{"id":29102,"date":"2021-07-10T18:19:20","date_gmt":"2021-07-10T21:19:20","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=29102"},"modified":"2021-07-14T14:54:36","modified_gmt":"2021-07-14T17:54:36","slug":"critica-manhas-de-setembro-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-manhas-de-setembro-2021\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Manh\u00e3s de Setembro (2021)"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota do Filme:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" height=\"60\" class=\"wp-image-12258\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p>Sabendo que o Brasil \u00e9 o pa\u00eds que mais mata negros e homossexuais no mundo, assistir uma s\u00e9rie como <strong><em>Manh\u00e3s de Setembro<\/em><\/strong> \u00e9 uma experi\u00eancia que transita entre a beleza e uma ang\u00fastia profunda. Por mais empoderada e independente que seja sua protagonista, \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o ser tocado pela forma como ela aborda a realidade de pessoas que a sociedade insiste em marginalizar e invisibilizar. Escancarando quest\u00f5es que v\u00e3o al\u00e9m da pauta LGBTQIA+, <strong><em>Manh\u00e3s de Setembro<\/em><\/strong> \u00e9 uma experi\u00eancia que, mesmo curta, deve ser absorvida com tempo e calma.<\/p>\n\n\n\n<p>Lan\u00e7amento da <strong>Prime Video<\/strong>, a s\u00e9rie acompanha a jornada de Cassandra (<strong>Liniker<\/strong>), uma mulher trans vivendo sua melhor fase: o emprego como motogirl vai bem, seu namoro vai seguindo pelo mesmo caminho, ela finalmente vai conseguir bancar uma kitnet para morar sozinha e, durante a noite, brilha nos palcos interpretando <strong>Vanusa<\/strong>. Mas sua felicidade dura at\u00e9 a chegada repentina de Leide (<strong>Karine Teles<\/strong>, de <em><a href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-bacurau-2019\/\">Bacurau<\/a><\/em>), uma amiga com quem se envolveu na \u00e9poca em que ainda n\u00e3o se identificava como mulher. Leide \u3161 que \u00e9 camel\u00f4 e mora num carro velho embaixo de um viaduto \u3161 lhe apresenta Gersinho (<strong>Gustavo Coelho<\/strong>), que supostamente \u00e9 filho de Cassandra.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua primeira rea\u00e7\u00e3o \u00e9 rejeitar completamente a crian\u00e7a, agora com 10 anos. Mas, o que primeiramente vemos como uma atitude fria, vamos aos poucos entendendo que assumir um filho nesse momento amea\u00e7a de forma significativa a independ\u00eancia que ela tanto custou a garantir. E \u00e9 desse jeito, evitando uma enxurrada de clich\u00eas, que <em><strong>Manh\u00e3s de Setembro<\/strong><\/em> se torna um raro exemplo de produ\u00e7\u00e3o nacional que debate abertamente quest\u00f5es da comunidade transg\u00eanero e n\u00e3o-bin\u00e1ria em grandes streamings.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"326\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/manhas-de-setembro2.jpg?resize=790%2C326&#038;ssl=1\" alt=\"Karine Teles, Gustavo Coelho e Liniker em Manh\u00e3s de Setembro (2021)\n\" class=\"wp-image-29108\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/manhas-de-setembro2.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/manhas-de-setembro2.jpg?resize=768%2C317&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/manhas-de-setembro2.jpg?resize=1536%2C634&amp;ssl=1 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Um retrato da marginaliza\u00e7\u00e3o da mulher trans no Brasil<\/h4>\n\n\n\n<p>A presen\u00e7a da pr\u00f3pria Liniker como protagonista j\u00e1 \u00e9 um ind\u00edcio de que a s\u00e9rie se preocupa em tratar as pautas LGBTQIA+ do jeito certo. Sendo um grande s\u00edmbolo de representatividade dentro da comunidade, aqui ela d\u00e1 um passo enorme em sua luta contra a transfobia, colocando nos holofotes uma mulher que sente na pele a dor do preconceito.<\/p>\n\n\n\n<p>A exist\u00eancia de Cassandra \u00e9, sim, cheia de m\u00fasica, amor e realiza\u00e7\u00f5es, mas esses momentos se perdem na hora em que entra em contato com uma sociedade treinada para&nbsp;marginalizar pessoas como ela. Cassandra tem dificuldade de arranjar emprego, de manter relacionamentos amorosos saud\u00e1veis e precisa se esfor\u00e7ar mil vezes mais para conseguir o m\u00ednimo de respeito. Porque certas exist\u00eancias precisam ser t\u00e3o mais dif\u00edceis que outras?<\/p>\n\n\n\n<p>Buscando discuss\u00f5es profundas apesar de seus cinco curtos epis\u00f3dios, <strong><em>Manh\u00e3s de Setembro<\/em><\/strong> se mostra ainda mais atual por atender a duas grandes demandas da comunidade LGBTQIA+. A primeira delas \u00e9 o combate ao \u201ctransfake\u201d, que, de maneira pr\u00e1tica, \u00e9 quando um ator cisg\u00eanero interpreta um personagem transg\u00eanero. A s\u00e9rie n\u00e3o s\u00f3 evita cair nesse lugar comum \u3161 que contribui para o preconceito e a falta de oportunidades de trabalho para pessoas trans \u3161 como tamb\u00e9m ajuda na cria\u00e7\u00e3o de narrativas que possuam uma real representatividade.<\/p>\n\n\n\n<p>A outra grande demanda tamb\u00e9m diz respeito \u00e0 trama, que deixa de lado a velha hist\u00f3ria da mulher trans se descobrindo para trazer uma narrativa que avan\u00e7a nas discuss\u00f5es sobre transsexualidade. Cassandra j\u00e1 viveu sua transi\u00e7\u00e3o h\u00e1 muito tempo e o fato de agora estar correndo atr\u00e1s de sua independ\u00eancia permite \u00e0 s\u00e9rie explorar outros temas como maternidade, afeto e transfobia, por exemplo. Criar narrativas diferentes e com representatividade ainda \u00e9 um grande desafio no audiovisual como um todo, mas <em><strong>Manh\u00e3s de Setembro<\/strong><\/em> prova que, sim, \u00e9 poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"317\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/manhas-de-setembro3-scaled.jpg?resize=790%2C317&#038;ssl=1\" alt=\"Liniker interpreta Cassandra em Manh\u00e3s de Setembro (2021)\" class=\"wp-image-29107\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/manhas-de-setembro3-scaled.jpg?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/manhas-de-setembro3-scaled.jpg?resize=768%2C308&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/manhas-de-setembro3-scaled.jpg?resize=1536%2C617&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/manhas-de-setembro3-scaled.jpg?resize=2048%2C822&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/manhas-de-setembro3-scaled.jpg?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Qualidade e representatividade<\/h4>\n\n\n\n<p>Escrita por <strong>Josefina Trotta<\/strong> e pela cantora trans <strong>Alice Marcone<\/strong> e dirigida por <strong>Dainara Toffoli<\/strong> e <strong>Lu\u00eds Pinheiro<\/strong>, a s\u00e9rie traz belos planos de uma S\u00e3o Paulo que s\u00f3 quem vive a cidade em sua forma mais simples consegue enxergar. Pela manh\u00e3, ela tem uma fotografia acinzentada que contrasta de maneira quase brutal com o universo colorido da vida noturna de Cassandra. O amor e o respeito que vemos em seu grupo de amigos n\u00e3o combina com o preconceito que eles vivem \u00e0 luz do dia.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seu primeiro papel como protagonista, Liniker est\u00e1 excelente. Sua Cassandra guarda sentimentos de uma mulher que, apesar da idade, j\u00e1 viveu muita coisa. Ela sabe perfeitamente o momento de calar e o momento de falar, sabe a dor que guarda quem \u00e9 impedida de ser amada de fato. Suas palavras t\u00eam peso e significado, e \u00e9 linda sua jornada para entender onde colocar o amor que ela aprende a sentir por Gersinho.<\/p>\n\n\n\n<p>Do outro lado, temos Karine Teles interpretando uma mulher que, mesmo n\u00e3o sendo a protagonista, nas m\u00e3os da atriz, se torna uma verdadeira gigante. Leide \u00e9 irrespons\u00e1vel e, muitas vezes, preconceituosa, mas tem um cora\u00e7\u00e3o enorme e faz de tudo por seu filho. A inten\u00e7\u00e3o nunca \u00e9 colocar as duas em lados opostos, mas mostrar como ambas representam mulheres reais com quest\u00f5es muito diferentes, nenhuma mais certa que a outra.<\/p>\n\n\n\n<p>E no meio de tantos temas e di\u00e1logos que <strong><em>Manh\u00e3s de Setembro<\/em><\/strong> levanta, a certeza \u00e9 que o \u00fanico julgamento que pretende fazer \u00e9 \u00e0 sociedade preconceituosa e LGBTf\u00f3bica. Pessoas trans e n\u00e3o-bin\u00e1rias existem, muito antes de produ\u00e7\u00f5es como essas. E s\u00e3o passos de formiga como os de <strong><em>Manh\u00e3s de Setembro<\/em><\/strong> que ajudam a fazer com que ningu\u00e9m as esque\u00e7a e com que, aos poucos, elas assumam seu lugar por direito.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sabendo que o Brasil \u00e9 o pa\u00eds que mais mata negros e homossexuais no mundo, assistir uma s\u00e9rie como Manh\u00e3s de Setembro \u00e9 uma experi\u00eancia&hellip; 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