{"id":29345,"date":"2021-07-29T16:13:00","date_gmt":"2021-07-29T19:13:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=29345"},"modified":"2021-07-29T16:13:03","modified_gmt":"2021-07-29T19:13:03","slug":"a-claustrofobia-politica-e-emocional-de-beanpole-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/a-claustrofobia-politica-e-emocional-de-beanpole-2019\/","title":{"rendered":"A claustrofobia pol\u00edtica e emocional de Beanpole (2019)"},"content":{"rendered":"\n<p>N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que o cinema assistido por puro entretenimento, para, como aponta Ismail Xavier, se \u201ctransformar no lugar por excel\u00eancia de manifesta\u00e7\u00e3o dos desejos, sonhos e mitos do homem, gra\u00e7as \u00e0 converg\u00eancia entre as caracter\u00edsticas da imagem cinematogr\u00e1fica e determinadas estruturas mentais da base\u201d (XAVIER, p.23), \u00e9 v\u00e1lido e necess\u00e1rio. Mas n\u00e3o h\u00e1 nada igual \u00e0 experi\u00eancia de se deparar com um filme que te descola, incomoda, entra no cerne da suspens\u00e3o da ilus\u00e3o e te despeja da forma mais linda e inquietante poss\u00edvel na crueldade do mundo. Sai-se da sala do cinema, encontra-se o mundo real e aquela representa\u00e7\u00e3o imag\u00e9tica parece ter se apropriado da mente do espectador. Esse \u00e9 o efeito inquietante do longa-metragem russo Beanpole (2019), de Kantemir Balagov, que aborda os efeitos p\u00f3s Segunda Guerra Mundial na vida dos cidad\u00e3os de Leningrado a partir da rotina de uma mulher que sofre de epis\u00f3dios de PTSD de tamanha intensidade que seu corpo fica completamente paralisado. A experi\u00eancia desconfort\u00e1vel que senti me remeteu ao momento que Serge Darney nunca mais foi o mesmo ao se questionar sobre o cinema e sua rela\u00e7\u00e3o com ele.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Durante anos, o autor carregou dentro de si a ang\u00fastia que sentiu ao se deparar com a problem\u00e1tica em torno do travelling de Kap\u00f4, um visual at\u00e9 hoje criticado entre aqueles que se entregam \u00e0 s\u00e9tima arte a tal ponto que a ideia de se render a ela \u201cpara que ela ensine a perceber incansavelmente pelo olhar a que dist\u00e2ncia de mim come\u00e7a o outro\u201d parece ser o \u00fanico caminho a seguir. (DARNEY, p.6) \u00c9 exatamente assim que me sinto. S\u00f3 que por motivos opostos. Mesmo debru\u00e7ado sob perigosa atua\u00e7\u00e3o do \u201clembrar para que n\u00e3o se repita, sem permitir que essa lembran\u00e7a se torne mais um produto\u201d (BEZERRA, p.15), o filme em nenhum momento, como aponta Rivette, tenta se apropriar absolutamente da realidade para reconstruir um marco cruel e hist\u00f3rico apenas para suprir a cultura voyeur introduzido pela decupagem cl\u00e1ssica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto moral, tem uma sequ\u00eancia do filme que, nas palavras calorosas de Serge Daney, parece ter sido uma daquelas coisas que me observaram mais do que eu as vi. Sob uma dire\u00e7\u00e3o que prestigia os sentidos visuais da fotografia e de uma cenografia que diz tanto quanto os di\u00e1logos, a c\u00e2mera se movimenta consciente de seu papel e em nenhum momento abusa do seu limite \u00e9tico ao filmar m\u00e3e e filho em um momento afetivo de brincadeiras que termina com o falecimento da crian\u00e7a devido a mais uma crise psic\u00f3tica. Atento ao fato de que \u201cfazer um filme \u00e9 mostrar certas coisas, \u00e9 tamb\u00e9m mostr\u00e1-las de uma determinada maneira\u201d (BEZERRA, p.15), Balagov n\u00e3o tem inten\u00e7\u00e3o alguma de explorar essa dor, direcionando o filme a uma pornografia servente do absoluto realismo. A cena se desenvolve com base em dispositivos que valorizam a sua ess\u00eancia com rela\u00e7\u00e3o ao seu tempo e espa\u00e7o exprimida no quadro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/cKirTQ8lNcthMhVRvjQW67mLpfp417OjW--Orj7ljG5K-wyDW_dLLKel_KXo_x6SY5GyTByTWs6mozxYKJtqcCT1jo5zvOkO7-TrqpMmquWctbTILcTj6bQ5_iD1nDzPi_ZUGDnr\" width=\"451\" height=\"254\"><\/p>\n\n\n\n<p>Sem quaisquer ind\u00edcios do que est\u00e1 por vir, as imagens s\u00e3o apresentadas em planos m\u00e9dios e pr\u00f3ximos aos corpos dos personagens, focalizando em suas express\u00f5es, respons\u00e1veis por transmitir suas verdadeiras emo\u00e7\u00f5es do momento somente pela rela\u00e7\u00e3o dos corpos, sem dire\u00e7\u00e3o alguma de palavras ou at\u00e9 mesmo trilhas &#8211; o \u00fanico som \u00e9 o dos barulhos emitidos pelos personagens. O que se v\u00ea aqui \u00e9 apenas uma manipula\u00e7\u00e3o da movimenta\u00e7\u00e3o de c\u00e2mera e a transpar\u00eancia dos cortes &#8211;\u00a0 duas escolhas t\u00e9cnicas de um uso h\u00edbrido da decupagem cl\u00e1ssica e da montagem proibida que nada interferem no processo de espremedura dessa realidade. Afinal, como afirma Bazin, \u201cpara que haja plenitude est\u00e9tica do filme, precisamos acreditar na realidade dos acontecimentos sabendo que houve trucagem\u201d (BAZIN, p.94). No in\u00edcio da cena, observa-se os dois em um plano aberto como um ponto cl\u00e1ssico de localiza\u00e7\u00e3o do espectador, j\u00e1 que agora os dois est\u00e3o em sua casa (antes \u00e9 exibido uma sequ\u00eancia do garoto no hospital que a m\u00e3e trabalha), e logo depois \u00e9 utilizado um raccord de continuidade para um plano fechado, evidenciando a intimidade e dos dois.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A cena se desenvolve para um plano fechado somente na m\u00e3e, enquanto o menino atr\u00e1s dela est\u00e1 fora de foco, para mostrar como a maternidade \u00e9 intr\u00ednseca at\u00e9 mesmo nos momentos pessoais, mostrando uma falta de privacidade e ao mesmo tempo de qualquer inc\u00f4modo da parte da personagem. Essas interrup\u00e7\u00f5es do filho s\u00e3o o que a completam e a fazem sentir viva, tanto que, as cenas seguintes s\u00e3o apresentadas de forma a evidenciar tudo isso. Nessa l\u00f3gica, a c\u00e2mera assume um movimento, sem nenhum corte, para mostrar a brincadeira de vai e vem entre m\u00e3e e filho, seguindo de um raccord de movimento que ser\u00e1 todo conduzido para outro plano que remete \u00e0 da c\u00e2mera na m\u00e3o. Acompanha-se o menino correndo com a m\u00e3e atr\u00e1s para que ocorra uma experi\u00eancia sensorial de toda a energia depositada ali, de ambas as partes, dessa liberdade, mesmo em um espa\u00e7o pequeno como o deles, que se sentem quando est\u00e1 confort\u00e1vel ao lado de quem se ama. \u00c9 um momento puro e espont\u00e2neo de uma felicidade que s\u00f3 os dois entendem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo com os cortes, o espectador se depara com uma sequ\u00eancia de pouco mais de tr\u00eas minutos que n\u00e3o \u00e9 fragmentada, pois h\u00e1 uma interjei\u00e7\u00e3o ao \u201crealismo absoluto\u201d que respeita que \u201ca ruptura transformaria a realidade em sua mera representa\u00e7\u00e3o imagin\u00e1ria\u201d (BAZIN, p.99). A montagem aqui \u00e9 precisa e pontual ao capturar integralmente o deslocamento entre m\u00e3e e filho, pois os planos entre os cortes ainda permitem que o tempo escorra e evidencia que \u201co essencial de um acontecimento depende de uma presen\u00e7a simult\u00e2nea de dois ou mais fatores da a\u00e7\u00e3o\u201d. (BAZIN, p.98) Visto que o cerne da cena \u00e9 exatamente a presen\u00e7a dos dois no mundo macro e micro, ela n\u00e3o poderia funcionar se fragmentasse os seus corpos e como estes se relacionam, e, portanto, sempre que se utiliza de cortes pontuais, ela faz com \u201cque a narrativa reencontre a realidade, que um \u00fanico de seus planos convenientemente escolhidos re\u00fana os elementos dispersados anteriormente pela montagem\u201d. (BAZIN, p.98)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/tce8q0Mv_Uy9O8K7NUkGtk7TGzRtkHE--3ix-YTBMIQx5tb7K_2wXW0rSJNvUBgTOHzHOv8iqxqOizh8M31oijm7TeYfRgc5AjwlBjcmGb_hTYwBHOAfL68-KOl_mKVXXzWYFNAm\" width=\"485\" height=\"273\"><\/p>\n\n\n\n<p>Essa decis\u00e3o, \u00e9 claro, n\u00e3o foi meramente est\u00e9tica. Como apontado acima, o tempo \u00e9 precioso na absor\u00e7\u00e3o de todos os elementos da natureza dessa rotina. Ap\u00f3s um minuto em um mesmo local, acompanhando o deslocamento de uma mesma situa\u00e7\u00e3o sem suprimir totalmente o tempo, \u00e9 como se o espectador j\u00e1 tenha se adaptado \u00e0 essa substitui\u00e7\u00e3o do real, permitindo que a \u201cf\u00e1bula nas\u00e7a da experi\u00eancia que a imagina\u00e7\u00e3o transcende\u201d (BAZIN, p.96). Ele foi conduzido para esse ambiente pela pot\u00eancia sensorial e n\u00e3o pelas respostas explicitadas, o que, por excel\u00eancia, j\u00e1 quebra com o padr\u00e3o da decupagem cl\u00e1ssica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com essa est\u00e9tica h\u00edbrida, que construiu toda a sua carga emocional na observa\u00e7\u00e3o \u00edntima dos dois personagens, a interrup\u00e7\u00e3o surpresa das sensa\u00e7\u00f5es de conforto das cenas dos dois brincando pelo epis\u00f3dio de PTSD desloca o espectador para um lugar de completa claustrofobia. Sem aviso pr\u00e9vio, a c\u00e2mera parada apreende o corpo da m\u00e3e paralisa com o filho embaixo para logo em seguida se utilizar de um plano fechado para focar nos detalhes do rosto e da m\u00e3o da crian\u00e7a, \u00fanica imagem que temos dela a partir de agora. O som da cena segue natural, de modo que destaca a respira\u00e7\u00e3o grunhida, o choro desesperado, o sufocamento.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/7llBe_Zd7yCxWm0lFG3XEyE7gseOgc9G41u4DyiXtk99IvARNUUboftL7h2l4yQrfegrolqtj9XYWILBGOtErkXZjtf6HYu6G34IY2Xck7S1MTJ8OTFdN-SxbBXn9NyFebk-2k_S\" width=\"464\" height=\"262\"><\/p>\n\n\n\n<p>Aos poucos, a m\u00e3o, um dos principais condutores visuais da cena, vai parando de se mexer, sem que a m\u00e3e tenha qualquer consci\u00eancia do que est\u00e1 acontecendo. Como parte da hist\u00f3ria para al\u00e9m da passividade do voyeurismo, o espectador, instigado pela experi\u00eancia sensorial, sente as dores como se ele mesmo estivesse ali, como se fosse uma das m\u00e3es da guerra, sente um impulso de transpassar a grande tela e tomar a situa\u00e7\u00e3o com as pr\u00f3prias m\u00e3os devido a um julgamento pr\u00f3prio e n\u00e3o condicionado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 como a guerra: uma ruptura sem aviso para quaisquer possibilidade de prepara\u00e7\u00e3o para ela. Nesse momento, ele se v\u00ea, contra o seu desejo, em confronto com uma representa\u00e7\u00e3o da realidade que n\u00e3o deixa as ambiguidades da vida (Como pode ter acontecido isso se estava tudo bem?) escaparem, se apropriando delas de forma vazada e inc\u00f4moda em seu tempo-espa\u00e7o, pois \u201ccertas situa\u00e7\u00f5es s\u00f3 existem em termos cinematogr\u00e1ficos quando sua unidade espacial \u00e9 evidenciada\u201d. \u00c9 um aviso de que n\u00e3o se trata de uma mera representa\u00e7\u00e3o da vida, n\u00e3o \u00e9 uma ilus\u00e3o;&nbsp; apesar de \u201cn\u00e3o prescindir da realidade documental\u201d (BAZIN, p.94), \u00e9 uma apreens\u00e3o realista &#8211; n\u00e3o absoluta &#8211; e cr\u00edtica do todo e \u00e9 preciso um olhar atento e ativo para compreend\u00ea-la. Essa cena, sob todos os aspectos que a comp\u00f5em, \u00e9 uma verdadeira representa\u00e7\u00e3o da moral da mem\u00f3ria e da pornografia da imagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tratando-se de uma hist\u00f3ria que reflete os tempos cru\u00e9is na R\u00fassia, o diretor se preocupou a todo momento em n\u00e3o transform\u00e1-la em um espet\u00e1culo, sem explorar a dor que, para muitos, foi extremamente real. Nesse tempo imag\u00e9tico \u201cestendido\u201d, sente-se muito mais a dor quando imagina-se o estado do corpo do menino sem vida do que se tivesse sido mostrado completamente a chegada da morte. Ao n\u00e3o ver, o fato permanece chocante aos olhos, pois n\u00e3o ocorre a possibilidade de uma naturaliza\u00e7\u00e3o de que foi mais uma morte entre tantas, o que acaba dando espa\u00e7o para uma imagina\u00e7\u00e3o que acaba sendo mais brutal do que a pr\u00f3pria exibi\u00e7\u00e3o. O objetivo n\u00e3o \u00e9 contar a hist\u00f3ria como ela foi; isso os jornais, por exemplo, podem fazer. O plano aqui \u00e9 te fazer olhar para ela sob um outro olhar, que n\u00e3o o j\u00e1 explicado, para que, a sua mente j\u00e1 acostumada, consiga julg\u00e1-la mais profundamente. Assim, a sequ\u00eancia analisada, abandona o lugar concreto da morte acidental de uma crian\u00e7a e remanesce na sua experi\u00eancia sensorial enquanto s\u00edmbolo abstrato de outras problem\u00e1ticas sociais.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A morte aqui vai reverberar em uma ideia de perda da sociabilidade, da sa\u00fade mental, do abandono social, da destrui\u00e7\u00e3o externa e interna, da esperan\u00e7a, de tempos \u00e1ureos e perdidos. \u00c9 uma met\u00e1fora viva e visual dos estragos da guerra, da interrup\u00e7\u00e3o repentina da vida de tantas mulheres. Tudo come\u00e7a na cren\u00e7a da melhora, no abra\u00e7o \u00e0s pequenas coisas do mundo para tentar se reconstruir cada dia mais, para terminar na na morte &#8211; o s\u00edmbolo mais doloroso da vivacidade de uma guerra que segue naqueles que sobrevivem enquanto tentam voltar a estar vivos. E \u00e9 gra\u00e7as a uma m\u00e3o estendida no ar, na resposta al\u00e9m do que se v\u00ea, que essa sequ\u00eancia se infiltra no filme e no espectador com a pot\u00eancia de uma bomba. E \u00e9 por ela, por este cinema, que at\u00e9 hoje n\u00e3o consegui reassistir a obra &#8211; e muito menos esquecer.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Livros:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A experi\u00eancia do Cinema, de Ismail Xavier. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Artigos: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Montagem Proibida, de Andr\u00e9 Bazin. <\/p>\n\n\n\n<p>A moral da mem\u00f3ria: quando o cinema vai ao Holocausto, de Julio Bezerra. <\/p>\n\n\n\n<p>O travelling de Kapo, de Serge Daney. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que o cinema assistido por puro entretenimento, para, como aponta Ismail Xavier, se \u201ctransformar no lugar por excel\u00eancia de manifesta\u00e7\u00e3o dos&hellip; 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