{"id":29364,"date":"2021-08-29T22:19:02","date_gmt":"2021-08-30T01:19:02","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=29364"},"modified":"2021-08-29T22:19:06","modified_gmt":"2021-08-30T01:19:06","slug":"a-monstruosidade-magica-do-diretor-guillermo-del-toro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/a-monstruosidade-magica-do-diretor-guillermo-del-toro\/","title":{"rendered":"A monstruosidade m\u00e1gica do diretor Guillermo Del Toro"},"content":{"rendered":"\n<p>Quando pensamos no diretor e roteirista mexicano Guillermo Del Toro, \u00e9 inevit\u00e1vel n\u00e3o relacion\u00e1-lo com mundos que desafiam as ordens naturais e seus limites, e que desbravam os obst\u00e1culos impostos pela realidade, proporcionando ao diretor e ao espectador uma imagina\u00e7\u00e3o ilimitada e aprofundada. \u00c0 primeira vista, at\u00e9 pode parecer uma forma pejorativa de defini-lo, como se fosse algu\u00e9m preso em um mundo irreal e at\u00e9 um pouco infantil. Afinal, monstros e contos de fadas sobrenaturais s\u00e3o coisas que encantam mentes de crian\u00e7as na hora de dormir. <\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, conforme suas obras v\u00e3o se desenrolando aos olhos do receptor, entendemos a profundidade de enxergar o universo e personagens criados por ele como uma \u201cmet\u00e1fora viva\u201d, como ele pr\u00f3prio afirma, do que acontece no mundo real e dentro de cada ser humano, de modo que torna imposs\u00edvel a n\u00e3o identifica\u00e7\u00e3o em algum n\u00edvel com a obra. Ao se apropriar da arte audiovisual, das suas ferramentas, das in\u00fameras possibilidades e t\u00e9cnicas de filmagem, Del Toro consegue, ao lado de seus animais m\u00edsticos e reinos subterr\u00e2neos, firmar a sua identidade e vis\u00e3o aut\u00f4noma sob o mundo de uma forma totalmente diferente do convencional. <\/p>\n\n\n\n<p>Sua perspectiva com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 realidade, embora fantasiosa, \u00e9 capaz de penetrar mais a fundo nas problem\u00e1ticas, como viol\u00eancia, rela\u00e7\u00f5es familiares, quest\u00f5es sociais, tantas vezes retratadas em filmes, do que aqueles que logo nos primeiros minutos j\u00e1 exp\u00f5em o principal gancho da obra e no decorrer da trama n\u00e3o apresentam-no com tanta desenvoltura. Em seu cinema minucioso e criativo, o que pode parecer banal, esgotado, em outros, ganha uma nova dimens\u00e3o. O diretor vai at\u00e9 as profundezas dos medos mundanos e \u00e9 assim que ele consegue estabelecer uma ponte entre o espectador e a sua imagina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"441\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/the-shape-of-water-a-forma-da-%C3%A1gua2.jpg?resize=790%2C441&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-6118\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/the-shape-of-water-a-forma-da-%C3%A1gua2.jpg?resize=1024%2C571&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/the-shape-of-water-a-forma-da-%C3%A1gua2.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/the-shape-of-water-a-forma-da-%C3%A1gua2.jpg?resize=768%2C428&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/the-shape-of-water-a-forma-da-%C3%A1gua2.jpg?resize=897%2C500&amp;ssl=1 897w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/the-shape-of-water-a-forma-da-%C3%A1gua2.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Em <em>\u201cA Forma da \u00c1gua\u201d<\/em>, por exemplo, filme ganhador do Oscar de 2017, o ponto de partida \u00e9 simples: a solid\u00e3o de uma mo\u00e7a muda trabalhadora que, apesar dos pesares, ainda mant\u00e9m uma esperan\u00e7a de encontrar um lugar ao lado de algu\u00e9m que a ama como ela \u00e9. Quantos filmes n\u00e3o retrataram hist\u00f3rias parecidas? In\u00fameros, mas ao passar pela vis\u00e3o de Del Toro e, por consequ\u00eancia, pelo monstro da vez, a narrativa consegue parecer at\u00e9 algo nunca visto nas salas de cinema. Por meio dessa fantasia, o diretor conseguiu abordar a corrida tecnol\u00f3gica no per\u00edodo da Guerra Fria, cren\u00e7as m\u00edsticas, machismo e, acima de tudo, amor e empatia pelo pr\u00f3ximo, por mais diferente que seja. <\/p>\n\n\n\n<p>No <em>\u201cLabirinto do Fauno\u201d<\/em>, um dos seus t\u00edtulos de maior sucesso lan\u00e7ado em 2006, o mexicano tamb\u00e9m se utilizou do mesmo padr\u00e3o fantasioso: uma princesa de um submundo vira o norte da narrativa que explora a situa\u00e7\u00e3o da Espanha p\u00f3s guerra e todas as quest\u00f5es sociais da \u00e9poca. Ao mesmo tempo que o p\u00fablico vai entrar em contato com esse passado hist\u00f3rico e social, ele tamb\u00e9m vai se encantar com fadas, faunos, homens-peixes, livros m\u00e1gicos e todos os outros ingredientes que comp\u00f5em esse universo que, muitas vezes por conta das escolhas art\u00edsticas do diretor, torna-se muito mais real do que a realidade em si.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"525\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/O-Labirinto-do-Fauno-Warner.jpg?resize=790%2C525&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-6061\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/O-Labirinto-do-Fauno-Warner.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/O-Labirinto-do-Fauno-Warner.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/O-Labirinto-do-Fauno-Warner.jpg?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/O-Labirinto-do-Fauno-Warner.jpg?resize=753%2C500&amp;ssl=1 753w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Embora diferentes entre si, todas as suas obras carregam aspectos que validam o cinema de autoria criado pelo amante dos monstros. A aten\u00e7\u00e3o aos detalhes, a c\u00e2mera em movimento &#8211; respons\u00e1vel por direcionar o olhar do espectador -, as cores simples e brilhantes, tudo isso faz com que a conex\u00e3o com essa vers\u00e3o da realidade consiga existir. Guillermo Del Toro se utiliza de escolhas art\u00edsticas e t\u00e9cnicas presentes em diferentes g\u00eaneros cinematogr\u00e1ficos para criar o seu pr\u00f3prio, indo contra a ideia de que cada filme deva pertencer \u00e0 uma categoria. <\/p>\n\n\n\n<p>A transi\u00e7\u00e3o entre a fantasia e o real existente n\u00e3o s\u00f3 na liberdade direcional como tamb\u00e9m no roteiro faz com que o filme seja capaz de caminhar entre os g\u00eaneros do drama, romance, com\u00e9dia, fantasia, fic\u00e7\u00e3o e, por vezes, hist\u00f3rico. Em seu trabalho, assim como na sua vida, o diretor se recusa a ficar dentro de uma caixinha criada pela ind\u00fastria, preferindo se colocar em um \u201cmomento de desdobramento de um g\u00eanero consolidado ou ainda inexistente naquilo que poderia vir a frutificar em um g\u00eanero novo\u201d (p.25) e criando, portanto, a sua pr\u00f3pria verdade no mundo e na ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"526\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Labirinto-do-Fauno-Homem-P%C3%A1lido.jpeg?resize=790%2C526&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-29582\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Labirinto-do-Fauno-Homem-P%C3%A1lido.jpeg?w=2500&amp;ssl=1 2500w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Labirinto-do-Fauno-Homem-P%C3%A1lido.jpeg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Labirinto-do-Fauno-Homem-P%C3%A1lido.jpeg?resize=1536%2C1022&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Labirinto-do-Fauno-Homem-P%C3%A1lido.jpeg?resize=2048%2C1363&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Labirinto-do-Fauno-Homem-P%C3%A1lido.jpeg?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O cinema de Del Toro \u00e9, sem d\u00favidas, marcado por muita sensibilidade e clareza, demonstrando a verdadeira inten\u00e7\u00e3o da obra e, por consequ\u00eancia, do diretor. Al\u00e9m do conte\u00fado do roteiro, a encena\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial para que o cineasta consiga transparecer exatamente a vis\u00e3o que tem para a mensagem daquela obra. Como afirma o cr\u00edtico da<em> Cahier du Cinema <\/em>Ariel Schweitzer, s\u00e3o os detalhes da mise en scene que demonstram a inten\u00e7\u00e3o do diretor, e Del Toro consegue realizar esse feitio sem deixar de caminhar ao lado da est\u00e9tica e da \u00e9tica. <\/p>\n\n\n\n<p>Seus planos, na maioria das vezes, s\u00e3o filmados para transmitir elementos que realmente agregam \u00e0 sentimentalidade daquele universo em quest\u00e3o, sem que haja explora\u00e7\u00e3o imag\u00e9tica apenas com o objetivo de criar uma fotogenia do momento &#8211; o que resultaria, neste caso, em uma pornografia do plano devido \u00e0 explicitude do olhar e talento do diretor ao inv\u00e9s do que deveria ser, na maioria das vezes, mais importante na dire\u00e7\u00e3o: a hist\u00f3ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/a-forma-da-%C3%A1gua-002.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-29581\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/a-forma-da-%C3%A1gua-002.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/a-forma-da-%C3%A1gua-002.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Fica muito claro que Del Toro n\u00e3o se utiliza de certos momentos da trama, ultrapassando os limites \u00e9ticos presentes na morte e na sexualidade, quando ele opta, por exemplo, por filmar de modo convencional a morte \u00e0 queima roupa de um campon\u00eas pelas m\u00e3os de um capit\u00e3o em <em>\u201cLabirinto do Fauno\u201d<\/em>, demonstrando de forma sucinta a frieza do ato retratado, sem perip\u00e9cias. Ou ent\u00e3o quando retrata a primeira rela\u00e7\u00e3o sexual entre Elisa e o homem-peixe em <em>\u201cA Forma da \u00c1gua\u201d<\/em> como se fosse uma pintura, com enfoque no olhar e no sentimento dos personagens, ao inv\u00e9s de focar na estranheza que seria caso isso acontecesse no mundo real. <\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o tantos exemplos que seria imposs\u00edvel listar todos; sua \u00fanica preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 representar da forma mais honesta poss\u00edvel o que se passa dentro de cada personagem. Claro, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que seu estilo de dire\u00e7\u00e3o e sua autoria est\u00e1 presente em cada plano que se destaca aqui e ali durante as duas horas de filme. No entanto, \u00e9 essa sutileza do impl\u00edcito que transforma-o em sublime e faz com que o espectador n\u00e3o receba aquilo como algo imposto e, portanto, for\u00e7ado ou desrespeitoso com a \u201cverdade\u201d retratada. Sem perder sua marca registrada, Guillermo est\u00e1 sempre se renovando.  <\/p>\n\n\n\n<p>Em seu novo filme, intitulado de <em>\u201cO Beco das Almas Perdidas\u201d, <\/em>um remake do cl\u00e1ssico <em>noir <\/em>da d\u00e9cada de 40<em> <\/em>e cujo lan\u00e7amento est\u00e1 marcado para dezembro nos Estados Unidos, o diretor explora um mundo l\u00fadico, perif\u00e9rico e espinhoso de uma comunidade circense. N\u00e3o h\u00e1 como saber o que ser\u00e1 exatamente explorado nesse novo trabalho, mas h\u00e1 a certeza de que a hist\u00f3ria de um jovem vigarista que se envolve com uma psiquiatra corrupta para extorquir a audi\u00eancia de seus truques de m\u00e1gica tem a mir\u00edade que sempre consegue extrair o olhar marcante e singular de Del Toro: jogo de poder, quest\u00f5es sociais, nichos \u00edmpares, personagens peculiares, e, principalmente, a quimera que permeia todo a sua filmografia.  <\/p>\n\n\n\n<p>Quem o conhece, j\u00e1 espera que tenha a delicadeza simb\u00f3lica dos detalhes, do movimento de c\u00e2mera, dos enquadramentos, da fantasia que transforma a mais pura banalidade em uma realidade ins\u00f3lita n\u00e3o importa qual seja o ponto de partida da narrativa: um romance, um sonho infantil ou uma cren\u00e7a folcl\u00f3rica. Afinal, em seu cinema, a fantasia importa tanto quanto a realidade e os seus monstros s\u00e3o \u201cum caminho fundamental para a minha verdadeira identidade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Refer\u00eancias: <\/p>\n\n\n\n<p>DE LUNA FREIRE, Rafael. Carnaval, Mist\u00e9rio e Gangsters: O filme policial no Brasil, Volume 1, 2011.<\/p>\n\n\n\n<p>RIEFE, Jordan. Guillermo del Toro: &#8216;I love monsters the way people worship holy images&#8217;, The Guardian, 2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando pensamos no diretor e roteirista mexicano Guillermo Del Toro, \u00e9 inevit\u00e1vel n\u00e3o relacion\u00e1-lo com mundos que desafiam as ordens naturais e seus limites, e&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":104,"featured_media":29366,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[255],"tags":[1633],"class_list":["post-29364","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-analise","tag-guillermo-del-toro"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - 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(Photo by Alberto E. 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