{"id":7623,"date":"2018-03-30T15:25:00","date_gmt":"2018-03-30T18:25:00","guid":{"rendered":"http:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=7623"},"modified":"2019-05-05T20:44:37","modified_gmt":"2019-05-05T23:44:37","slug":"critica-closer-perto-demais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Closer \u2013 Perto Demais (Closer) [2004]"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota do filme:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" height=\"60\" class=\"wp-image-12257\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Com uma narrativa desregrada e focada em demonstrar,&nbsp;<strong><em>Closer \u2013 Perto Demais<\/em><\/strong>&nbsp;se consolida como uma obra atemporal sobre o amor e suas germinantes virtudes. Comprometido em trazer o n\u00facleo j\u00e1 pequeno e bruto da pe\u00e7a hom\u00f4nima, o longa de <strong>Mike&nbsp;Nichols<\/strong> exalta claramente sua compreens\u00e3o das cores, formas e sua capacidade de com isso mimetizar a natureza humana nua, sem barreiras. A cada cena, a formata\u00e7\u00e3o de Nichols para que os di\u00e1logos aconte\u00e7am veste os personagens de uma maneira clara e que anuncia o pr\u00f3ximo ato sem muita dificuldade. Seja pela transi\u00e7\u00e3o vaga de cores ou pela explos\u00e3o harm\u00f4nica do desabrochar da nova personalidade de um, o p\u00fablico sempre \u00e9 mantido com o sensitivo apurado ao espectar o longa em toda a sua complexidade. A agente principal, bem como arauto dessa dire\u00e7\u00e3o de arte, \u00e9 <strong>Alice Ayres (Natalie Portman)<\/strong>, a coadjuvante que na verdade protagoniza a principal mec\u00e2nica do filme: a de plastificar o todo e a partir dele demonstrar como tudo \u00e9 fugaz, at\u00e9 o amor.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 no longa uma poss\u00edvel inspira\u00e7\u00e3o ficcional cruel usada para ilustrar o que acontece com cada uma das comportadas virtudes quando expostas ao extremo das ambi\u00e7\u00f5es e chances \u00fanicas de relacionamentos assim. Esse tra\u00e7o realista \u00e9 respons\u00e1vel por chocar dentro das cenas mais for\u00e7adas a seguir esse ritmo. Seja pelas conversa\u00e7\u00f5es tardias mais pesadas que a trama aborda ou pela facilidade de viver algo t\u00e3o fr\u00e1gil e l\u00edquido, a mensagem de&nbsp;<em>Closer \u2013 Perto Demais<\/em>&nbsp;consegue atravessar como um raio o mais novato nessa compreens\u00e3o. \u00c9 sobre a plasticidade (e nela) que o roteiro nada em temas pol\u00eamicos, tais como abandono, perd\u00e3o, mentiras e sacrif\u00edcios. Tudo em um apontamento claro para o amor como justificativa dos atos mais desdenhosos e por muitas vezes claramente ego\u00edstas que tramitam nas decis\u00f5es de cada um dos principais personagens usados na adapta\u00e7\u00e3o. Ousado como se apresenta em cada passagem sua, os di\u00e1logos aqui completam a trama com a pesada armadura que refor\u00e7a o \u00edntimo do elenco de peso aqui utilizado.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image wp-caption aligncenter\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/operiodiconulo.files.wordpress.com\/2017\/10\/c3-filmgrab.jpg?w=790\" alt=\"C3 FilmGrab.jpg\" class=\"wp-image-1506\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O roteiro de <strong>Patrick Maber<\/strong> consegue sangrar os personagens bem cedo na narrativa apenas usando conversa\u00e7\u00f5es bem elaboradas. O feitio de muitos di\u00e1logos orbita ego, ci\u00fame e sobretudo controle das personas que, submetidas como s\u00e3o ao jogo emocional da trama, colocam a cara a tapa na busca pelo que querem&nbsp;\u2014 e todos querem algo. Representando esses avatares de desejos, <strong>Daniel (Jude Law)<\/strong> encara com humildade e no\u00e7\u00e3o vaga do grande jogo o seu relacionamento dividido e indecente. Na sombra do protagonista inicial e de forte \u00edmpeto para a frieza que mais tarde escorre como \u00e1gua por suas m\u00e3os nos di\u00e1logos, <strong>Anna (Julia Roberts)<\/strong> se apoia no autocontrole e independ\u00eancia para maturar estas mesma rela\u00e7\u00f5es. E o poderoso coadjuvante <strong>Larry (Clive Owen)<\/strong>, introduzido de maneira t\u00e3o descomprometida e bem constru\u00edda na acidental ordem de tudo, desenrola pelo carnal sua combatente racionaliza\u00e7\u00e3o do amor e de como as pessoas podem t\u00e3o facilmente senti-lo, destru\u00ed-lo e reconstru\u00ed-lo com um par de decis\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Isolando os tr\u00eas da trama principal, forma-se uma tr\u00edade muito sensata de pessoas reais vivendo um tri\u00e2ngulo abusivo silencioso dentro desta mesma modernidade pl\u00e1stica. Visceral como s\u00e3o nos di\u00e1logos, tomam suas decis\u00f5es individuais com a motiva\u00e7\u00e3o clara e intransigente da personalidade que assumem no come\u00e7o da trama. Nenhum personagem muda radicalmente em&nbsp;<em>Closer \u2013 Perto Demais<\/em>, o que acontece, contudo, \u00e9 uma fatal hip\u00e9rbole do que eles j\u00e1 representavam que mais tarde \u00e9 rasgada e mostrada ao p\u00fablico na sua mais \u00edntima demonstra\u00e7\u00e3o. Feridos e gastos pelo roteiro de Maber que os sangrou, n\u00e3o se importam em cauterizar precariamente os buracos em quem s\u00e3o. \u00c9 nesse momento da trama, mais precisamente pela segunda metade dela, que o filme assume o seu cume dos di\u00e1logos geniais e de t\u00e3o profundo significado para explicar toda a narrativa ali abandonada. O refor\u00e7o dessas falas de t\u00e3o pouca import\u00e2ncia, j\u00e1 que s\u00e3o curtas e bem ef\u00eameras, toma uma grandiosidade vital quando viram tatuagens para quem as escuta e quem as profere.<\/p>\n\n\n\n<p>O pr\u00e1tico \u201deu te amo\u201d dos melodramas \u00e9 em&nbsp;<em>Closer \u2013 Perto Demais<\/em>&nbsp;uma facada ora silenciosa, ora anunciada. Cada relacionamento \u00e9 fadado a ter um fim terrivelmente debilitante para ambas as partes (e um pouco al\u00e9m delas), n\u00e3o levando consigo import\u00e2ncias ou grandes significados. Esse corte feito com tanta facilidade pelas personalidades s\u00f3 serve para ilustrar com mais contraste a inseguran\u00e7a de cada um, embora em n\u00edveis diferentes e que nunca se encontram em real balan\u00e7o. Por um momento as partes de um relacionamento assumem interdepend\u00eancia, mas sentem falta da seguran\u00e7a de um outro na aus\u00eancia dela. Em outras situa\u00e7\u00f5es, o desregrado arb\u00edtrio dos casais passa a servir como arma para que com ela cacem as pr\u00f3prias ambi\u00e7\u00f5es. E se n\u00e3o ca\u00e7am em isolamento, mineram e refinam o que encontram em potencial. O jogo de interesses, ainda que omisso e comportado na primeira metade do filme, n\u00e3o demora para encher a sala onde eventualmente todos se afogam.<\/p>\n\n\n\n<p>Como personagem fundamental para retratar a inconsequ\u00eancia clara de relacionamentos assim direcionadas, a personagem de Natalie Portman preserva a natureza jovem e ignorante ao jogo, embora astuta ao que acontece de novo dentro dele. Ainda que seja a mais atingida pelas mudan\u00e7as laterais dele e se subalterne a Daniel Wolff com a ideia de que o perfeito pode ser o agora, o protagonista faz dela uma ferramenta usada em sua pr\u00f3pria busca pelo real. Com a previs\u00edvel reviravolta de que mais tarde todos os envolvidos descobrem o qu\u00e3o fajutos s\u00e3o seus sentimentos, Alice passa a representar em sua personagem o descart\u00e1vel que desabrocha para o novo, ainda que amassado. Nada se renova na trama, tudo se compele a progredir dentro do mesmo desejo rotativo dos quatro. \u00c9 canalizada por Alice, contudo, a absorvente principal dos erros e das fugas dos outros tr\u00eas. A mais ferida enquanto mais impermeada criatura \u00e9, ironicamente, o grande mote de todos os acontecimentos da trama. Sua presen\u00e7a amea\u00e7a, instiga e naturalmente inspira o novo. No longa, portanto, se torna a respons\u00e1vel por engrenar e manter o eixo girando de personagens que a mant\u00e9m \u00e0 sua sombra, mas n\u00e3o a esquecem.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image wp-caption aligncenter\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/operiodiconulo.files.wordpress.com\/2017\/10\/c2-obvious.png?w=790\" alt=\"C2 Obvious\" class=\"wp-image-1507\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Na busca pelo real dentro da corrente de inspira\u00e7\u00f5es falsas que saem destas rela\u00e7\u00f5es, o drama em&nbsp;<em>Closer \u2013 Perto Demais<\/em>&nbsp;consegue oferecer ao p\u00fablico a experi\u00eancia mais simpl\u00f3ria de uma retrata\u00e7\u00e3o animalesca dos relacionamentos humanos na modernidade. Predando na depend\u00eancia do outro, visando um compromisso ilus\u00f3rio ou projetando um grande final, qualquer um dos personagens, independente de suas motiva\u00e7\u00f5es prim\u00e1rias, sonha com uma estagna\u00e7\u00e3o prop\u00edcia para o que querem. Mais tarde, isso se torna negoci\u00e1vel, e mais tarde que isso, percebem que a \u00fanica maneira de terem algo pr\u00f3ximo ao que desejam \u00e9 desapegando dele e entregando-se ao acaso. E no longa, a apari\u00e7\u00e3o do acaso \u00e9 t\u00e3o inexistente quanto a despreocupa\u00e7\u00e3o com os amores. Ele existe, sempre est\u00e1 ali, mas ningu\u00e9m ousa toc\u00e1-lo pelo medo de perder o grande jogo.<\/p>\n\n\n\n<p>O debate que o filme traz \u00e9 profundamente v\u00e1lido dentro das quest\u00f5es que fazem de homens e mulheres seres humanos. Com sentimentos, virtudes e possuidores desta c\u00e9lula t\u00e3o mut\u00e1vel do amor dentro de si, todos est\u00e3o sujeitos a mudar em grandiosidade para o que s\u00e3o na busca pelo que querem. Quem n\u00e3o muda e se sujeita a viver ao lado de algu\u00e9m que n\u00e3o tomou a mesma decis\u00e3o, inevitavelmente acaba mudando com a for\u00e7a que ela tem e as import\u00e2ncias que compreende. A mensagem mais importante, contudo, \u00e9 a de que o jogo \u00e9 t\u00e3o falso quanto os jogadores e as cartas utilizadas. S\u00e1dico e igualmente realista como \u00e9, s\u00f3 \u00e9 fruto de uma concep\u00e7\u00e3o humana ego\u00edsta e que n\u00e3o se importa realmente em provar o amor, j\u00e1 que declar\u00e1-lo j\u00e1 \u00e9 o suficiente para acorrentar uma falsa fidelidade do outro. Tr\u00e1gico, vazio e profundo,&nbsp;<em>Closer \u2013 Perto Demais<\/em>&nbsp;debate o lado sujo e torrencial do amor como nenhuma outra obra teve a ousadia de fazer.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com uma narrativa desregrada e focada em demonstrar,&nbsp;Closer \u2013 Perto Demais&nbsp;se consolida como uma obra atemporal sobre o amor e suas germinantes virtudes. Comprometido em&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":41,"featured_media":7624,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[1891,1121,1892],"class_list":["post-7623","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-critica","tag-1891","tag-closer","tag-nichols"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Cr\u00edtica | Closer \u2013 Perto Demais (Closer) [2004] - cine<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Cr\u00edtica | Closer \u2013 Perto Demais (Closer) [2004] - cine\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Com uma narrativa desregrada e focada em demonstrar,&nbsp;Closer \u2013 Perto Demais&nbsp;se consolida como uma obra atemporal sobre o amor e suas germinantes virtudes. Comprometido em&hellip;\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"cine\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"http:\/\/facebook.com\/oficialcinematologia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2018-03-30T18:25:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2019-05-05T23:44:37+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cheguemaispertoora.jpg?fit=1400%2C934&ssl=1\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1400\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"934\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Cinematologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@cinematologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@cinematologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Cinematologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/\"},\"author\":{\"name\":\"Cinematologia\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/person\/d1fd42d3b191f08a5b8a593912f30427\"},\"headline\":\"Cr\u00edtica | Closer \u2013 Perto Demais (Closer) [2004]\",\"datePublished\":\"2018-03-30T18:25:00+00:00\",\"dateModified\":\"2019-05-05T23:44:37+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/\"},\"wordCount\":1442,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cheguemaispertoora.jpg?fit=1400%2C934&ssl=1\",\"keywords\":[\"2004\",\"Closer\",\"nichols\"],\"articleSection\":[\"Cr\u00edtica\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/\",\"url\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/\",\"name\":\"Cr\u00edtica | Closer \u2013 Perto Demais (Closer) [2004] - cine\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cheguemaispertoora.jpg?fit=1400%2C934&ssl=1\",\"datePublished\":\"2018-03-30T18:25:00+00:00\",\"dateModified\":\"2019-05-05T23:44:37+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cheguemaispertoora.jpg?fit=1400%2C934&ssl=1\",\"contentUrl\":\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cheguemaispertoora.jpg?fit=1400%2C934&ssl=1\",\"width\":1400,\"height\":934},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Cr\u00edtica | Closer \u2013 Perto Demais (Closer) [2004]\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#website\",\"url\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/\",\"name\":\"cine\",\"description\":\"Conectando pessoas ao mundo da tv.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#organization\",\"name\":\"cine\",\"url\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cropped-header-roxo.png?fit=600%2C198&ssl=1\",\"contentUrl\":\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cropped-header-roxo.png?fit=600%2C198&ssl=1\",\"width\":600,\"height\":198,\"caption\":\"cine\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"http:\/\/facebook.com\/oficialcinematologia\",\"https:\/\/x.com\/cinematologia\",\"http:\/\/instagram.com\/cinematologia\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/person\/d1fd42d3b191f08a5b8a593912f30427\",\"name\":\"Cinematologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/659c36c13c2c34f17885a1769d931f255b624843a333ddb35d334b18d7d808ec?s=96&d=blank&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/659c36c13c2c34f17885a1769d931f255b624843a333ddb35d334b18d7d808ec?s=96&d=blank&r=g\",\"caption\":\"Cinematologia\"},\"url\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/author\/arquivo-cinematologia\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Cr\u00edtica | Closer \u2013 Perto Demais (Closer) [2004] - cine","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Cr\u00edtica | Closer \u2013 Perto Demais (Closer) [2004] - cine","og_description":"Com uma narrativa desregrada e focada em demonstrar,&nbsp;Closer \u2013 Perto Demais&nbsp;se consolida como uma obra atemporal sobre o amor e suas germinantes virtudes. Comprometido em&hellip;","og_url":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/","og_site_name":"cine","article_publisher":"http:\/\/facebook.com\/oficialcinematologia","article_published_time":"2018-03-30T18:25:00+00:00","article_modified_time":"2019-05-05T23:44:37+00:00","og_image":[{"width":1400,"height":934,"url":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cheguemaispertoora.jpg?fit=1400%2C934&ssl=1","type":"image\/jpeg"}],"author":"Cinematologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@cinematologia","twitter_site":"@cinematologia","twitter_misc":{"Escrito por":"Cinematologia","Est. tempo de leitura":"7 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/"},"author":{"name":"Cinematologia","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/person\/d1fd42d3b191f08a5b8a593912f30427"},"headline":"Cr\u00edtica | Closer \u2013 Perto Demais (Closer) [2004]","datePublished":"2018-03-30T18:25:00+00:00","dateModified":"2019-05-05T23:44:37+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/"},"wordCount":1442,"publisher":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cheguemaispertoora.jpg?fit=1400%2C934&ssl=1","keywords":["2004","Closer","nichols"],"articleSection":["Cr\u00edtica"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/","url":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/","name":"Cr\u00edtica | Closer \u2013 Perto Demais (Closer) [2004] - cine","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cheguemaispertoora.jpg?fit=1400%2C934&ssl=1","datePublished":"2018-03-30T18:25:00+00:00","dateModified":"2019-05-05T23:44:37+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#primaryimage","url":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cheguemaispertoora.jpg?fit=1400%2C934&ssl=1","contentUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cheguemaispertoora.jpg?fit=1400%2C934&ssl=1","width":1400,"height":934},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-closer-perto-demais\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Cr\u00edtica | Closer \u2013 Perto Demais (Closer) [2004]"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#website","url":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/","name":"cine","description":"Conectando pessoas ao mundo da tv.","publisher":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#organization","name":"cine","url":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cropped-header-roxo.png?fit=600%2C198&ssl=1","contentUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cropped-header-roxo.png?fit=600%2C198&ssl=1","width":600,"height":198,"caption":"cine"},"image":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["http:\/\/facebook.com\/oficialcinematologia","https:\/\/x.com\/cinematologia","http:\/\/instagram.com\/cinematologia"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/person\/d1fd42d3b191f08a5b8a593912f30427","name":"Cinematologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/659c36c13c2c34f17885a1769d931f255b624843a333ddb35d334b18d7d808ec?s=96&d=blank&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/659c36c13c2c34f17885a1769d931f255b624843a333ddb35d334b18d7d808ec?s=96&d=blank&r=g","caption":"Cinematologia"},"url":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/author\/arquivo-cinematologia\/"}]}},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cheguemaispertoora.jpg?fit=1400%2C934&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p95f5H-1YX","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7623","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/users\/41"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7623"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7623\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17876,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7623\/revisions\/17876"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7624"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7623"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7623"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7623"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}