{"id":26993,"date":"2021-03-17T09:39:04","date_gmt":"2021-03-17T12:39:04","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=26993"},"modified":"2021-03-17T09:39:08","modified_gmt":"2021-03-17T12:39:08","slug":"critica-queen-e-slim-os-perseguidos-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-queen-e-slim-os-perseguidos-2019\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Queen e Slim: Os Perseguidos (2019)"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota do Filme:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" height=\"60\" class=\"wp-image-12258\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p><em>\u201cDeixem eles em paz! Deixem eles em paz! Parem de nos matar! Parem de nos matar!\u201d <\/em>esse coro incisivo e vital ecoa na mente de quem v\u00ea desde o in\u00edcio o primeiro longa-metragem dirigido por Melina Matsoukas: Queen e Slim: Os Perseguidos (2019), uma vers\u00e3o contempor\u00e2nea e representativa do cl\u00e1ssico Bonnie e Clyde sobre um casal de jovens negros que, ap\u00f3s um encontro no Tinder, s\u00e3o parados pela pol\u00edcia e precisam fugir pelo pa\u00eds ap\u00f3s matarem o oficial em leg\u00edtima defesa. Assim como o antecessor, o longa de Melina, que assinou o document\u00e1rio da Beyonc\u00e9, trabalha com a subvers\u00e3o social como ponto de partida para estabelecer uma cr\u00edtica ao sistema no qual vivemos, tendo como alvo a estrutura social racista institucionalizada. Declaradamente inspirada por diversos <em>road movies<\/em> e cl\u00e1ssicos de g\u00eaneros diversificados, de West Side Story a Thelma e Louise, Melina encontra, no entanto, a sua pr\u00f3pria \u00f3tica sob o g\u00eanero e transforma a viagem em algo para al\u00e9m do trajeto mapeado com uma maestria singular e at\u00e9 mesmo provocadora.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Sob um inconsciente marcado por mem\u00f3rias que afligem a comunidade negra ao redor do mundo, o destino de Queen (Jodie Turner-Smith) e Slim (Daniel Kaluuya) est\u00e1 selado desde o in\u00edcio. As palavras de resist\u00eancia ainda n\u00e3o foram ecoadas, mas no momento em que o carro sai em disparada ap\u00f3s o embate com o policial sabe-se que nada ou pouco h\u00e1 para se fazer e conquistar a justi\u00e7a que h\u00e1 mais de 400 anos \u00e9 almejada. E n\u00e3o h\u00e1 inten\u00e7\u00e3o alguma de esconder o fim, visto que, se o roteiro faz quest\u00e3o de ainda nos apresentar situa\u00e7\u00f5es que alimentam nossas esperan\u00e7as, a ponto de irmos contra o nosso pr\u00f3prio julgamento, a diretora segue uma dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria, se utilizando de uma linguagem, principalmente a partir da cinematografia, expansiva e sensorial. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"527\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/FILME-QUEEN-AND-SLIM-13.jpg.jpg?resize=790%2C527&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-26996\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/FILME-QUEEN-AND-SLIM-13.jpg.jpg?w=1500&amp;ssl=1 1500w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/FILME-QUEEN-AND-SLIM-13.jpg.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O longa, ent\u00e3o, toma uma dire\u00e7\u00e3o com foco na trajet\u00f3ria deles enquanto seres humanos, para as suas feridas, para os momentos que ser\u00e3o ali compartilhados, e n\u00e3o para um poss\u00edvel desfecho surpreendente da fuga. \u00c9 acolhedora a forma como a decupagem de planos m\u00e9dios e abertos, entrela\u00e7ados em uma montagem expansiva de poucos cortes, ou seja, que permite a ess\u00eancia daquela experi\u00eancia ser explorada ao m\u00e1ximo, legitima a presen\u00e7a dos dois, oferecendo-nos uma oportunidade que muito lhes foi negada: do auto-conhecimento para al\u00e9m dos estere\u00f3tipos, da permissividade emotiva, da liberdade de express\u00e3o e da simples e plena impulsividade humana, caracter\u00edsticas b\u00e1sicas da viv\u00eancia que nos moldam e nos fazem construir experi\u00eancias individuais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 uma ironia fundamental que permeia todo o filme e que vai al\u00e9m do fato de que os protagonistas, sob uma via moral jur\u00eddica, s\u00e3o anti-her\u00f3is por terem fugido de um julgamento que se torna toda a for\u00e7a do filme. Ao mesmo tempo em que a constru\u00e7\u00e3o humaniza os seus personagens, oferece um lugar no mundo que nunca efetivamente tiveram, a todo tempo somos lembrados que eles s\u00f3 conseguiram esse lugar por terem sido expostos e culpabilizados pelas injusti\u00e7as sociais.<\/p>\n\n\n\n<p> Assim como os espectadores, os personagens n\u00e3o s\u00e3o ing\u00eanuos perante o seu destino, mas ao tomarem a situa\u00e7\u00e3o pelas r\u00e9deas, eles constroem em meio a falibilidade, a ideia de que a liberdade, aquela que te preenche e d\u00e1 sentido \u00e0 sua exist\u00eancia, s\u00f3 vem quando h\u00e1 uma subvers\u00e3o daquilo que te apreende, n\u00e3o importa o que custe. Ambos, empoderados pela presen\u00e7a um do outro, ressignificam a fuga pol\u00edtica na ideia de que se v\u00e3o determinar como ser\u00e3o massacrados ao menos ter\u00e3o o controle de como ser\u00e1 a trajet\u00f3ria deles at\u00e9 o fim. Eles se imp\u00f5em para que possam viver plenamente, pelo menos uma vez.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, a dire\u00e7\u00e3o sens\u00edvel e assertiva de Matsoukas \u00e9 melancolicamente inc\u00f4moda. Ao se apropriar das emo\u00e7\u00f5es dos personagens e das transforma\u00e7\u00f5es subjacentes que eles est\u00e3o vivendo, ela a todo momento relembra a audi\u00eancia de que eles n\u00e3o ter\u00e3o outra chance. Dessa forma, portanto, as cenas de afeto, amor e esperan\u00e7a que a dupla vive se transformam em algo que transcende a tela, tornando-se pesarosas para o p\u00fablico &#8211; a cada sequ\u00eancia, me vi em um mix de emo\u00e7\u00f5es, sem saber exatamente o que sentir naquela hora. Um dos pontos mais marcantes do filme exemplifica muito bem essa atmosfera poeticamente e que se torna imposs\u00edvel desviar dos arrebatamentos sentimentais. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/queen-slim.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-26997\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/queen-slim.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/queen-slim.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Em uma montagem paralela, Matsoukas relaciona o explodir das manifesta\u00e7\u00f5es com o sexual de Queen e Slim, que finalmente permitiram consumar a intensa troca. Nessa sequ\u00eancia, a diretora n\u00e3o est\u00e1 comparando as duas vari\u00e1veis dessa equa\u00e7\u00e3o, mas explorando seus significados semi\u00f3ticos quando colocadas lado a lado. A reverbera\u00e7\u00e3o dessa rela\u00e7\u00e3o ramifica entre ideias de que naquele momento os dois se entregam a um estado transcendental, \u00e9 o momento que eles alcan\u00e7am a plenitude da viv\u00eancia deles, enquanto o mundo, em gritos de defesa e resist\u00eancia, imortalizam suas vozes, dando prop\u00f3sito a suas atitudes. Juntos, eles se reconhecem para si mesmos e para o mundo, mesmo que tudo um dia acabe. Naquele momento, eles foram vistos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa ode visual e emocional, pouco importa o roteiro e seus artif\u00edcios. A contempla\u00e7\u00e3o \u00e9 a protagonista. \u00c9 um filme que desafia o espectador a se desprender da hist\u00f3ria e do seu desenrolar, convidando-o a se descortinar. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que Melina obteve controle total da sua vis\u00e3o e do projeto em suas m\u00e3os. Fica extremamente evidente sua postura enquanto diletante: seu olhar transformou uma trag\u00e9dia em uma poesia rom\u00e2ntica. Al\u00e9m da minuciosa escolha de planos e cortes, houve um cuidado preciso da fotografia do filme. O duelo entre os tons amenos e quentes, \u00e9 evidente durante todo o filme, evocando a oscila\u00e7\u00e3o dos sentimentos, a emitente trag\u00e9dia dos personagens, ao mesmo tempo que enaltecem seus tra\u00e7os negros. <\/p>\n\n\n\n<p>Depois de avan\u00e7arem alguns quil\u00f4metros pela estrada, a luz do sol quente, um momento que \u00e9 marcado pelo antagonismo da ang\u00fastia e liberdade ao livre, o casal decide se divertir em uma balada s\u00f3 para negros. Com medo, Queen tem seus receios, mas Slim logo a tranquiliza ap\u00f3s se deparar com o apoio dos locais. Uma cena que poderia ser apenas mais uma se transforma em uma das mais bonitas representa\u00e7\u00f5es do significado de ancestralidade. Sob uma mescla de cores alaranjadas, esverdeadas e amareladas, que significam dentre muitas coisas serenidade, juventude e acolhimento, eles dan\u00e7am enquanto reconhecem o olhar dos outros como forma de prote\u00e7\u00e3o, de respeito a hist\u00f3ria deles e do que toda a trajet\u00f3ria significa para a posteridade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa abordagem sincera e singular da diretora atenua as cr\u00edticas contundentes ao roteiro. H\u00e1 certos problemas no desenvolvimento da narrativa, exaltados com a oscilante constru\u00e7\u00e3o dos personagens, dos protagonistas aos que que cumprem o trabalho de representar os diversos lados da luta, tanto da branquitude quanto da negritude, e situa\u00e7\u00f5es e di\u00e1logos descart\u00e1veis pelos estere\u00f3tipos e comicidades aleat\u00f3rias. Alguns criticam at\u00e9 as interlocu\u00e7\u00f5es feitas pela diretora, como a pr\u00f3pria sequ\u00eancia do protesto-sexo citado acima, mas essa vis\u00e3o subversiva \u00e9 a for\u00e7a do filme, assumindo a fun\u00e7\u00e3o principal do cinema: provocar para refletir e assim transformar, muito al\u00e9m das respostas em cena. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"439\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/queen-and-slim-trailer-legendado.jpeg?resize=790%2C439&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-26998\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/queen-and-slim-trailer-legendado.jpeg?w=800&amp;ssl=1 800w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/queen-and-slim-trailer-legendado.jpeg?resize=768%2C427&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Sob o afeto de Melina Matsoukas, os atores Daniel Kaluuya e Jodie Turner-Smith, portanto, n\u00e3o se tornam m\u00e1rtires, se tornam eles mesmos, mostrando que a eficaz resist\u00eancia \u00e9 a de viver sendo voc\u00ea mesmo. A fotografia que o casal tira para registrar sua odiss\u00e9ia se transforma em algo muito al\u00e9m do registro moment\u00e2neo, \u00e9 a posse de uma mem\u00f3ria que n\u00e3o mais ser\u00e1 preterida, e que, pelas m\u00e3os da nova e da pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o sair\u00e1 do filme fotogr\u00e1fico para estampar murais, ruas, camisas e o cora\u00e7\u00e3o dos que n\u00e3o desistem da luta. Nas palavras de Nina Simone, o filme significa a busca incessante de uma liberdade \u201csem medo\u201d e permite que, como eles mesmo juram um para o outro, se tornem seus pr\u00f3prios legados.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com Lemonade (2016) e Beyonc\u00e9 (2013) no curr\u00edculo enquanto diretora, Melina Matsoukas transforma, atrav\u00e9s da sua condu\u00e7\u00e3o minuciosa e evocativa, uma trag\u00e9dia anunciada em uma odiss\u00e9ia po\u00e9tica em Queen e Slim, seu primeiro longa-metragem 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