{"id":6022,"date":"2017-12-28T22:44:25","date_gmt":"2017-12-29T01:44:25","guid":{"rendered":"http:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=6022"},"modified":"2017-12-28T22:44:25","modified_gmt":"2017-12-29T01:44:25","slug":"6-obras-primas-subestimadas-de-alfred-hitchcock","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/6-obras-primas-subestimadas-de-alfred-hitchcock\/","title":{"rendered":"6 obras-primas subestimadas de Alfred Hitchcock"},"content":{"rendered":"<p>Oriundo do cinema mudo, Alfred Hitchcock (que dispensa maiores apresenta\u00e7\u00f5es) sempre se apoiou nas imagens para contar as suas hist\u00f3rias. As suas narrativas, extremamente visuais, acabaram criando obras primas que fizeram imenso sucesso de p\u00fablico. As que n\u00e3o fizeram tanto sucesso, tornaram-se cl\u00e1ssicos e s\u00e3o estudadas por seus virtuosismos t\u00e9cnicos e permanecem vivas gra\u00e7as ao seu tom e simbolismos. Ou tudo isso junto. Entretanto, existem obras que n\u00e3o gozam do mesmo prest\u00edgio, apesar de suas qualidades indiscut\u00edveis. A lista abaixo, portanto, tem a inten\u00e7\u00e3o de elencar algumas dessas obras pouco lembradas, mas t\u00e3o geniais quanto as suas primas mais famosas.<\/p>\n<p><strong>Um Barco e Nove Destinos (1944)<\/strong><\/p>\n<p>No auge da segunda guerra mundial, Hitchcock produziu esse filme e gerou certa pol\u00eamica por jogar os seus personagens num dilema moral deveras interessante: quando um navio aliado \u00e9 afundado por uma embarca\u00e7\u00e3o nazista, oito sobreviventes se refugiam em um bote. No meio do caos, acabam resgatando um alem\u00e3o que pode ser o capit\u00e3o da nau alem\u00e3 que os afundou. O que fazer com o homem que teria provocado aquela situa\u00e7\u00e3o catastr\u00f3fica?<\/p>\n<p>\u201cUm Barco e Nove Destinos\u201d foi um fracasso de cr\u00edtica e de p\u00fablico. \u00c9 um flerte do mestre com um cinema pol\u00edtico mais s\u00e9rio, provocador e que tem um subtexto que pretende ser discutido. Trata de um assunto delicado, com um rigor c\u00eanico impressionante: o filme se passa todo no bote salva-vidas. \u00c9 surpreendente como o ritmo n\u00e3o arrefece, pois o roteiro, numa decis\u00e3o brilhante, resolve criar um outro dilema: aquele que em tese deveria morrer, pode ser a salva\u00e7\u00e3o dos n\u00e1ufragos. &#8220;Um Barco e Nove Destinos&#8221; \u00e9 um dos filmes mais obscuros do mestre e, curiosamente, um dos mais virtuosos, s\u00e9rios e equilibrados de toda a sua filmografia. Merece ser redescoberto.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6023\" aria-describedby=\"caption-attachment-6023\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6023 size-large\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Lifeboat.jpg?resize=790%2C582&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"582\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Lifeboat.jpg?resize=1024%2C755&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Lifeboat.jpg?resize=300%2C221&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Lifeboat.jpg?resize=768%2C566&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Lifeboat.jpg?resize=678%2C500&amp;ssl=1 678w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Lifeboat.jpg?w=1598&amp;ssl=1 1598w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6023\" class=\"wp-caption-text\">Um Barco e Nove Destinos<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>\u00a0Correspondente Estrangeiro (1940)<\/strong><\/p>\n<p>Depois de sua carreira finalmente deslanchar na Inglaterra, Hitchcock foi levado para Hollywood pelo produtor David O. Selznick (do monumental \u201c&#8230;E O Vento Levou\u201d). A parceria, apesar de ter rendido \u00f3timos filmes, era extremamente conflituosa. Assim, Selznick acabou \u201cemprestando\u201d Hitchcock para outros est\u00fadios (na Hollywood cl\u00e1ssica, esses empr\u00e9stimos eram comuns, uma vez que os diretores \u201cpertenciam\u201d aos produtores). De um dessas transa\u00e7\u00f5es nasceu \u201cCorrespondente Estrangeiro\u201d: um <em>thriller <\/em>de espionagem excitante que, apesar do seu sucesso inicial &#8211; chegando a ser indicado a 6 Oscar &#8211; n\u00e3o se tornou t\u00e3o famoso quanto \u201cRebecca \u2013 A Mulher Inesquec\u00edvel\u201d<em>, <\/em>que Hitchcock dirigira para Selznick no mesmo ano.<\/p>\n<p>No longa, um jornalista americano \u00e9 enviado ao continente europeu para tentar uma entrevista com um proeminente diplomata holand\u00eas. Um assassinato acaba acontecendo e joga o c\u00ednico jornalista numa complicada trama envolvendo espi\u00f5es e a imin\u00eancia da guerra. Apesar do elenco sem as estrelas de primeira grandeza da \u00e9poca, Hitchcock criou um suspense de primeira (inclusive superior a Rebecca), fotografado num P&amp;B expressionista e repleto de reviravoltas que culminam num cl\u00edmax espetacular a bordo de um avi\u00e3o em queda livre.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6024\" aria-describedby=\"caption-attachment-6024\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6024 size-large\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Correspondente.jpg?resize=790%2C620&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"620\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Correspondente.jpg?resize=1024%2C803&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Correspondente.jpg?resize=300%2C235&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Correspondente.jpg?resize=768%2C602&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Correspondente.jpg?resize=638%2C500&amp;ssl=1 638w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Correspondente.jpg?w=1050&amp;ssl=1 1050w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6024\" class=\"wp-caption-text\">Correspondente Estrangeiro<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Festim Diab\u00f3lico (1948)<\/strong><\/p>\n<p>Outra maravilhosa demonstra\u00e7\u00e3o de virtuosismo t\u00e9cnico e c\u00eanico de Alfred Hitchcock, \u201cFestim Diab\u00f3lico\u201d tem uma trama, digamos&#8230; diab\u00f3lica: dois jovens rapazes resolvem matar um colega de faculdade porque querem provar a si mesmos que existem crimes perfeitos. Numa virada inacreditavelmente macabra, resolvem dar uma pequena festa onde os petiscos ser\u00e3o servidos em cima do ba\u00fa que guarda o corpo da pobre v\u00edtima. Aqui voltamos a um ambiente confinado, a exemplo de \u201cUm Barco e Nove Destinos\u201d: sai o bote salva-vidas, entra o apartamento dos assassinos.<\/p>\n<p>Com \u201cFestim&#8221; Hitchcock foi ambicioso: queria filmar tudo num grande plano sequ\u00eancia. Falhou. Tentou, ent\u00e3o, outra forma de minimizar ao m\u00e1ximo os cortes. Foi criando um cen\u00e1rio que se movesse, de modo a permitir a fluidez das c\u00e2meras e dos atores. Dessa forma, n\u00e3o s\u00e3o as c\u00e2meras que movem, mas o <em>set <\/em> de filmagem! \u00c9 poss\u00edvel contar n\u00e3o mais do que 10 cortes, num filme que tem 80 minutos de dura\u00e7\u00e3o. Tecnicamente brilhante, &#8220;Festim Diab\u00f3lico&#8221; ainda exp\u00f5e uma tensa din\u00e2mica existente na rela\u00e7\u00e3o entre os dois protagonistas, evidenciando, inclusive, um subtexto homoafetivo, algo que passou despercebido \u00e0 \u00e9poca. Ironia e humor negro num brilhante jogo de gato e rato tornam \u201cFestim Diab\u00f3lico\u201d um dos melhores e mais experimentais filmes do mestre do suspense, ainda que n\u00e3o t\u00e3o famoso quanto outros. Curiosamente, \u201cFestim\u201d vem sendo reconhecido por um grupo cada vez maior de cin\u00e9filos e admiradores de Hitchcock, mas ainda \u00e9 comum perceber a sua aus\u00eancia em lista dos melhores trabalhos do mestre do suspense. Obrigat\u00f3rio para quem vai come\u00e7ar a enveredar pelo cinema do mestre do suspense.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6026\" aria-describedby=\"caption-attachment-6026\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6026 size-large\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Rope.jpg?resize=790%2C596&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"596\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Rope.jpg?resize=1024%2C773&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Rope.jpg?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Rope.jpg?resize=768%2C580&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Rope.jpg?resize=175%2C131&amp;ssl=1 175w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Rope.jpg?resize=663%2C500&amp;ssl=1 663w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Rope.jpg?w=1325&amp;ssl=1 1325w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6026\" class=\"wp-caption-text\">Festim Diab\u00f3lico<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>O Homem Errado (1956)<\/strong><\/p>\n<p>Em \u201cO Homem Errado\u201d, Hitchcock visita um tema recorrente em sua filmografia: o do homem comum atirado numa situa\u00e7\u00e3o da qual n\u00e3o tem controle ao ser acusado de algo que n\u00e3o fez. No caso, temos um m\u00fasico (vivido por Henry Fonda) que \u00e9 confundido com um ladr\u00e3o. Preso, ele tentar\u00e1 provar a sua inoc\u00eancia.<\/p>\n<p>Essa produ\u00e7\u00e3o de 1956 acabou sendo esmagada entre os sucessos de \u201cJanela Indiscreta\u201d e \u201cO Homem que Sabia Demais\u201d (lan\u00e7ados em 1954 e 1956, respectivamente) e representa uma mudan\u00e7a radical no tom dos filmes do mestre: trata-se de um drama s\u00e9rio, e at\u00e9 sombrio, com zero humor, conduzido de maneira s\u00f3bria, despida de qualquer arroubo visual e carregado nas tintas do pessimismo. \u00c9 um dos trabalhos mais pessoais de Hitchcock e talvez seja o que possui o seu melhor trabalho na dire\u00e7\u00e3o de atores. Henry Fonda imprime ao seu simpl\u00f3rio Manny uma dramaticidade profunda e tocante, enquanto a Rose de Vera Miles \u00e9 devastadora. Praticamente desconhecido, sendo raramente citado at\u00e9 pelos f\u00e3s do diretor, \u201cO Homem Errado\u201d \u00e9 a tradu\u00e7\u00e3o em celul\u00f3ide das neuroses do seu realizador e, enquanto cinema, se revela uma obra-prima.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6025\" aria-describedby=\"caption-attachment-6025\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6025 size-large\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Wrong-Man.jpg?resize=790%2C616&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"616\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Wrong-Man.jpg?resize=1024%2C799&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Wrong-Man.jpg?resize=300%2C234&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Wrong-Man.jpg?resize=768%2C599&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Wrong-Man.jpg?resize=641%2C500&amp;ssl=1 641w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Wrong-Man.jpg?w=1597&amp;ssl=1 1597w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6025\" class=\"wp-caption-text\">O Homem Errado<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Os 39 Degraus (1935)<\/strong><\/p>\n<p>Antes de emigrar para os EUA, Hitchcock deixou uma marca indel\u00e9vel no cinema ingl\u00eas. Dentre tantas obras especiais, \u201cOs 39 Degraus\u201d \u00e9 um dos destaques. Aqui, um jovem turista chega a Londres e logo se v\u00ea envolvido numa intrincada trama de espionagem e assassinato.<\/p>\n<p>Apesar de alguma inverossimilhan\u00e7a no roteiro, que existe como justificativa para a cria\u00e7\u00e3o de sequ\u00eancias de a\u00e7\u00e3o e suspense eletrizantes, \u201cOs 39 Degraus\u201d representa uma sofistica\u00e7\u00e3o na <em>mise em scene <\/em>de Alfred Hitchcock, com planos mais elaborados e um exerc\u00edcio de t\u00e9cnica salutar, resultando numa obra nunca tediosa e repleta de surpresas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6027\" aria-describedby=\"caption-attachment-6027\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6027 size-large\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/39-steps.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"444\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/39-steps.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/39-steps.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/39-steps.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/39-steps.jpg?resize=889%2C500&amp;ssl=1 889w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/39-steps.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6027\" class=\"wp-caption-text\">Os 39 Degraus<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>A Tortura do Sil\u00eancio (1953)<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de v\u00e1rios longas bem-sucedidos financeiramente, e obras-primas aclamadas, na primeira metade da d\u00e9cada de 40, Alfred Hitchcock enfrentou uma mar\u00e9 de azar que come\u00e7ou em \u201cAgonia de Amor, de 1947, e encontrou o seu ponto alto com o fracasso colossal de \u201cSob o Signo de Capric\u00f3rnio\u201d de 1949. Essa onda perdurou at\u00e9 o limiar da d\u00e9cada seguinte tendo \u201cPacto Sinistro\u201d de 1951 como o ponto de virada. Mesmo sendo posterior a \u201cPacto\u201d, o que conferiria ao mestre do suspense certa confian\u00e7a por parte do p\u00fablico, \u201cA Tortura do Sil\u00eancio\u201d n\u00e3o encontrou nada a n\u00e3o ser desprezo.<\/p>\n<p>Aqui, Hitchcock parece se debru\u00e7ar sobre os assuntos que martelavam a sua cabe\u00e7a, como culpa e religiosidade. Na hist\u00f3ria, o Padre Logan ouve a confiss\u00e3o de um assassino, ficando numa encruzilhada \u00e9tica: deveria ele testemunhar contra o assassino ou manter o segredo de confiss\u00e3o, como roga a sua cren\u00e7a? \u201cTortura\u201d levanta discuss\u00f5es densas e divisivas, o que pode explicar a fuga de um p\u00fablico que procurava algo diferente do tom s\u00e9rio e menos \u201cdivertido\u201d, mesmo com toda a sofistica\u00e7\u00e3o pictogr\u00e1fica t\u00e3o caracter\u00edstica do diretor. Estrelando, temos um Montgomery Clift no auge da carreira.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6028\" aria-describedby=\"caption-attachment-6028\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6028 size-large\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/I-Confess.jpg?resize=790%2C494&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"494\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/I-Confess.jpg?resize=1024%2C640&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/I-Confess.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/I-Confess.jpg?resize=768%2C480&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/I-Confess.jpg?resize=800%2C500&amp;ssl=1 800w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/I-Confess.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6028\" class=\"wp-caption-text\">Tortura do Sil\u00eancio<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Trama Macabra (1976)<\/strong><\/p>\n<p>\u201cTrama Macabra\u201d \u00e9 o derradeiro filme do mestre, e tamb\u00e9m um dos seus mais subestimados trabalhos. Produzido numa \u00e9poca em que o cinema se recuperava do choque realista provocado por &#8220;Tubar\u00e3o&#8221;, esse suspense de humor negro parecia deslocado no tempo, Isso porque, Hitchcock, j\u00e1 com a sa\u00fade bastante debilitada, n\u00e3o abria m\u00e3o do conforto do cen\u00e1rio, evitando gravar externas. Assim, o uso excessivo de <em>chroma key,\u00a0<\/em>entre outras coisas, quase prejudicou a experi\u00eancia de uma plateia que estava se tornando cada vez mais c\u00ednica e pouco paciente com a narrativa antiquada de um velhinho doente.<\/p>\n<p>Em &#8220;Trama&#8221; temos basicamente duas hist\u00f3rias distintas em rota de colis\u00e3o: de um lado, temos um casal de criminosos sequestradores que rapta pessoas para exigir resgates em joias. Do outro, um segundo casal, agora formado por um taxista abobalhado e uma falsa vidente, encarregada de encontrar o herdeiro de uma velha senhora rica. A despeito do tom \u201cartificial\u201d que <em>Hitch <\/em>imp\u00f4s, &#8220;Trama Macabra&#8221; \u00e9 um suspense deliciosamente divertido, recheado com o seu fin\u00edssimo humor ingl\u00eas. As reviravoltas s\u00e3o inteligentes e o filme se revela uma grande e despretensiosa brincadeira. Poucas vezes o canto do cisne de um diretor foi t\u00e3o delicioso.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6029\" aria-describedby=\"caption-attachment-6029\" style=\"width: 847px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6029 \" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Family-Plot.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"444\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Family-Plot.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Family-Plot.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Family-Plot.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6029\" class=\"wp-caption-text\">Trama Macabra<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oriundo do cinema mudo, Alfred Hitchcock (que dispensa maiores apresenta\u00e7\u00f5es) sempre se apoiou nas imagens para contar as suas hist\u00f3rias. 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