{"id":5218,"date":"2017-10-18T12:36:16","date_gmt":"2017-10-18T15:36:16","guid":{"rendered":"http:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=5218"},"modified":"2017-10-18T12:36:16","modified_gmt":"2017-10-18T15:36:16","slug":"filhos-do-paraiso-e-resistencia-no-cinema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/filhos-do-paraiso-e-resistencia-no-cinema\/","title":{"rendered":"\u201cFilhos do Paraiso\u201d e a resist\u00eancia no cinema"},"content":{"rendered":"<div class=\"mceTemp\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-5219\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Filhos-do-Para%C3%ADso-Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"444\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Filhos-do-Para%C3%ADso-Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Filhos-do-Para%C3%ADso-Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Filhos-do-Para%C3%ADso-Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Filhos-do-Para%C3%ADso-Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg?resize=889%2C500&amp;ssl=1 889w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Filhos-do-Para%C3%ADso-Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br \/>\nImagem: Divulga\u00e7\u00e3o\u201cA c\u00e2mera \u00e9 como uma arma, com forte poder de influ\u00eancia\u201d, disse Bahman Ghobadi, diretor. \u00a0Essa frase deixa bem claro o poder do cinema como ferramenta de resist\u00eancia social, pol\u00edtica e formador de ideologia. Assim, as pessoas podem entender determinados filmes como um protesto, uma maneira de representar uma classe que n\u00e3o consegue se defender naquele momento.<\/p>\n<p>Majid Majidi, diretor deste \u201cOs Filhos do Paraiso\u201d talvez tenha pensado nisso no momento de escrita de roteiro e filmagem da obra. Vemos um retrato de como a sensibilidade e a empatia podem superar a falta de recursos financeiros. E somos convidados a enxergar tudo isso pelo ponto de vista de crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Do vi\u00e9s f\u00edlmico, a hist\u00f3ria relatada funciona muito melhor tendo crian\u00e7as nos seus papeis principais, mas, por outro lado, a obra lan\u00e7ada em 1997, quase 20 anos ap\u00f3s o fim da revolu\u00e7\u00e3o iraniana, mostra que o uso de crian\u00e7as pode ter sido para escapar da censura do governo e assim ter a obra sendo exibida no pa\u00eds. E, claro, n\u00e3o h\u00e1 problema nisso, at\u00e9 porque, caso seja esse o motivo, \u00e9 tamb\u00e9m uma forma de resist\u00eancia social.<\/p>\n<p>Um par de sapatos \u00e9 o dominante na hist\u00f3ria, Ali, menino de aproximadamente 12 anos, ap\u00f3s sair para fazer compras para a m\u00e3e e arrumar os sapatos de sua irm\u00e3 Zahra, perde os cal\u00e7ados ap\u00f3s um imprevisto. Como esse era o \u00fanico par pertencente a irm\u00e3, a culpa domina o garoto, e ele decide dividir o seu t\u00eanis (ele tamb\u00e9m tem apenas um) com ela, para a garota poder ir para escola.<\/p>\n<p>Tecnicamente expressivo (como praticamente todo o cinema iraniano), a obra tem como grande ponto positivo a abordagem de assuntos s\u00e9rios de maneira simples, sens\u00edvel, de f\u00e1cil entendimento. O p\u00fablico v\u00ea como funciona os aspectos da cultura iraniana, as rotinas das fam\u00edlias, os comportamentos das pessoas, tudo isso pelos olhos de Ali e Zahra, crian\u00e7as localizadas no meio de tudo aquilo, mesmo que ainda n\u00e3o saibam como as coisas funcionam.<\/p>\n<p>Logo, \u00e9 comovente ver como Zahra nunca fica brava com o irm\u00e3o a ponto de deixar de ajuda-lo e como Ali sente-se culpado por ter perdido os sapatos. A menina, apesar de ficar nervosa com o irm\u00e3o em um primeiro momento (at\u00e9 porque, era o \u00fanico par de sapatos) sempre olha para ele com aquela express\u00e3o doce no olhar, como se ela dissesse \u201cCalma, vai ficar tudo bem, n\u00e3o foi culpa sua\u201d.<\/p>\n<p>Sempre tentando ajuda-la e reparar o erro, Ali tamb\u00e9m usa de sua express\u00e3o para expor o seu arrependimento, ele sente culpa por ter perdido o cal\u00e7ado, ele sabe a import\u00e2ncia daquilo, como ele pr\u00f3prio diz, o pai deles n\u00e3o tem dinheiro para comprar outro, mesmo tendo vontade de fazer isso. \u00c9 como se o menino tentasse, o tempo todo, cuidar da irm\u00e3, e isso explica v\u00e1rias coisas, ele \u00e9 bom aluno na escola n\u00e3o por apenas gostar de estudar, mas tamb\u00e9m por querer ter um bom futuro, ele ajuda em casa (com tarefas domesticas simples) n\u00e3o apenas por conta de ordens da m\u00e3e, mas para que a irm\u00e3 consiga ter uma inf\u00e2ncia, porque aparentemente, ele n\u00e3o teve.<\/p>\n<p>Logo, a proje\u00e7\u00e3o \u00e9 sim, focada na divis\u00e3o de um mesmo par de t\u00eanis, mas, h\u00e1 tamb\u00e9m v\u00e1rias mensagens impl\u00edcitas: o papel de adulto muito cedo na vida, a busca por um futuro melhor para si mesmo e para a irm\u00e3 t\u00e3o amada, o arrependimento por um erro e claro, a exposi\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds p\u00f3s revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Juntando esses aspectos elencados a fluidez de c\u00e2mera, sempre buscando acompanhar os personagens, ao inv\u00e9s de usar cortes para passar uma impress\u00e3o de movimento, \u201cFilhos do Paraiso\u201d \u00e9 um filme rico, socialmente necess\u00e1rio, politicamente engajado e sensivelmente bonito.<\/p>\n<p>Levando isso em considera\u00e7\u00e3o, a cena da corrida merece um destaque especial, apenas ela em separado merece todo um texto, para destacar posicionamento e movimento de c\u00e2mera. Por\u00e9m, o mais valioso na cena \u00e9 vermos como \u00e9 poss\u00edvel nos importarmos um com os outros de tal forma que acabamos por esquecer de n\u00f3s mesmos.<\/p>\n<p>Poucos filmes conseguem expor todos esses sentimentos como \u201cFilhos do Paraiso\u201d, poucas obras t\u00eam essa expressividade. Felizmente, tudo se encaixa aqui com tanta maestria, que nem vemos o tempo passar. Assim como crian\u00e7as n\u00e3o veem a inf\u00e2ncia ir embora. O que resta \u00e9 torcemos para que a inf\u00e2ncia e o filme passem devagar, para aproveitarmos o m\u00e1ximo poss\u00edvel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o\u201cA c\u00e2mera \u00e9 como uma arma, com forte poder de influ\u00eancia\u201d, disse Bahman Ghobadi, diretor. \u00a0Essa frase deixa bem claro o poder do cinema&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":58,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[255,9],"tags":[1440],"class_list":["post-5218","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-analise","category-critica","tag-cinema-iraniano"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - 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