{"id":30946,"date":"2022-05-19T12:05:05","date_gmt":"2022-05-19T15:05:05","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=30946"},"modified":"2022-05-19T12:05:07","modified_gmt":"2022-05-19T15:05:07","slug":"critica-chamas-da-vinganca-firestarter-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-chamas-da-vinganca-firestarter-2022\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Chamas da Vingan\u00e7a (Firestarter) [2022]"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\" style=\"text-align:left\">Nota do Filme:<br\/><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12251\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota10.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota10.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota10.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota10.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota10.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota10.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota10.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br\/><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">N\u00e3o \u00e9 segredo para os f\u00e3s que <strong>Stephen King<\/strong> nunca gostou da adapta\u00e7\u00e3o para o cinema de seu nono romance, <em>A Incendi\u00e1ria<\/em>, lan\u00e7ado em 1980 e depois protagonizado pela talentosa <strong>Drew Berrymore<\/strong>, na \u00e9poca com quase dez aninhos.<strong> John Carpenter<\/strong>, que dirigiria o projeto, terminou afastado pelo est\u00fadio por conta da decepcionante (e injusta) bilheteria de seu mais recente filme, <em>O Enigma de Outro Mundo<\/em>, e a partir da\u00ed a coisa desandou um pouco. <strong>Mark L. Lester<\/strong> acabou entrando em seu lugar, mas o resultado passou bem longe do hall de adapta\u00e7\u00f5es definitivas dos livros do autor. A ironia \u00e9 que, quase 40 anos depois, a segunda adapta\u00e7\u00e3o da obra consegue ser ainda pior que a primeira, ent\u00e3o podemos imaginar a satisfa\u00e7\u00e3o do Sr. King.<\/p>\n\n\n\n<p>Demorou, mas John Carpenter finalmente conseguiu participar do projeto, desta vez como compositor da trilha sonora, que \u00e9 uma das poucas coisas salv\u00e1veis no novo <strong><em>Chamas da Vingan\u00e7a<\/em><\/strong>, que estreia nesta quinta-feira (19\/05) nos cinemas. A ideia de um remake geralmente \u00e9 bem-vinda quando se fala em trazer algo mais consistente, sob um poss\u00edvel novo ponto de vista que fa\u00e7a sentido para a hist\u00f3ria, mas o que acontece no filme de <strong>Keith Thomas<\/strong> \u00e9 justamente o oposto. Esse <strong><em>Chamas da Vingan\u00e7a<\/em><\/strong> \u00e9 t\u00e3o insosso e sem personalidade que deixa esvair qualquer virtude que seu anterior ou que a obra de King algum dia tiveram.<\/p>\n\n\n\n<p>A trama gira em torno de Andrew McGee (<strong>Zac Efron<\/strong>), um homem que, durante a faculdade, participou de uma experi\u00eancia cient\u00edfica e teve uma subst\u00e2ncia misteriosa injetada em sua corrente sangu\u00ednea. Por conta disso, ele desenvolve poderes telecin\u00e9ticos, assim como Vicky (<strong>Sidney Lemmon<\/strong>), que tamb\u00e9m participou do experimento e, eventualmente, se tornou sua esposa. Eles acabam tendo uma filha, Charlie (<strong>Ryan Kiera Armstrong<\/strong>), que n\u00e3o s\u00f3 herda esses poderes, como tamb\u00e9m desenvolve a capacidade de provocar inc\u00eandios com a ajuda da mente. \u00c9 por conta disso que a fam\u00edlia luta para proteger a filha de uma ag\u00eancia secreta que quer captur\u00e1-la a todo custo e usar seus poderes como armamento militar.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"527\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/chamas-da-vinganca2.jpg?resize=790%2C527&#038;ssl=1\" alt=\"Zac Efron e Ryan Kiera Armstrong em cena de Chamas da Vingan\u00e7a (2022).\" class=\"wp-image-30948\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/chamas-da-vinganca2.jpg?w=1613&amp;ssl=1 1613w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/chamas-da-vinganca2.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/chamas-da-vinganca2.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 preciso ir muito longe no filme para perceber sua tend\u00eancia ao desastre. Antes da primeira meia hora o espectador j\u00e1 pode atestar a falta de pulso narrativo, a completa confus\u00e3o de ideias e uma mediocridade incompat\u00edvel com o nome de peso de Stephen King. A impress\u00e3o \u00e9 que este novo <strong><em>Chamas da Vingan\u00e7a<\/em><\/strong> quer se mostrar muito maior que a pr\u00f3pria obra em que \u00e9 baseado, quer encher os olhos do espectador com explos\u00f5es, embates e persegui\u00e7\u00f5es, esquecendo-se que nada disso basta para fazer um bom filme. N\u00e3o existe nenhum momento na trama que busque aproximar o espectador da fam\u00edlia McGee e isso \u00e9 um problema, porque ele se baseia inteiro num suposto la\u00e7o de amor entre pai e filha, mas s\u00f3 o que vemos \u00e9 um desenvolvimento apressado e vazio.<\/p>\n\n\n\n<p>A montagem \u00e9 confusa e acaba piorando ainda mais um roteiro absolutamente pobre em di\u00e1logos e foco narrativo. Personagens surgem e s\u00e3o abandonados sem nenhuma explica\u00e7\u00e3o, a trama cheia de furos esbanja facilita\u00e7\u00f5es dif\u00edceis de engolir e s\u00f3 resta ao espectador o desespero de estar perdido numa hist\u00f3ria que vai de nenhum lugar a lugar nenhum. Talvez nas m\u00e3os de um diretor talentoso como o pr\u00f3prio Carpenter (nunca t\u00e3o perto e t\u00e3o longe) <strong><em>Chamas da Vingan\u00e7a<\/em><\/strong> poderia ter sua t\u00e3o sonhada e merecida adapta\u00e7\u00e3o para as telonas, mas a inexperi\u00eancia de Keith Thomas s\u00f3 serve para coroar um projeto h\u00e1 muito falido e sem esperan\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"526\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/chamas-da-vinganca3.jpg?resize=790%2C526&#038;ssl=1\" alt=\"Ryan Kiera Armstrong como Charlie em cena de Chamas da Vingan\u00e7a (2022).\" class=\"wp-image-30949\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/chamas-da-vinganca3.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/chamas-da-vinganca3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Diante desse desastre, as atua\u00e7\u00f5es nem doem tanto. Zac Efron comanda a hist\u00f3ria, mas n\u00e3o convence como o pai protetor que faz de tudo pela cria. Sua escala\u00e7\u00e3o acaba sendo question\u00e1vel, a fisicalidade do ator n\u00e3o diz muito sobre o personagem e suas limita\u00e7\u00f5es interpretativas ficam bem evidentes quando ele precisa transmitir sentimentos mais profundos. A pequena Ryan Armstrong possui algum talento e carisma, mas fica, injustamente, em segundo plano diante da estrela do filme e termina mostrando muito menos do que deveria. As demais atua\u00e7\u00f5es mal s\u00e3o dignas de nota, mas como j\u00e1 foi pontuado, n\u00e3o s\u00e3o nada perto de desastres ainda maiores.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem qualquer talento para ser um filme de suspense, <strong><em>Chamas da Vingan\u00e7a<\/em><\/strong> n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um remake que prometia vingar a imagem <em>A Incendi\u00e1ria<\/em> diante dos f\u00e3s, mas tamb\u00e9m um exemplo triste dentro do hall de adapta\u00e7\u00f5es de Stephen King para o cinema. Insosso, sem personalidade e absolutamente esquec\u00edvel, nem os efeitos especiais conseguem defesa nesse grande erro que logo estar\u00e1 em cartaz por a\u00ed \u00e0 fora. Talvez apenas a trilha de John Carpenter, cuja aus\u00eancia no projeto de 1984 tenha sido, afinal, o maior de todos os erros nessa hist\u00f3ria toda.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 segredo para os f\u00e3s que Stephen King nunca gostou da adapta\u00e7\u00e3o para o cinema de seu nono romance, A Incendi\u00e1ria, lan\u00e7ado em 1980&hellip; 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