{"id":7546,"date":"2018-03-27T00:44:33","date_gmt":"2018-03-27T03:44:33","guid":{"rendered":"http:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=7546"},"modified":"2019-02-18T18:57:24","modified_gmt":"2019-02-18T21:57:24","slug":"a-noite-dos-mortos-vivos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/a-noite-dos-mortos-vivos\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | A Noite dos Mortos-Vivos (Night of the Living Dead) (1968)"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota do filme:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" height=\"60\" class=\"wp-image-12257\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Na cultura pop, a tem\u00e1tica zumbi est\u00e1 cada vez mais presente e exerce at\u00e9 um certo dom\u00ednio em boa parte das m\u00eddias. Nos v\u00eddeo-games, gra\u00e7as ao absurdo sucesso da franquia <em><strong>Resident Evil<\/strong><\/em> (que posteriormente tamb\u00e9m seria representada nos cinemas), dezenas de jogos que abordam o assunto acabaram se tornando quase obrigat\u00f3rios a cada nova confer\u00eancia de praticamente todas as empresas produtoras de games, independente da plataforma da qual far\u00e3o parte. Na televis\u00e3o,<em><strong> The Walking Dead<\/strong><\/em> \u00e9 uma das s\u00e9ries de maior sucesso e repercuss\u00e3o, batendo inclusive, recordes de audi\u00eancia ao redor do globo na estr\u00e9ia de sua mais nova temporada. E no cinema, claro, o cen\u00e1rio n\u00e3o seria nem um pouco diferente. Filmes como <em><strong>Exterm\u00ednio (2002)<\/strong><\/em>, <em><strong>Madrugada dos Mortos (2004)<\/strong><\/em>, <em><strong>Zumbil\u00e2ndia (2009)<\/strong><\/em> e <em><strong>Guerra Mundial Z (2013)<\/strong><\/em> impulsionaram de forma categ\u00f3rica o \u00eaxito do tema.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"523\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/MV5BODMzMTlmZmUtNWVkZi00MTQyLTlhMjQtNGJhMTg1MzFiZDc4XkEyXkFqcGdeQXVyMTgzOTAxMzA%40._V1_.jpg?resize=790%2C523&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-7553\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/MV5BODMzMTlmZmUtNWVkZi00MTQyLTlhMjQtNGJhMTg1MzFiZDc4XkEyXkFqcGdeQXVyMTgzOTAxMzA%40._V1_.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/MV5BODMzMTlmZmUtNWVkZi00MTQyLTlhMjQtNGJhMTg1MzFiZDc4XkEyXkFqcGdeQXVyMTgzOTAxMzA%40._V1_.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/MV5BODMzMTlmZmUtNWVkZi00MTQyLTlhMjQtNGJhMTg1MzFiZDc4XkEyXkFqcGdeQXVyMTgzOTAxMzA%40._V1_.jpg?resize=768%2C508&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/MV5BODMzMTlmZmUtNWVkZi00MTQyLTlhMjQtNGJhMTg1MzFiZDc4XkEyXkFqcGdeQXVyMTgzOTAxMzA%40._V1_.jpg?resize=756%2C500&amp;ssl=1 756w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, nem todos sabem que um filme preto e branco de 1968 foi o grande respons\u00e1vel por servir de inspira\u00e7\u00e3o e refer\u00eancia para as obras que estamos mais do que acostumados a acompanhar e amar. <em><strong>A noite dos mortos-vivos (Night of the Living Dead)<\/strong><\/em>, primeiro filme dirigido por <strong>George A. Romero<\/strong>, \u00e9 considerado um dos precursores do g\u00eanero \u2013 tanto que, posteriormente, o diretor seria considerado de forma un\u00e2nime o pai dos zumbis nas telonas. Mesmo n\u00e3o sendo de fato a primeira obra a abordar o assunto de mortos-vivos, o filme determinou uma mudan\u00e7a nas regras do g\u00eanero que perduram at\u00e9 hoje. Aqui, a ideia de vodu e po\u00e7\u00f5es m\u00e1gicas \u2013 consideradas as causadoras das transforma\u00e7\u00f5es nos primeiros filmes do g\u00eanero \u2013 s\u00e3o deixadas de lado, dando lugar \u00e0 representa\u00e7\u00e3o de cad\u00e1veres putrefatos que se movem lentamente de forma desajeitada atr\u00e1s de um peda\u00e7o de carne para se alimentar. Para matar tais criaturas, apenas com um tiro ou golpe certeiro na cabe\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de consolidar o folclore, o filme tamb\u00e9m foi um dos primeiros a mostrar viol\u00eancia gr\u00e1fica nas telas, um dos primeiros a ter um negro como protagonista e um dos filmes independentes de maior sucesso j\u00e1 feitos, com um lucro mais de 263 vezes maior do que o or\u00e7amento inicial investido.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante uma visita rotineira ao t\u00famulo de seu pai, Barbra (<strong>Judith O\u2019Dea<\/strong>) e seu irm\u00e3o Johnny (<strong>Russell Streiner<\/strong>) s\u00e3o surpreendidos por estranhos acontecimentos. O r\u00e1dio do carro come\u00e7a a falhar, assim como os telefones da regi\u00e3o; o cemit\u00e9rio, que costuma ter alguns visitantes nessa \u00e9poca do ano, est\u00e1 completamente vazio; e rel\u00e2mpagos e trov\u00f5es repentinos come\u00e7am a aparecer. Subitamente, um homem bem trajado e aparentemente em estado de transe ataca a dupla, fazendo com que Barbra abandone seu irm\u00e3o e corra em desespero at\u00e9 encontrar abrigo em uma velha casa das redondezas. Ali, a mo\u00e7a posteriormente encontra Ben (<strong>Duane Jones<\/strong>), protagonista do filme, e dois casais que, desesperados, se trancaram no por\u00e3o para proteger e acomodar a jovem filha de um deles, que est\u00e1 gravemente ferida.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"445\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/zombie-night-of-the-living-dead-1968.jpg?resize=790%2C445&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-7550\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/zombie-night-of-the-living-dead-1968.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/zombie-night-of-the-living-dead-1968.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/zombie-night-of-the-living-dead-1968.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/zombie-night-of-the-living-dead-1968.jpg?resize=888%2C500&amp;ssl=1 888w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A casa em quest\u00e3o \u00e9 o cen\u00e1rio principal do filme e o local onde todos tentam tra\u00e7ar um plano para escapar enquanto refor\u00e7am suas estruturas para evitar a invas\u00e3o das centenas de zumbis que cercam o local. Por conta das incertezas sobre o que est\u00e1 acontecendo, diversos conflitos de autoridade e planejamento permeiam a rela\u00e7\u00e3o dos sobreviventes, que, a cada minuto, se torna mais tensa. Isso unido ao fato de que Ben, \u00fanico negro sobrevivente, se coloca como l\u00edder do grupo, visto que \u00e9 o \u00fanico personagem que carrega consigo caracter\u00edsticas como: coragem, proatividade, engenhosidade, racionalidade, e claro, lideran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>A cria\u00e7\u00e3o dos personagens por parte do diretor e roteirista <strong>George A. Romero<\/strong> foi feita de uma maneira inesperada para a \u00e9poca, d\u00e9cada em que os preconceitos raciais estavam em alta nos EUA. Aqui, os personagens brancos s\u00e3o retratados de forma passional, hist\u00e9rica, teimosa, medrosa e at\u00e9 mesmo n\u00e3o muito inteligente em certos momentos. Temos na ambienta\u00e7\u00e3o de um mundo p\u00f3s-apocal\u00edptico habitado por zumbis uma por\u00e7\u00e3o de cr\u00edticas \u00e0 sociedade americana patriarcal, ao racismo e at\u00e9 mesmo \u00e0s v\u00e1rias guerras que o pa\u00eds participou.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos aspectos t\u00e9cnicos, o filme envelheceu super bem. A escolha por uma fotografia completa em preto e branco fez com que a maquiagem, muito simples em diversos figurantes, parecesse algo verdadeiramente realista e que causasse um certo sentimento de desconforto no espectador. A trilha sonora e os efeitos sonoros s\u00e3o altos e vibrantes nas cenas de tens\u00e3o e ditam o ritmo do primeiro e \u00faltimo ato do filme. Unido a isso, temos tamb\u00e9m a presen\u00e7a de diversos cortes propositais, que refor\u00e7am o sentimento de inc\u00f4modo e acabam criando, inclusive, alguns Jump Scares &#8211; algo t\u00e3o comum nos filmes de terror atuais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"704\" height=\"396\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/df512ce61da8445a9386766aefc2.jpg?resize=704%2C396&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-7552\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/df512ce61da8445a9386766aefc2.jpg?w=704&amp;ssl=1 704w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/df512ce61da8445a9386766aefc2.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 704px) 100vw, 704px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Na primeira cena do filme, temos takes com uma c\u00e2mera fixa, acompanhando a partir de 8 cortes de diversos \u00e2ngulos e perspectivas, o caminho do carro dos irm\u00e3os at\u00e9 o cemit\u00e9rio. Feita de forma muito inteligente pelo diretor, a cena d\u00e1 uma no\u00e7\u00e3o de dist\u00e2ncia e isolamento muitos maiores do que de fato s\u00e3o. Mostra tamb\u00e9m que o caminho tortuoso pode ser inevitavelmente sem volta para muitos deles.<\/p>\n\n\n\n<p>O filme \u00e9 um cl\u00e1ssico do cinema e com certeza merece todos os m\u00e9ritos por trazer discuss\u00f5es t\u00e3o importantes \u00e0 tona. Tamb\u00e9m \u00e9 um filme divertido e que surpreende por suas qualidades t\u00e9cnicas. Ainda mais importante, \u00e9 saber e entender de onde foram tiradas praticamente todas as ideias de roteiro e hist\u00f3ria que podemos acompanhar nas centenas de obras de zumbis que temos acesso hoje.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na cultura pop, a tem\u00e1tica zumbi est\u00e1 cada vez mais presente e exerce at\u00e9 um certo dom\u00ednio em boa parte das m\u00eddias. 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