{"id":26920,"date":"2021-03-16T15:36:50","date_gmt":"2021-03-16T18:36:50","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=26920"},"modified":"2021-03-23T11:03:23","modified_gmt":"2021-03-23T14:03:23","slug":"critica-a-voz-suprema-do-blues-ma-raineys-black-bottom-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-a-voz-suprema-do-blues-ma-raineys-black-bottom-2020\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | A Voz Suprema do Blues (Ma Rainey\u2019s Black Bottom) [2020]"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota do Filme:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12256\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><em>One, two, you know what to do!<\/em><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap has-text-align-justify\">O ano \u00e9 1927, a cidade \u00e9 Chicago, Illinois, e o dia est\u00e1 mais ensolarado do que nunca. Em um per\u00edodo marcado pela segrega\u00e7\u00e3o racial, <strong>Ma Rainey<\/strong>, uma cantora negra com um talento inquestion\u00e1vel, despontava como a verdadeira <em>m\u00e3e do blues<\/em> e enfrentava diariamente uma sociedade preconceituosa, machista e opressora.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"380\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/MaRaineysBlackBottom-2020-group-car.jpg?resize=570%2C380&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-26962\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Para entendermos melhor algumas nuances do <a href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/netflix-com-viola-davis-e-chadwick-boseman-a-voz-suprema-do-blues-ganha-trailer-oficial\/\">filme<\/a>, \u00e9 interessante que passemos rapidamente pelo contexto hist\u00f3rico. Com a Grande Imigra\u00e7\u00e3o (1910-1970), muitos foram para o Norte em busca de oportunidades de trabalho e uma vida mais digna.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Estimuladas pelas manchetes do jornal <em>Chicago Defender<\/em>, um dos principais peri\u00f3dicos afroamericanos da \u00e9poca, que, oportunamente, contrastava os ataques que aconteciam frequentemente no Sul com as oportunidades e promessas de uma vida melhor no Norte, fam\u00edlias inteiras realizaram suas mudan\u00e7as de forma definitiva.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"507\" height=\"380\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/745F2FA2-DF04-4C6D-953E-77B07661C59C-1600x1200-1.jpeg?resize=507%2C380&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-26963\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Assim, tendo em vista a alta na oferta de empregos, causada tamb\u00e9m pelas necessidades criadas pela Primeira Guerra Mundial, a migra\u00e7\u00e3o em massa aconteceu, mas n\u00e3o sem a resist\u00eancia dos sulistas, que n\u00e3o queriam perder a m\u00e3o de obra barata, em abund\u00e2ncia por l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">At\u00e9 as <a href=\"https:\/\/www.natgeo.pt\/historia\/2020\/02\/leis-jim-crow-criaram-escravatura-com-outro-nome\">Leis Jim Crow<\/a>, que j\u00e1 estavam em vigor desde 1877, foram utilizadas na tentativa de atrapalhar a migra\u00e7\u00e3o, fato que \u00e9 contado por um dos integrantes da banda, <strong>Cutler<\/strong>, ao narrar a hist\u00f3ria de um padre que perdeu o trem por ter ido ao banheiro, exclusivo para negros, que era longe da esta\u00e7\u00e3o. Banheiros, bebedouros e assentos exclusivos em transportes p\u00fablicos, entre outras medidas, eram muito comuns nesta \u00e9poca. A humilha\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra era constante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">\u00c9 nesse contexto de castas e resist\u00eancia que o filme se passa. Em que pese os brancos diminu\u00edssem os negros a todo o tempo, eles sabiam do valor e do potencial que a cultura afroamericana possu\u00eda, e os tratavam bem quando lhes era conveniente. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"380\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/a-voz-suprema-do-blues-elenco-1.jpg?resize=570%2C380&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-26955\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">E assim come\u00e7a o filme: em uma de suas temporadas de sucesso, <strong>Ma<\/strong> aluga um est\u00fadio, gerido por brancos, para gravar seus <em>singles<\/em> junto com sua banda, toda formada por negros, em uma tarde muito quente na cidade de Chicago.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O protagonismo do filme \u00e9 dividido entre <strong>Levee Green<\/strong>, trompetista da banda de <strong>Ma<\/strong>, personagem de <em>Chadwick Boseman<\/em>, nosso eterno <a href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-pantera-negra-black-panther\/\">Pantera Negra<\/a>, e a suprema <strong>Ma Rainey<\/strong>, interpretada por ningu\u00e9m menos que <em>Viola Davis<\/em>. Em um segundo plano, e na maior parte do tempo ambientados na sala de ensaios no por\u00e3o, <strong>Toledo<\/strong> (Glynn Turman), <strong>Cutler<\/strong> (Colman Domingo) e <strong>Slow Drag<\/strong> (Michael Potts), juntamente com <strong>Levee, <\/strong>exp\u00f5em suas ideias e viv\u00eancias no mundo da m\u00fasica.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"570\" height=\"380\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/ma-rainey-5.jpg?resize=570%2C380&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-26936\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Tomando o centro das aten\u00e7\u00f5es para si o tempo todo, <strong>Levee <\/strong>fala sobre seus anseios como m\u00fasico, suas ambi\u00e7\u00f5es como compositor e as dificuldades para emplacar suas ideias quando precisa negociar com os brancos, tudo isso em longas exposi\u00e7\u00f5es. A imers\u00e3o em seu discurso \u00e9 inevit\u00e1vel, tamanha a paix\u00e3o com que fala de sua vida e at\u00e9 mesmo de seus acontecimentos do cotidiano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">H\u00e1 grandes mon\u00f3logos no decorrer da trama, principalmente de <strong>Levee<\/strong>, e um pouco menos de <strong>Ma<\/strong>. A <em>m\u00e3e do blues <\/em>narra suas dificuldades como cantora, que, mesmo com todo o seu sucesso, precisa impor respeito o tempo todo em qualquer lugar que v\u00e1, seja por meio de suas atitudes, falas ou mesmo pela sua forma de se vestir. Seus discursos e atos transparecem sua autenticidade e determina\u00e7\u00e3o, necess\u00e1rias para sobreviver neste meio e  nesta \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"358\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/a-voz-suprema-do-blues-netflix-ultimo-filme-de-chadwick-boseman-cartaz-1.jpg?resize=700%2C358&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-26938\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Embora conte com um elenco de peso, tanto na frente quanto atr\u00e1s das c\u00e2meras, o filme n\u00e3o convence. As cenas longas em um mesmo ambiente evidenciam que o roteirista quis preservar a est\u00e9tica teatral da trama, o que trouxe muitas vezes a sensa\u00e7\u00e3o de estarmos assistindo a uma pe\u00e7a gravada. O roteiro \u00e9, de fato, uma adapta\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a atemporal de <strong>August Wilson<\/strong>, e dirigido pelo premiado diretor <strong>George C. Wolfe<\/strong>, vencedor de um <em>Tony<\/em>, o que chega a explicar a atmosfera puramente teatral do longa, mas, infelizmente, n\u00e3o a justifica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A est\u00e9tica do filme traz uma sensa\u00e7\u00e3o inc\u00f4moda com suas luzes primordialmente quentes, seus ambientes fechados e, principalmente, por seus personagens encalorados o tempo todo. Esse foi um dos pontos que mais me chamou a aten\u00e7\u00e3o: o poder do jogo de cores em um filme. Sabemos que a fotografia tem a capacidade de despertar certos sentimentos no telespectador, mas \u00e9 realmente incr\u00edvel quando nos damos conta dos seus efeitos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Em que pese a trama n\u00e3o ter me convencido por completo, h\u00e1 pontos que merecem destaque. H\u00e1 um simbolismo interessante na rela\u00e7\u00e3o de <strong>Levee<\/strong> com alguns objetos e situa\u00e7\u00f5es no decorrer do filme. Farei uma breve an\u00e1lise mais aprofundada a partir deste ponto da cr\u00edtica, ent\u00e3o cuidado com os <em><u>spoilers<\/u><\/em> a partir daqui!<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"367\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/A-Voz-Suprema-do-Blues-trailer-capa-890x466-1.jpg?resize=700%2C367&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-26943\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A rela\u00e7\u00e3o de <strong>Levee <\/strong>com seus sapatos novos, amarelos e brilhantes, \u00e9, no m\u00ednimo, intrigante. Confesso que durante o filme n\u00e3o entendi muito bem qual a real import\u00e2ncia dos sapatos para ele, ent\u00e3o fui pesquisar depois. Lendo sobre o assunto, entendi o simbolismo dos sapatos: s\u00f3 andavam cal\u00e7ados aqueles que j\u00e1 tinham sido libertados do regime de escravid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Gastar o sal\u00e1rio semanal em um par de sapatos era mais do que um luxo, era um sinal de liberdade, de autonomia. <strong>Levee<\/strong> conta em v\u00e1rios momentos do filme hist\u00f3rias sobre sua fam\u00edlia, que, mesmo liberta e com um bom peda\u00e7o de terra pr\u00f3pria, sofreu preconceito e foi alvo de ataques racistas. O fato de terem sido libertos n\u00e3o significava que eram, enfim, livres.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"365\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/netflix-yellowshoes.png?resize=700%2C365&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-26952\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Depois que entendi a rela\u00e7\u00e3o com os sapatos, comecei a analisar a rela\u00e7\u00e3o da personagem com a porta, que estava sempre trancada. As cenas no est\u00fadio do por\u00e3o me traziam uma sensa\u00e7\u00e3o claustrof\u00f3bica por diversas vezes, um inc\u00f4modo latente, que era potencializado sempre que <strong>Levee<\/strong> se sentia preso e tentava destrancar aquela porta, que ficava no fundo da cena, quase impercept\u00edvel, mas que aparecia sempre quando ele era contrariado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Ao assistir o <a href=\"https:\/\/www.netflix.com\/br\/title\/81382641\">document\u00e1rio dos bastidores do filme<\/a>, dispon\u00edvel tamb\u00e9m na <em>Netflix<\/em>, compreendi que a porta nada mais \u00e9 que a representa\u00e7\u00e3o da fal\u00e1cia do sonho americano, de que basta querer para conseguir, de que tudo est\u00e1 ao seu alcance. A realidade de <strong>Levee<\/strong>, e de tantas outras pessoas que acreditaram neste conto da meritocracia, \u00e9 a frustra\u00e7\u00e3o, a negativa atr\u00e1s de negativa, o retorno ao <em>status<\/em> anterior, onde tudo lhe \u00e9 renegado.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"315\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/ma-raineys-black-bottom-2020-chadwick-boseman-final-film.jpg?resize=600%2C315&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-26959\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A morte do colega em um rompante de f\u00faria representa o desespero de <strong>Levee<\/strong> frente \u00e0s situa\u00e7\u00f5es que lhe fogem ao controle, sobre todas as promessas que lhe foram feitas e nenhuma foi cumprida. Sua fam\u00edlia despeda\u00e7ada, a promessa de uma vida digna, a morte de sua m\u00e3e, a desvaloriza\u00e7\u00e3o de sua m\u00fasica, e, principalmente, a f\u00e9 que ainda habitava o colega mesmo diante de tudo isso, foram mais do que suficientes para que ele sa\u00edsse do seu eixo e cometesse o crime. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A atitude da personagem naquele momento n\u00e3o serve para defini-lo como um assassino inconsequente, mas sim para mostrar ao p\u00fablico a realidade vivida pela popula\u00e7\u00e3o que era tanto massacrada naquela \u00e9poca; negros matando negros, enquanto os brancos lucravam em cima de sua arte. E \u00e9 exatamente o que acontece nos minutos finais do filme, onde a m\u00fasica que <strong>Levee<\/strong> escreveu e vendeu a um pre\u00e7o insignificante \u00e9 interpretada por uma insossa banda, formada por brancos, e aplaudida pelos donos da gravadora que tanto brigaram com <strong>Ma<\/strong> e sua banda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Vale lembrar que a hist\u00f3ria da <strong>Ma Rainey<\/strong> \u00e9 baseada em fatos reais e a das outras personagens \u00e9 inspirada na hist\u00f3ria de tantos m\u00fasicos que lutaram para ter o reconhecimento de seu talento. <strong>Ma<\/strong> foi um \u00edcone a frente do seu tempo, um verdadeiro s\u00edmbolo do feminismo, falando sempre sobre suas lutas, sua sexualidade, e tamb\u00e9m sobre suas conquistas em suas m\u00fasicas.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"590\" height=\"380\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/a-voz-suprema-do-blues_beleza-black-power-e1608645685816.png?resize=590%2C380&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-26968\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O protagonista <em>Chadwick Boseman<\/em> levou o <a href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/confira-a-lista-de-vencedores-do-globo-de-ouro-2021\/\"><strong>Globo de Ouro<\/strong><\/a> de melhor ator em filme de drama. O ator infelizmente nos deixou em meados de 2020, mas entregou a tempo uma de suas melhores atua\u00e7\u00f5es. Com cinco indica\u00e7\u00f5es ao <strong><a href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/oscar-2021-foi-liberada-a-lista-de-indicados-deste-ano\/\">Oscar de 2021<\/a><\/strong>, h\u00e1 grandes expectativas para o longa, mas h\u00e1 quem tenha o que comemorar desde j\u00e1: com a quarta indica\u00e7\u00e3o de sua carreira, <em>Viola Davis<\/em> se consolidou como a atriz negra mais indicada na hist\u00f3ria da premia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>One, two, you know what to do! 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