{"id":28230,"date":"2021-06-15T09:00:00","date_gmt":"2021-06-15T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=28230"},"modified":"2021-06-15T15:09:45","modified_gmt":"2021-06-15T18:09:45","slug":"critica-pessoas-normais-normal-people-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-pessoas-normais-normal-people-2020\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Pessoas Normais (Normal People) [2020]"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota da S\u00e9rie:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" height=\"60\" class=\"wp-image-12258\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap has-text-align-justify\">Duas pessoas, dois mundos t\u00e3o iguais e t\u00e3o diferentes ao mesmo tempo. Na hist\u00f3ria de <strong>Sally Rooney<\/strong>, escritora e produtora da miniss\u00e9rie, conhecemos <strong>Marianne Sheridan<\/strong> (Daisy Edgar-Jones) e <strong>Connel Waldron<\/strong> (Paul Mescal), dois jovens normais, que acompanhamos desde a \u00e9poca da escola at\u00e9 o fim da faculdade. A trama traz quest\u00f5es relevantes, como a dificuldade de se relacionar com outras pessoas e a inc\u00f4moda sensa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o pertencimento, esta que assola a todos n\u00f3s em algum momento da vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A s\u00e9rie tamb\u00e9m traz outros assuntos de m\u00e1xima import\u00e2ncia, que podem, inclusive, gerar gatilhos em algumas pessoas, como a depress\u00e3o profunda que atinge um dos personagens, a abordagem real e crua das consequ\u00eancias do suic\u00eddio para aqueles que ficam, e at\u00e9 algumas cenas de viol\u00eancia, tanto f\u00edsica quanto psicol\u00f3gica. \u00c9 importante ressaltar que a s\u00e9rie n\u00e3o faz apologia a nada disso, ela apenas traz os desdobramentos destas quest\u00f5es, tanto na rotina dos personagens principais quanto na das pessoas que os rodeiam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">H\u00e1 pontos da hist\u00f3ria em que o dito acaba ficando pelo n\u00e3o dito, e a mensagem \u00e9 passada de forma muito mais clara do que se algu\u00e9m tivesse falado alguma coisa; isso acontece muito na rela\u00e7\u00e3o de <strong>Marianne<\/strong> com a pr\u00f3pria fam\u00edlia, que \u00e9 at\u00e9 mais ativa na s\u00e9rie do que no livro, e a adapta\u00e7\u00e3o cai muito melhor do que eu imaginava. No que diz respeito \u00e0 din\u00e2mica familiar, seu lar \u00e9 composto pela m\u00e3e e pelo irm\u00e3o, que s\u00e3o muito frios e distantes da menina. Ningu\u00e9m ali se entende ou mesmo tenta se entender, e tudo acaba sempre com um dos dois direcionando pequenos gestos de indiferen\u00e7a para <strong>Marianne<\/strong>. A indiferen\u00e7a vem acompanhada de toques significativos de crueldade quando \u00e9 o irm\u00e3o quem interage com ela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O ponto mais marcante da hist\u00f3ria \u00e9, sem d\u00favidas, as <em>coisas n\u00e3o ditas<\/em> por <strong>Marianne <\/strong>e <strong>Connell<\/strong>. Mas, frustrando todas as minhas expectativas, essas coisas todas n\u00e3o chegam em um momento e s\u00e3o, finalmente, jogadas no ventilador; passamos boa parte do tempo angustiados com a confus\u00e3o que eles fazem entre si, e tudo isso porque ambos t\u00eam uma dificuldade imensa de expressar os pr\u00f3prios sentimentos. Essa atmosfera em que \u201co sil\u00eancio fala mais alto que as palavras\u201d me lembrou muito o filme <em>Loveless<\/em>, um drama russo de 2017, onde pouco se diz de fato, mas muito \u00e9 dito pelo sil\u00eancio.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"527\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/normal-people-a-serie-que-nos-lembra-que-os-caminhos-da-vida-nao-sao-lineares_-1.jpg?resize=790%2C527&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-28238\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/normal-people-a-serie-que-nos-lembra-que-os-caminhos-da-vida-nao-sao-lineares_-1.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/normal-people-a-serie-que-nos-lembra-que-os-caminhos-da-vida-nao-sao-lineares_-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/normal-people-a-serie-que-nos-lembra-que-os-caminhos-da-vida-nao-sao-lineares_-1.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>Pessoas Normais <\/strong>n\u00e3o \u00e9 uma simples miniss\u00e9rie (ou livro, se voc\u00ea tamb\u00e9m o leu, assim como eu) do g\u00eanero <em>young adult<\/em> como havia imaginado, e sim uma representa\u00e7\u00e3o sutil e agridoce de como o que n\u00e3o falamos pode se transformar em sentimentos, e como esses sentimentos podem nos levar a a\u00e7\u00f5es completamente opostas \u00e0s palavras que deveriam ter sido ditas, mas que ningu\u00e9m conseguiu expressar. Na maior parte das vezes, o <em>n\u00e3o dizer<\/em> acaba por estragar momentos da vida dos dois, que poderiam ser muito felizes e muito mais simples do que foram.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A proje\u00e7\u00e3o dos pr\u00f3prios medos no outro acaba provocando um distanciamento todas as vezes que eles estavam indo bem e criando uma conex\u00e3o mais profunda. O medo interfere muito na rela\u00e7\u00e3o dos protagonistas, que at\u00e9 se relacionam com outras pessoas, mas nunca conseguem se desvencilhar um do outro por completo; n\u00e3o importa onde estejam e nem quem estejam namorando, <strong>Connell<\/strong> e <strong>Marianne<\/strong> s\u00e3o essenciais um na vida do outro. Eles se convencem \u2013 e tentam convencer seus parceiros, sem sucesso \u2013 de que conseguem manter uma rela\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel de amizade entre eles, mas isso sempre acaba interferindo de alguma forma nas rela\u00e7\u00f5es que tentam construir com outras pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Os dois t\u00eam uma daquelas conex\u00f5es inexplic\u00e1veis e incompar\u00e1veis, que todos j\u00e1 tivemos alguma vez na vida, e \u00e9 por isso que a hist\u00f3ria \u00e9 um tremendo sucesso: em algum momento todos j\u00e1 tivemos (ou ainda temos) uma conex\u00e3o especial com algu\u00e9m, que n\u00e3o \u00e9 compar\u00e1vel a nenhuma outra. Mas, \u00e9 tamb\u00e9m por isso que a s\u00e9rie incomoda outras pessoas: nem todos n\u00f3s tivemos a coragem suficiente, ou a oportunidade, de manter essa rela\u00e7\u00e3o em nossas vidas, e uma conex\u00e3o assim \u00e9 uma das coisas que fazem a vida ter sentido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Vale ressaltar que em v\u00e1rios momentos o telespectador pode se questionar se a rela\u00e7\u00e3o dos dois \u00e9 realmente saud\u00e1vel, e, em muitos momentos, a resposta pode ser negativa. Mas, por termos a oportunidade de analisar os dois lados da hist\u00f3ria, algo que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel na vida real, essa resposta pode mudar. Eu, por exemplo, fiquei incomodada diversas vezes com a forma como <strong>Marianne<\/strong> permite que a tratem mal, sem sequer reagir \u00e0s agress\u00f5es direcionadas a ela. Por\u00e9m, quando conheci sua hist\u00f3ria de vida e seus pensamentos, pude entender como ela usa seus mecanismos de defesa, e ent\u00e3o compreendi o porqu\u00ea de certas atitudes.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"718\" height=\"452\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Normal_People_serie-1.jpg?resize=718%2C452&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-28236\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Alguns di\u00e1logos entre os dois foram muito marcantes para mim. Um dos mais tristes acontece quando <strong>Marianne<\/strong> diz a <strong>Connell<\/strong> o seguinte: \u201cN\u00e3o sei por que n\u00e3o consigo fazer as pessoas me amarem. Eu acho que houve alguma coisa errada comigo quando nasci\u201d. Este \u00e9 apenas um dos in\u00fameros momentos em que ela se autodeprecia, se coloca em uma posi\u00e7\u00e3o de extrema vulnerabilidade e de desprezo por ela mesma. A autopuni\u00e7\u00e3o constante \u00e9 uma das caracter\u00edsticas mais marcantes da personagem por toda a sua trajet\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>Connell<\/strong>, por sua vez, tamb\u00e9m tem seus momentos dif\u00edceis, em que se amar \u00e9 a \u00faltima coisa que ele consegue fazer. Por\u00e9m, sua rela\u00e7\u00e3o com a m\u00e3e, <strong>Lorraine<\/strong>, \u00e9 muito s\u00f3lida, e os benef\u00edcios disso ficam claros ao compararmos a forma como ele e <strong>Marianne<\/strong> veem a vida. No que diz respeito \u00e0 figura paterna, ambos n\u00e3o possuem pais presentes, cada um com seu motivo, o que, aparentemente, n\u00e3o os influencia em suas vidas adultas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Em certo ponto da s\u00e9rie, em uma conversa muito dif\u00edcil entre <strong>Marianne<\/strong> e <strong>Connell<\/strong>, era poss\u00edvel at\u00e9 ouvir o som do tique-taque do rel\u00f3gio. A sonoplastia nesta s\u00e9rie inteira \u00e9 muito marcante e bem-feita, mas esta cena em espec\u00edfico me chamou muito a aten\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que as batidas tornavam a conversa ainda mais dif\u00edcil para ambos, como se o tempo passasse arrastado e eles n\u00e3o quisessem que aquilo estivesse acontecendo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Os enquadramentos de c\u00e2mera utilizados na trama foram essenciais para contar essa hist\u00f3ria. Na maioria das vezes era utilizado o plano focado no rosto dos personagens, o que trazia a sensa\u00e7\u00e3o de intimidade entre n\u00f3s e eles, de modo a entendermos tudo o que dizem, e, principalmente, o que querem dizer, mas n\u00e3o dizem. Muitas c\u00e2meras na m\u00e3o e poucos planos abertos foram utilizados, trazendo a percep\u00e7\u00e3o de realmente estarmos dentro da hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/wp7716666-1.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-28242\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/wp7716666-1.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/wp7716666-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/wp7716666-1.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O <em>casting<\/em> para a s\u00e9rie foi de uma precis\u00e3o incr\u00edvel e merece ser ressaltado. Eu, que havia lido o livro antes de ver a s\u00e9rie, e, diferente da experi\u00eancia traum\u00e1tica que tive recentemente com a adapta\u00e7\u00e3o de <em><a href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-a-mulher-na-janela-the-woman-in-the-window-2021\/\">A Mulher na Janela<\/a><\/em>, gostei <em>muito<\/em> da forma como tudo foi feito, principalmente a escolha dos atores principais. \u00c9 claro que nem toda adapta\u00e7\u00e3o \u00e9 perfeita e eu sinto falta de alguns pontos do livro que n\u00e3o foram recriados na s\u00e9rie, principalmente os debates pol\u00edticos que <strong>Marianne<\/strong> iniciava aonde quer que fosse, mas, diante de tudo o que analisamos, estou satisfeita com o resultado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Al\u00e9m disso, a s\u00e9rie toda se passa na Irlanda, o que \u00e9 uma novidade muito interessante para mim, j\u00e1 que as produ\u00e7\u00f5es que acompanho s\u00e3o majoritariamente norteamericanas ou inglesas. Conhecer obras de outros pa\u00edses tem sido um dos meus objetivos, tanto na literatura quanto no cinema, e esta em espec\u00edfico foi uma experi\u00eancia muito valiosa. Cada canto do mundo tem a sua pr\u00f3pria forma de ver a vida, e isso fica muito evidente em suas obras. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A trilha sonora tamb\u00e9m n\u00e3o deixa a desejar, contando com m\u00fasicas como a adapta\u00e7\u00e3o ac\u00fastica de <em>Love will tear us apart<\/em>, tamb\u00e9m com o cl\u00e1ssico <em>Hide and seek<\/em>, e uma das minhas preferidas, <em>Everything I Am Is Yours<\/em>. A <em>playlist <\/em>completa pode ser conferida no <em>Spotify<\/em> <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/user\/spotify\/playlist\/37i9dQZF1DX91332Zfaziz?si=rSyyonxcSMaD3-pr2nWF-Q\">neste link<\/a>. Acompanhar <strong>Marianne<\/strong> e <strong>Connell<\/strong> por uma jornada de descobertas, dores, conquistas e frustra\u00e7\u00f5es, tudo isso com um toque de normalidade, foi uma das melhores coisas que fiz neste ano, e \u00e9 por isso que indico primeiro a leitura do livro e depois a aprecia\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie, esta que est\u00e1 dispon\u00edvel no Brasil pela plataforma <em>Starzplay<\/em>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na hist\u00f3ria de Sally Rooney, conhecemos Marianne e Connell, dois jovens de dois mundos t\u00e3o iguais e t\u00e3o diferentes ao mesmo tempo.<\/p>\n","protected":false},"author":101,"featured_media":28232,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[2690,4732,1365,4730,4733,4729,4731,4734],"class_list":["post-28230","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-critica","tag-2690","tag-daisy-edgar-jones","tag-hulu","tag-normal-people","tag-paul-mescal","tag-pessoas-normais","tag-sally-rooney","tag-starzplay"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - 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