{"id":31914,"date":"2023-05-06T09:50:51","date_gmt":"2023-05-06T12:50:51","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=31914"},"modified":"2023-05-06T09:50:54","modified_gmt":"2023-05-06T12:50:54","slug":"critica-suzume-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-suzume-2023\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Suzume [2023]"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota do Filme:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" height=\"60\" class=\"wp-image-12258\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>\u201c\u00d3 Deuses Divinos que habitam embaixo desta terra. V\u00f3s nos protegeis por gera\u00e7\u00f5es, vossas montanhas e rios que chamamos de nossos\u2026eu os devolvo pra voc\u00eas!\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>Souta<\/em>\/<em>Suzume<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><em>Suzume <\/em>segue a hist\u00f3ria da personagem-t\u00edtulo (Nanoka Hara na dublagem original e Mayara Stefane na brasileira), uma aluna de 17 anos prestes a se formar e que, desde a morte de sua m\u00e3e, quando ainda tinha 5 anos, vive com sua tia Tamaki (Eri Fukatsu na dublagem original e Shallana Costa na brasileira). Um dia, a caminho de sua escola, esbarra em Souta (Hokuto Matsumura na dublagem original e F\u00e1bio Lucindo na brasileira), jovem misterioso de 21 anos que tem a miss\u00e3o de fechar portas que, se permanecerem abertas, causar\u00e3o grandes desastres naturais no Jap\u00e3o. Por circunst\u00e2ncias do destino, ambos devem se ajudar para impedir uma grande cat\u00e1strofe no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Ap\u00f3s trabalhos consistentes, Makoto Shinkai viu o seu nome ser elevado ao grupo de grandes diretores de anima\u00e7\u00f5es japonesas com o lan\u00e7amento de <a href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-your-name-kimi-no-na-wa\/\"><em>Your Name<\/em><\/a>, ainda em 2016, obra essa que, para muitos, permanece como o seu <em>magnum opus<\/em>. Seu estilo, tal qual alguns dos \u201ccompanheiros\u201d desse seleto grupo, como Hayao Miyazaki, Satoshi Kon e Mamoru Hosoda \u2013 apenas para citar alguns \u2013, \u00e9 bastante autoral e facilmente percept\u00edvel, de modo que a audi\u00eancia rapidamente identifica quando um filme conta com a sua dire\u00e7\u00e3o\/escrita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A come\u00e7ar pelo lado visual, baseado em lugares reais do Jap\u00e3o com forte satura\u00e7\u00e3o e contraste entre luz e sombras. H\u00e1, tamb\u00e9m, uma eleva\u00e7\u00e3o desse realismo, quase como se os cen\u00e1rios, sempre estonteantes, fossem vers\u00f5es aprimoradas da realidade. Narrativamente, aborda de maneira majorit\u00e1ria rela\u00e7\u00f5es interpessoais e seus inevit\u00e1veis obst\u00e1culos, como por exemplo dist\u00e2ncia (<em>Cinco Cent\u00edmetros por Segundo<\/em>) ou tempo (<em>Jardim das Palavras<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"381\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/2.jpeg?resize=790%2C381&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-31918\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/2.jpeg?w=1140&amp;ssl=1 1140w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/2.jpeg?resize=768%2C371&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A bem da verdade, esse \u201cestilo\u201d rendeu cr\u00edticas ao cineasta, sob a alega\u00e7\u00e3o de que suas obras acabariam por repetir as mesmas f\u00f3rmulas, argumento esse, se n\u00e3o infundado, no m\u00ednimo injusto. Afinal, n\u00e3o se v\u00ea coment\u00e1rios semelhantes \u2013 ao menos n\u00e3o com a mesma frequ\u00eancia \u2013 sobre os trabalhos de diversas outras pessoas. Nesse sentido, mais parece haver resist\u00eancia \u00e0 sua ascens\u00e3o, o que n\u00e3o seria um problema <em>per si<\/em>, desde que n\u00e3o travestida de cr\u00edtica construtiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Desde 2016, Shinkai passou a inserir e se utilizar de desastres naturais como elementos narrativos, algo que nos permite, inclusive, enquadrar os seus mais recentes trabalhos (<em>Your Name<\/em>, <em>O Tempo com Voc\u00ea<\/em> e <em>Suzume<\/em>) como uma trilogia, conectados pela tem\u00e1tica abordada \u2013 semelhante \u00e0 Trilogia da Vingan\u00e7a, de Park Chan-wook (<em>Mr. Vingan\u00e7a<\/em>, <em>Oldboy<\/em> e <em>Lady Vingan\u00e7a<\/em>). Neste filme, por\u00e9m, a abordagem \u00e9 pr\u00e1tica, real, e extremamente pessoal ao diretor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Em que pese a familiaridade de brasileiros a eventos catastr\u00f3ficos que afetam incont\u00e1veis pessoas, como o Rompimento de Brumadinho e o Inc\u00eandio da Boate Kiss \u2013 apenas para citar alguns \u2013, a experi\u00eancia japonesa acaba sendo muito mais intensa. A conviv\u00eancia do pa\u00eds com desastres naturais, como tsunamis e terremotos, d\u00e1 uma perspectiva \u00fanica quanto \u00e0 essa problem\u00e1tica. Isto porque, enquanto as nossas maiores trag\u00e9dias nacionais poderiam ser evitadas por meio de mecanismos de controle melhor desenhados, o mesmo n\u00e3o pode ser dito quanto aos eventos pelos quais passam os japoneses, n\u00e3o sendo poss\u00edvel, por exemplo, impedir movimentos na crosta terrestre.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"331\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/1.jpg?resize=790%2C331&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-31917\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/1.jpg?resize=768%2C322&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Em <em>Suzume<\/em>, em que pese a aus\u00eancia de confirma\u00e7\u00e3o em tela, h\u00e1 elementos suficientes para que a audi\u00eancia perceba que o desastre que vitimou a m\u00e3e da protagonista \u2013 e que dialoga com toda a tem\u00e1tica envolvendo as portas e lembran\u00e7as do passado \u2013 foi, justamente, o <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Sismo_e_tsun%C3%A2mi_de_Tohoku_em_2011\">Grande Terremoto do Leste do Jap\u00e3o<\/a>, que ocorreu em 2011 e chegou, at\u00e9 mesmo, a acarretar uma cat\u00e1strofe nuclear. Pode-se inferir que o evento inspirou os outros trabalhos recentes do diretor, contudo, aqui, a ocorr\u00eancia \u00e9 direta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">\u00c9 dif\u00edcil compreender a magnitude do terremoto que vitimou quase 20.000 pessoas e que deixou sequelas em todos que viviam no pa\u00eds. Shinkai, que \u00e0 \u00e9poca morava em T\u00f3quio, sentiu em primeira m\u00e3o como esse momento afetou toda a na\u00e7\u00e3o e busca, por meio desta obra, relembrar essa quest\u00e3o. Um modo elegante e simples de tratar de uma quest\u00e3o complexa, para ligar as gera\u00e7\u00f5es mais novas \u00e0s mais antigas, afinal, a trag\u00e9dia de 2011 aconteceu h\u00e1 12 anos, conforme ele pr\u00f3prio reconhece:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>\u201cPassaram-se doze anos desde ent\u00e3o. A gera\u00e7\u00e3o mais jovem do Jap\u00e3o que n\u00e3o tem mem\u00f3rias do desastre est\u00e1 aumentando. No entanto, aquele foi um acontecimento enorme que literalmente abalou violentamente todo o Jap\u00e3o. A recupera\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o terminou. Portanto, ao representar o terremoto em uma obra de entretenimento, eu penso que consegui conectar a gera\u00e7\u00e3o mais jovem com as mem\u00f3rias do que aconteceu.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em><a href=\"https:\/\/jovemnerd.com.br\/nerdbunker\/suzume-entrevista-makoto-shinkai\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Makoto Shinkai<\/a><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4.jpeg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-31916\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4.jpeg?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4.jpeg?resize=1536%2C863&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4.jpeg?resize=2048%2C1151&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4.jpeg?resize=1920%2C1080&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4.jpeg?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A jornada de Suzume e Souta, ent\u00e3o, tem como tem\u00e1tica central n\u00e3o apenas superar acontecimentos ruins, mas, verdadeiramente, reconciliar-se com o passado \u2013 em especial, a protagonista, que ainda n\u00e3o conseguiu processar de maneira correta o trauma deixado pela morte de sua m\u00e3e. Nesse sentido, \u00e9 interessante notar como o diretor se utiliza de portas como uma met\u00e1fora sobre ancestralidade, supera\u00e7\u00e3o e cura. N\u00e3o \u00e0 toa, elas apenas podem ser fechadas quando nos conectamos \u00e0s lembran\u00e7as daqueles que l\u00e1 viveram:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>\u201cPrecisamos pensar em como devemos fechar as muitas portas que deixamos abertas\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em><a href=\"https:\/\/www.crunchyroll.com\/pt-br\/anime-news\/2022\/04\/10\/suzume-no-tojimari-novo-filme-de-makoto-shinkai-ganha-seu-primeiro-trailer-e-previso-de-estreia-para-11-de-novembro-de-2022-no-japo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Makoto Shinkai<\/a><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Dessa maneira, o cineasta busca representar o inerente desejo de viver \u2013 n\u00e3o apenas de existir \u2013 do ser humano. Em que pese a proximidade di\u00e1ria com a morte, os personagens escolhem, sempre, persistir. Assim, a reconcilia\u00e7\u00e3o com o passado se presta, tamb\u00e9m, a permitir uma vida totalmente plena.<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, em que pese a tem\u00e1tica, \u00e9 interessante notar como esse talvez seja o filme mais engra\u00e7ado do diretor. A mera transforma\u00e7\u00e3o de um dos protagonistas em uma pequena <em>cadeira de madeira amarela com tr\u00eas pernas<\/em> convida o espectador a esse cen\u00e1rio mais c\u00f4mico. H\u00e1, de fato, diversas oportunidades em que o absurdo da situa\u00e7\u00e3o, por si s\u00f3, far\u00e1 com que a audi\u00eancia ria. Uma escolha acertada para balancear o peso da narrativa, evitando que a experi\u00eancia se tornasse excessivamente dolorosa. Essa transforma\u00e7\u00e3o, inclusive, acaba por funcionar como um mecanismo narrativo que aumenta a conex\u00e3o entre os personagens, afinal, cria uma codepend\u00eancia inevit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"331\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/3.jpg?resize=790%2C331&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-31919\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/3.jpg?w=1504&amp;ssl=1 1504w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/3.jpg?resize=768%2C322&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Sobre o tema, ainda, seria imposs\u00edvel n\u00e3o mencionar a maior controv\u00e9rsia de <em>Suzume<\/em>: a diferen\u00e7a de idade entre o casal. Quest\u00e3o pol\u00eamica, alimentou certa discuss\u00e3o, sobretudo considerando a menoridade da personagem-t\u00edtulo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Contudo, faz-se necess\u00e1rio ressaltar que, em que pese o assunto, no m\u00ednimo, atrair aten\u00e7\u00e3o de grande parte da audi\u00eancia internacional \u2013 em especial nos Estados Unidos \u2013, o car\u00e1ter rom\u00e2ntico do relacionamento acaba por ocupar uma posi\u00e7\u00e3o mais secund\u00e1ria na trama, quase reduzido a algo plat\u00f4nico. A conex\u00e3o entre os dois transcende o interesse amoroso, como por diversas vezes ocorre no Cinema, podendo-se citar como exemplos <em>Encontros e Desencontros<\/em> (Sofia Coppola) e <em>Jardim de Palavras<\/em> (do pr\u00f3prio Makoto Shinkai), obras nas quais pessoas se ligam por raz\u00f5es diversas que n\u00e3o o romance.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Aqui, h\u00e1 uma proemin\u00eancia de senso de dever, pelo posto de Souta como guardi\u00e3o respons\u00e1vel pelas portas, e responsabilidade, pelo passado tr\u00e1gico de Suzume e seu papel nos desastres seguintes. N\u00e3o deixa de ser, entretanto, algo que pode chamar certa aten\u00e7\u00e3o, especialmente considerando que n\u00e3o era estritamente necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">De toda forma, <em>Suzume<\/em> consegue abordar tem\u00e1ticas extremamente interessantes e, mais ainda, pertinentes de forma leve e atrativa. Os belos visuais e roteiro inteligente conjugam as duas facetas da hist\u00f3ria \u2013 a trag\u00e9dia e a com\u00e9dia \u2013 de maneira competente. Esses fatores, aliados a personagens extremamente cativantes \u2013 em especial a protagonista \u2013 faz com que esse seja, at\u00e9 o momento, um dos melhores filmes do ano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em &#8220;Suzume&#8221;, Makoto Shinkai aborda,  de maneira direta, um evento traum\u00e1tico para o Jap\u00e3o. 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