00e2nimo. A profundidade de campo tamb\u00e9m cumpre um papel not\u00e1vel, quando em mais de um momento o primeiro e o segundo plano trabalham juntos em \u00fanico enquadramento da lente.<\/p>\n<p>O maior problema da obra continua sendo o mesmo problema da maioria dos filmes do diretor: ser longo demais. Neste caso, cerca de 30 minutos de filme poderiam ser cortados sem qualquer dano \u00e0 est\u00f3ria. H\u00e1 diversos planos que nada tem a dizer, como uma pintura desconhecida que surge durante breves segundos ou a vis\u00e3o do teto solar de um carro em movimento. H\u00e1 muita exibi\u00e7\u00e3o gratuita.&nbsp;\u00c9 um exagero que tornou-se v\u00edcio. Isso inclusive refor\u00e7a os argumentos de quem chama Terrence Malick de cineasta pretensioso.<\/p>\n<p><strong>De Can\u00e7\u00e3o em Can\u00e7\u00e3o<\/strong> n\u00e3o \u00e9 um filme para qualquer um. A marca contemplativa e transcendental do cineasta continuam presentes em mais um produto, que desta vez faz uma analogia entre as rela\u00e7\u00f5es e as can\u00e7\u00f5es, ambas muitas vezes ef\u00eameras e esquec\u00edveis. Contudo, quem \u00e9 f\u00e3 do diretor deve gostar, pois a f\u00f3rmula continua (embora esteja perto de se esgotar).<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-7677 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/500528.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx_0.jpg?resize=790%2C526&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"526\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/500528.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx_0.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/500528.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx_0.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/500528.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx_0.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/500528.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx_0.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/500528.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx_0.jpg?resize=751%2C500&amp;ssl=1 751w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Terrence Malick \u00e9 uma figura exc\u00eantrica. 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