{"id":32299,"date":"2023-08-23T18:18:47","date_gmt":"2023-08-23T21:18:47","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=32299"},"modified":"2023-08-24T11:39:25","modified_gmt":"2023-08-24T14:39:25","slug":"critica-whitney-houston-i-wanna-dance-with-somebody-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-whitney-houston-i-wanna-dance-with-somebody-2022\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Whitney Houston: I Wanna Dance With Somebody (2022)"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\" style=\"text-align:left\">Nota do Filme:<br\/><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12254\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota25.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota25.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota25.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota25.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota25.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota25.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota25.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br\/><\/h3>\n\n\n\n<p>Quando Whitney Houston terminou a sua apresenta\u00e7\u00e3o no programa de Merv Griffin, no ano de 1983, o apresentador alertou o p\u00fablico que o assistia: <em>\u201cVoc\u00eas n\u00e3o v\u00e3o esquecer esse nome!\u201d<\/em>. Assim foi feito e desde ent\u00e3o Whitney passaria a fazer parte de um imagin\u00e1rio cultural que parecia representar idealmente um mito de uma democracia racial americana em um per\u00edodo conturbado para o pa\u00eds. A int\u00e9rprete de cl\u00e1ssicos eternizados nas paix\u00f5es e desilus\u00f5es de bilh\u00f5es de pessoas era amada por todas as tribos e se tornou a Princesa Americana, um s\u00edmbolo que n\u00e3o representava nem um ter\u00e7o da mulher que ela era e poucos conheciam. O sucesso estratosf\u00e9rico fez com que Whitney abrisse m\u00e3o de muita coisa, principalmente a si mesma. Essa dan\u00e7a entre o glamour e a simplicidade \u00e9 o que a cinebiografia <strong><em>Whitney Houston: I Wanna Dance With Somebody<\/em><\/strong><em> <\/em>tenta apresentar ao p\u00fablico, tra\u00e7ando os primeiros movimentos da artista no mundo da m\u00fasica, passando pelos altos e baixos da sua carreira e rela\u00e7\u00f5es pessoais, at\u00e9 a sua despedida tr\u00e1gica do showbusiness.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"527\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/i-wanna-dance-with-somebody.webp?resize=790%2C527&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-32304\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/i-wanna-dance-with-somebody.webp?w=2500&amp;ssl=1 2500w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/i-wanna-dance-with-somebody.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/i-wanna-dance-with-somebody.webp?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/i-wanna-dance-with-somebody.webp?resize=2048%2C1366&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/i-wanna-dance-with-somebody.webp?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Dirigida por <strong>Kasi Lemmons<\/strong> e estrelado por <strong>Naomi Ackie<\/strong>, a obra, nessa tentativa de abordar todos os grandes acontecimentos dessa trajet\u00f3ria, n\u00e3o consegue encontrar um ritmo e, portanto, nenhuma constru\u00e7\u00e3o que fa\u00e7a jus \u00e0 grandeza dessa mulher e int\u00e9rprete errante. Sob uma linguagem c\u00e9lere e rasa, o roteiro se apresenta como um produto que tem pressa de chegar ao seu auge, nesse caso o decl\u00ednio, ao mesmo tempo que n\u00e3o esconde o medo de se aprofundar no seu objeto de cria\u00e7\u00e3o. \u00c9, portanto, um longa mais interessado em servir \u00e0 uma cronologia do que mergulhar no seu personagem, j\u00e1 que n\u00e3o existe um <em>leit motiv<\/em> e muito menos um tom estabelecido. Nos seus primeiros atos, essenciais para a compreens\u00e3o da personagem, o que vemos \u00e9 semelhante \u00e0 uma colagem das suas primeiras fases enquanto uma jovem adolescente e adulta, visto que a dire\u00e7\u00e3o assume uma linguagem que n\u00e3o permite que as cenas se expandam o suficiente e nas quais n\u00e3o h\u00e1 defini\u00e7\u00e3o do seu foco. O constante uso de uma c\u00e2mera em movimento marcada por um tremor acompanhado de uma montagem repleta de cortes,  planos banais e passagens de tempo\u00a0refletem esse af\u00e3 da obra em chegar logo no lugar eternizado do imagin\u00e1rio cultural tanto das conquistas quanto das pol\u00eamicas p\u00fablicas.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"I WANNA DANCE WITH SOMEBODY - Official Trailer (HD)\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9tfemzaMkoU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 compreens\u00edvel esse desejo diante da possibilidade de haver uma maior conex\u00e3o com a grande maioria do p\u00fablico, que anseia pelo drama e ascens\u00e3o. No entanto, em termos f\u00edlmicos, chegar nesse lugar sem qualquer aprofundamento pr\u00e9vio, tanto narrativo quanto imag\u00e9tico, em nenhum dos aspectos primordiais da sua vida enfraquece o que vem a seguir &#8211; nesse caso, a ang\u00fastia, o uso das drogas, o casamento conturbado com Bobby Brown e os pais e, por fim, a trag\u00e9dia anunciada. Quem Whitney foi antes da descoberta e sua viv\u00eancia no passado n\u00e3o deveriam servir aqui apenas para cumprir uma passagem de tempo. Suas motiva\u00e7\u00f5es, desejos, pensamentos e rela\u00e7\u00f5es pessoais s\u00e3o essenciais para a compreens\u00e3o da complexidade dessa mulher e s\u00e3o a chave para muitas das suas atitudes e escolhas em sua fase mais madura. Sendo assim, o filme joga contra si mesmo e situa\u00e7\u00f5es e rela\u00e7\u00f5es pontuais s\u00e3o desperdi\u00e7adas, sem que elas assumam o seu pr\u00f3prio cl\u00edmax, como \u00e9 o caso da sua sa\u00edda de casa, a rela\u00e7\u00e3o com a Robyn, os primeiros sucessos. \u00c9 um filme que n\u00e3o se permite respirar em grande parte da sua dura\u00e7\u00e3o e h\u00e1 sempre uma expectativa que nunca \u00e9 alcan\u00e7ada, deixando-nos com o gosto de quero mais, pois entendemos que h\u00e1 uma import\u00e2ncia e relev\u00e2ncia presente ali que far\u00e1 falta mais a frente. \u00c9 uma corrida sem recompensas dado ao fato de que, para chegar ao que seria considerado o seu \u00e1pice, o longa abriu m\u00e3o at\u00e9 mesmo de sequ\u00eancias essenciais, como as de grandes hits da carreira, os filmes estrelados, dentre outros, e o pouco que foi visto \u00e9 constru\u00eddo de forma r\u00e9s, sem que a decupagem e <em>mise en sc\u00e8ne<\/em> transmitam qualquer impacto.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/dance1-1-c995-videoSixteenByNine3000-1-scaled.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-32308\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/dance1-1-c995-videoSixteenByNine3000-1-scaled.jpg?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/dance1-1-c995-videoSixteenByNine3000-1-scaled.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/dance1-1-c995-videoSixteenByNine3000-1-scaled.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/dance1-1-c995-videoSixteenByNine3000-1-scaled.jpg?resize=2048%2C1152&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/dance1-1-c995-videoSixteenByNine3000-1-scaled.jpg?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Nos seus atos finais, o longa de Lemmons parece compreender a import\u00e2ncia da delonga e permite que algumas cenas possam se prolongar, sem que sofra muitos cortes ou o uso da movimenta\u00e7\u00e3o [sutilmente] inquieta da c\u00e2mera. Isso acontece, principalmente, nas cenas nas quais vemos Whitney em um lugar mais vulner\u00e1vel, mais humano, e n\u00e3o \u00e0 toa s\u00e3o as sequ\u00eancias mais fortes do filme. S\u00e3o os momentos onde o filme parece priorizar a sua personagem, suas facetas e emo\u00e7\u00f5es, abrindo espa\u00e7o para um mergulho mais profundo em quem essa mulher pode ter sido. H\u00e1 um entendimento impl\u00edcito de que s\u00e3o momentos grandiosos, individualmente, mas que, dentro do contexto geral, parece desconexo da obra que existe at\u00e9 ali. S\u00e3o nas cenas com o pai, filha, um f\u00e3 e ex-marido, sem falar da sequ\u00eancia do seu comeback na Oprah, que come\u00e7amos a ter um vislumbre maior de como a jovem Whitney conversa com a adulta. Conseguimos aqui nos conectar mais diretamente e ativamente com o filme j\u00e1 que compreendemos as universais emo\u00e7\u00f5es do ser humano. Mesmo com a simplicidade do texto, sem grandes nuances, a condu\u00e7\u00e3o permite que as interpreta\u00e7\u00f5es mostrem al\u00e9m das palavras, se prevalecendo do sens\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/MV5BYmQwMWYyM2EtNGJjYS00OGY1LTgyZjEtYWEzMGFkZWRkYTNkXkEyXkFqcGdeQXZ3ZXNsZXk%40._V1_-scaled.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-32309\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/MV5BYmQwMWYyM2EtNGJjYS00OGY1LTgyZjEtYWEzMGFkZWRkYTNkXkEyXkFqcGdeQXZ3ZXNsZXk%40._V1_-scaled.jpg?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/MV5BYmQwMWYyM2EtNGJjYS00OGY1LTgyZjEtYWEzMGFkZWRkYTNkXkEyXkFqcGdeQXZ3ZXNsZXk%40._V1_-scaled.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/MV5BYmQwMWYyM2EtNGJjYS00OGY1LTgyZjEtYWEzMGFkZWRkYTNkXkEyXkFqcGdeQXZ3ZXNsZXk%40._V1_-scaled.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/MV5BYmQwMWYyM2EtNGJjYS00OGY1LTgyZjEtYWEzMGFkZWRkYTNkXkEyXkFqcGdeQXZ3ZXNsZXk%40._V1_-scaled.jpg?resize=2048%2C1152&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/MV5BYmQwMWYyM2EtNGJjYS00OGY1LTgyZjEtYWEzMGFkZWRkYTNkXkEyXkFqcGdeQXZ3ZXNsZXk%40._V1_-scaled.jpg?resize=1920%2C1080&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/MV5BYmQwMWYyM2EtNGJjYS00OGY1LTgyZjEtYWEzMGFkZWRkYTNkXkEyXkFqcGdeQXZ3ZXNsZXk%40._V1_-scaled.jpg?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Whitney Houston: I Wanna Dance With Somebody<\/em><\/strong> \u00e9, portanto, um desperd\u00edcio de narrativa, que tinha em m\u00e3os uma trajet\u00f3ria singular e que foi transpassada por grandes situa\u00e7\u00f5es que, infelizmente, nunca ser\u00e3o anacr\u00f4nicos &#8211; como racismo e colorismo, o v\u00edcio \u00e0s drogas, homofobia, etc. \u00c9 claro que o filme n\u00e3o tem obriga\u00e7\u00e3o alguma de levantar qualquer bandeira, afinal, uma obra cinematogr\u00e1fica n\u00e3o deve nunca servir aos nossos ideais, mas, a partir do momento que a hist\u00f3ria da personagem vem carregada de tamanha pot\u00eancia e pluralidade, porqu\u00ea escolher acenar para todas essas camadas e n\u00e3o explor\u00e1-las dentro dessa jornada? Afinal, Whitney foi quem foi exatamente por conta disso e, a partir do momento que o filme escolhe transitar por algumas delas de forma rasa, anula completamente uma grande parte da sua personagem dentro desse universo t\u00e3o bem recriado sob o olhar cuidadoso e afetuoso da arte e caracteriza\u00e7\u00e3o. Nessa vontade de falar sobre tudo, terminou-se por n\u00e3o falar quase nada. <em>(Recomendo que assistam ao document\u00e1rio <\/em><strong><em>Whitney<\/em><\/strong><em>, lan\u00e7ado um ano antes do filme e que preenche lacunas importantes da obra de Lemmons.)&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"526\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/whitnbeyrobyn.jpg?resize=790%2C526&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-32302\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/whitnbeyrobyn.jpg?w=1300&amp;ssl=1 1300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/whitnbeyrobyn.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo que sem muita inventividade est\u00e9tica e formal, o longa estrelado por Naomi, apesar de tudo, demonstra respeito pelo legado \u00e0 frente do p\u00fablico de sua personagem, enaltece seu talento e conquistas ao inv\u00e9s de terminar a sua hist\u00f3ria somente em um quarto de hotel. A atriz Naomi Ackie brilha no papel e \u00e9 poss\u00edvel sentir o apre\u00e7o e admira\u00e7\u00e3o que a mesma sente por Houston na sua interpreta\u00e7\u00e3o extremamente diligente e carinhosa. Whitney Houston e sua voz transcendem para lugares que ainda n\u00e3o entendemos e quando sa\u00edmos com a imagem desse \u00edcone fazendo hist\u00f3ria ao cantar o medley de <em>\u201cI Loves you, Porgy\u201d<\/em>, <em>\u201cAnd I\u2019m Telling You I\u2019m not Going\u201d<\/em> e <em>\u201cI Have Nothing\u201d<\/em> no evento American Music Award em 1994 e entendemos que, mesmo em meio \u00e0s intemp\u00e9ries da vida, ela nunca poderia ser definida pelos fardos do caminho e que seu lugar de mito n\u00e3o vem do idealizado: vem exatamente do fato dela conseguir proferir o et\u00e9reo com toda a sua intensa humanidade.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando Whitney Houston terminou a sua apresenta\u00e7\u00e3o no programa de Merv Griffin, no ano de 1983, o apresentador alertou o p\u00fablico que o assistia: \u201cVoc\u00eas&hellip; 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