{"id":31526,"date":"2022-11-10T11:36:20","date_gmt":"2022-11-10T14:36:20","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=31526"},"modified":"2022-11-10T11:36:23","modified_gmt":"2022-11-10T14:36:23","slug":"critica-armageddon-time-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-armageddon-time-2022\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Armageddon Time (2022)"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota do Filme:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12256\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Desde os primeiros minutos, <strong><em>Armageddon Time<\/em><\/strong> deixa claro que \u00e9 um filme que vai abordar mem\u00f3rias muito \u00edntimas e pessoais. A sequ\u00eancia inicial \u00e9 longa e at\u00e9 um pouco desconfort\u00e1vel, mas, nela, o longa consegue estabelecer o sentimento nost\u00e1lgico de uma fase em que a vida ainda \u00e9 f\u00e1cil e inconsequente. Nela, assistimos Paul (<strong>Banks Repeta<\/strong>) em seu primeiro dia de aula no sexto ano de um col\u00e9gio p\u00fablico no sub\u00farbio de Nova York. Um professor pouco amig\u00e1vel d\u00e1 boas-vindas aos alunos e fala sobre a import\u00e2ncia de crescer e as responsabilidades que v\u00eam com a idade. Paul, \u00e9 claro, ainda n\u00e3o entende o que est\u00e1 por vir: as dores de descobrir o que \u00e9 moralmente correto, as obriga\u00e7\u00f5es, o preconceito, a morte. <strong><em>Armageddon Time<\/em><\/strong> tem seus defeitos, mas consegue absoluto sucesso em resgatar a brutalidade que, por vezes, marca o encontro entre a inf\u00e2ncia e a vida real.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Armageddon Time<\/em><\/strong> \u00e9, de fato, sobre o fim de uma era e o come\u00e7o de tudo. O filme \u00e9 ambientado no ano de 1980, durante as elei\u00e7\u00f5es que tornariam <strong>Ronald Regan<\/strong> o 40\u00ba presidente dos Estados Unidos, justamente um mandato que colocaria em jogo conceitos muito diferentes de governo. \u00c9 neste cen\u00e1rio altamente polarizado que assistimos \u00e0 fam\u00edlia Graff viver momentos decisivos e bastante complexos. Atrav\u00e9s do olhar de Paul, um menino sonhador e inconsequente, o longa discute falhas no sistema escolar americano, rela\u00e7\u00e3o entre pais e filhos, racismo, antissemitismo, o sonho de se trabalhar com o que gosta. Durante o filme, somos transportados para uma hist\u00f3ria bastante cotidiana, formada por mem\u00f3rias n\u00edtidas que carregam uma profundidade t\u00e3o palp\u00e1vel quanto a vida de cada um de n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p>O respons\u00e1vel por estas recorda\u00e7\u00f5es \u00e9 o diretor, roteirista e produtor <strong>James Gray<\/strong>, que faz aqui, provavelmente, o trabalho mais pessoal de sua carreira. Elogiado por <a href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-ad-astra-rumo-as-estrelas-ad-astra-2019\/\"><em>Ad Astra<\/em> (2019)<\/a> e <a href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-z-a-cidade-perdida\/\"><em>Z: A Cidade Perdida<\/em> (2016)<\/a>, longas que exploram realidades muito diferentes, \u00e9 vis\u00edvel o quanto o realizador se sente \u00e0 vontade ao retratar Nova York em seus filmes. Seja em <em>Era Uma Vez em Nova York<\/em> (2013), <em>Amantes<\/em> (2008) ou <em>Os Donos do Mundo<\/em> (2007), James Gray consegue alcan\u00e7ar um n\u00edvel de ode e intimidade muito caracter\u00edsticos quando se trata de colocar a cidade natal em cena. Com <strong><em>Armageddon Time<\/em><\/strong> n\u00e3o poderia ser diferente, ainda mais pelo tom nost\u00e1lgico e refer\u00eancias t\u00e3o espec\u00edficas \u00e0 inf\u00e2ncia da classe m\u00e9dia daquela \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"527\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/armageddon-time2.jpg?resize=790%2C527&#038;ssl=1\" alt=\"Banks Repeta e Jaylin Webb em cena de Armageddon Time.\" class=\"wp-image-31528\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/armageddon-time2.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/armageddon-time2.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Gray \u00e9 um diretor que tende a receber opini\u00f5es diversas quanto \u00e0 maneira mais lenta com que dirige seus filmes. Por\u00e9m este, em espec\u00edfico, n\u00e3o poderia ser filmado de outro jeito. Para aqueles que curtem um drama familiar, <strong><em>Armageddon Time<\/em><\/strong> \u00e9 um prato cheio justamente porque acompanha o dia a dia da fam\u00edlia Graff sem pressa. Tanto dire\u00e7\u00e3o quanto roteiro se demoram ao estabelecer a rela\u00e7\u00e3o entre os membros da fam\u00edlia, escolhe a dedo aquilo que vai ser mostrado e o que fica na nossa imagina\u00e7\u00e3o, \u00e9 realmente um trabalho cuidadoso e at\u00e9 bastante imersivo. \u00c9 verdade que o roteiro n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o redondinho quanto deveria ser, ficam alguns questionamentos e pontas soltas, alguns personagens poderiam ganhar um pouco mais de desenvolvimento, mas este n\u00e3o deixa de ser um projeto dos mais tocantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de se passarem em \u00e9pocas e lugares completamente diferentes, <strong><em>Armageddon Time<\/em><\/strong> lembra muito o recente <a href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-belfast-2021\/\"><em>Belfast<\/em> (2021)<\/a>, criado a partir da mem\u00f3ria do ator, diretor e roteirista <strong>Kenneth Branagh<\/strong>. O filme de Branagh encantou pelo tom alegre e at\u00e9 c\u00f4mico com que retratou a inf\u00e2ncia de um menino em meio ao conflito religioso que tomou a Irlanda do Norte nos anos 60. O pequeno universo em que vive Buddy parece intoc\u00e1vel, a guerra que acontece do lado de fora n\u00e3o parece interferir tanto em suas aventuras e descobertas. Mas ao contr\u00e1rio dele, <strong><em>Armageddon Time<\/em><\/strong> \u00e9 um aut\u00eantico \u201ccoming of age\u201d, um filme sobre amadurecimento, e como tal n\u00e3o deixa de abordar as dores que vem com o crescimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Gray n\u00e3o tem inten\u00e7\u00e3o de disfar\u00e7ar cenas duras e at\u00e9 cru\u00e9is, isso sem falar nos temas delicados que permeiam a hist\u00f3ria. Enxergar o mundo pelos olhos de Paul \u00e9 ver um garoto criativo e cheio de vida ter problemas s\u00e9rios em obedecer e respeitar os pais, \u00e9 ter a impress\u00e3o de nunca ser realmente compreendido, de achar que as consequ\u00eancias de cada escolha n\u00e3o ser\u00e3o realmente duras. \u00c9 uma vis\u00e3o bastante dolorida do que \u00e9 amadurecer, mas ainda assim <strong><em>Armageddon Time<\/em><\/strong> consegue estabelecer uma conex\u00e3o com o espectador justamente por ser t\u00e3o real e palp\u00e1vel. \u00c9 poss\u00edvel se identificar com Paul e sua fam\u00edlia de um jeito que o filme de Branagh, por exemplo, n\u00e3o conseguiu fazer. O campo da fantasia, aqui, \u00e9 muito mais p\u00e9 no ch\u00e3o e aqueles que preferem um drama menos bonito e polido ficar\u00e3o felizes com o novo trabalho de Gray.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"506\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/armageddon-time4.jpg?resize=790%2C506&#038;ssl=1\" alt=\"Banks Repeta e Anne Hathaway em cena de Armageddon Time.\" class=\"wp-image-31529\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/armageddon-time4.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/armageddon-time4.jpg?resize=768%2C492&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Ainda que a dire\u00e7\u00e3o seja um grande destaque, \u00e9 a atua\u00e7\u00e3o de Banks Repeta o que existe de mais impressionante em <strong><em>Armageddon Time<\/em><\/strong>. Sua entrega \u00e9 gigante, a forma como sua presen\u00e7a preenche os momentos durante o filme \u00e9 de deixar qualquer um embasbacado. Mesmo cercado de grandes estrelas como <strong>Anthony Hopkins<\/strong>, <strong>Jeremy Strong<\/strong> e <strong>Anne Hathaway<\/strong>, o garoto d\u00e1 um show e n\u00e3o deve em nada em atua\u00e7\u00e3o. Sir Hopkins, como era de se esperar, tamb\u00e9m \u00e9 um destaque e n\u00e3o seria surpresa se garantisse uma vaga na temporada de premia\u00e7\u00f5es como Melhor Ator Coadjuvante. Hathaway e Strong est\u00e3o muito bem, mas \u00e9 lament\u00e1vel ver<strong> Jessica Chastain<\/strong> em apenas uma cena durante o filme inteiro, uma participa\u00e7\u00e3o completamente subaproveitada.<\/p>\n\n\n\n<p>Claro, n\u00e3o podemos deixar de falar sobre o trabalho incr\u00edvel do jovem <strong>Jaylin Webb<\/strong> como Johnny, melhor amigo de Paul e respons\u00e1vel pela discuss\u00e3o mais importante e controversa de <strong><em>Armageddon Time<\/em><\/strong>. \u00c9 sempre delicado quando um filme escolhe falar sobre racismo a partir da vis\u00e3o de um personagem branco. <a href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-green-book-o-guia-green-book\/\"><em>Green Book<\/em> (2018)<\/a>, para mencionar um exemplo recente, acaba desandando para a hist\u00f3ria do branco salvador que, definitivamente, n\u00e3o deveria ser o foco. O filme de Gray, apesar da boa inten\u00e7\u00e3o, n\u00e3o consegue evitar o gosto amargo de relegar ao segundo plano um tema t\u00e3o importante. Talvez pequenos ajustes no roteiro poderiam resolver a quest\u00e3o, afinal, por mais que o longa seja sobre Paul, Johnny tem um papel enorme da vida do garoto e o racismo que ele sofre poderia ter sido melhor abordado.<\/p>\n\n\n\n<p>No fim das contas, <strong><em>Armageddon Time<\/em><\/strong>, que estreia nos cinemas nesta quinta-feira (10\/11), se encerra numa nota bastante positiva. \u00c9 um drama singelo por sua banalidade, mas ainda assim profundo e envolto numa complexidade necess\u00e1ria. Ele n\u00e3o deixa de ter seus defeitos: um final apressado, personagens que poderiam ser melhor aproveitados, temas espinhentos que deveriam ter mais aten\u00e7\u00e3o. Mas \u00e9 um trabalho que, apesar da vis\u00e3o dura sobre o amadurecimento, consegue falar sobre essa fase de um jeito envolvente e ainda carinhoso. \u00c9 f\u00e1cil ver o afeto com que James Gray apresenta suas mem\u00f3rias ao p\u00fablico, seja atrav\u00e9s das escolhas musicais, seja por meio de objetos simples do dia a dia do protagonista. Tudo isso dialoga muito bem com o p\u00fablico e ajuda o filme a entrar, nem que seja um pouco, no cora\u00e7\u00e3o de cada espectador.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde os primeiros minutos, Armageddon Time deixa claro que \u00e9 um filme que vai abordar mem\u00f3rias muito \u00edntimas e pessoais. 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