{"id":19450,"date":"2019-06-26T13:00:31","date_gmt":"2019-06-26T16:00:31","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=19450"},"modified":"2019-06-25T21:51:42","modified_gmt":"2019-06-26T00:51:42","slug":"wall-e-o-que-e-ser-humano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/","title":{"rendered":"WALL-E \u2013 O que \u00e9 ser Humano"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-drop-cap\"><em>WALL\u00b7E<\/em> \u00e9, sem sombra de d\u00favidas, um dos filmes mais \u00fanicos da Pixar. Lan\u00e7ado em 2008, conta a hist\u00f3ria de uma Terra abandonada pelos humanos. No planeta permanece apenas WALL\u00b7E (Carregador de Carga e Aloca\u00e7\u00e3o de Res\u00edduos \u2013 Terra, em portugu\u00eas), um rob\u00f4 programado para limpar a \u00e1rea, miss\u00e3o essa que, ao menos a princ\u00edpio, parece imposs\u00edvel. Ao encontrar EVE (Avaliadora de Vegeta\u00e7\u00e3o Extraterrestre, em portugu\u00eas), rob\u00f4 enviado pelo <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Axioma\">Axiom<\/a> (cruzeiro interespacial no qual os humanos vivem de forma quase programada), ter\u00e1 um importante papel na reconstru\u00e7\u00e3o da humanidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A Pixar conseguiu, ao longo dos anos, construir um imp\u00e9rio de anima\u00e7\u00f5es que desafia o cl\u00e1ssico entendimento de que filmes animados s\u00e3o \u201cpara crian\u00e7as\u201d. Nesse sentido, expande a sua base e mira n\u00e3o apenas em um p\u00fablico infantil mas, tamb\u00e9m, um p\u00fablico mais adulto que, com maior discernimento, percebe camadas mais profundas nas hist\u00f3rias. A t\u00edtulo exemplificativo, \u00e9 bom mencionar <em>Procurando Nemo<\/em>, do mesmo diretor, um conto sobre amadurecimento e parentalidade que, facilmente, rivaliza com grandes produ\u00e7\u00f5es <em>live-action<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><em>WALL\u00b7E<\/em> \u00e9 um filme que conta tanto com visuais estonteantes, que em uma primeira meia hora quase sem di\u00e1logos consegue, com perfei\u00e7\u00e3o, transmitir os sentimentos necess\u00e1rios \u2013 cite-se, ainda, a <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=NPW3mvAN0Rc\">dan\u00e7a no espa\u00e7o<\/a> entre os protagonistas, talvez a cena mais bela j\u00e1 feita pelo est\u00fadio \u2013 como, tamb\u00e9m, nos traz diversas tem\u00e1ticas imprescind\u00edveis n\u00e3o apenas na \u00e9poca na qual foi lan\u00e7ado como nos dias atuais. O presente texto, ent\u00e3o, ir\u00e1 focar em um dos mais interessantes temas abordados: afinal, o que significa ser humano?<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"494\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/1.jpg?resize=790%2C494&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-19455\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/1.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/1.jpg?resize=768%2C480&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/1.jpg?w=1580&amp;ssl=1 1580w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o longa, a resposta pode ser dividida em alguns pontos, sobre os quais iremos discorrer adiante.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Humanidade, Amor e Rela\u00e7\u00f5es Interpessoais<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nosso primeiro contato no filme \u00e9 com o pequeno WALL\u00b7E, deixado para tr\u00e1s com a sua diretriz: limpar o planeta. Contudo, desde o in\u00edcio percebemos que h\u00e1 algo de diferente no personagem. Ele \u00e9 muito humano, por assim dizer. O pequeno rob\u00f4 coleta objetos, ouve m\u00fasica, assiste filmes antigos e mant\u00e9m uma \u201camizade\u201d com uma pequena barata. WALL\u00b7E \u00e9 curioso, observa as estrelas \u00e0 noite como se \u00e0 procura de algo a mais. O conceito de amor, em especial, parece mexer com o personagem, conforme se percebe pelo ato de segurar as m\u00e3os, retratado no musical <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Hello,_Dolly!\"><em>Al\u00f4, Dolly!<\/em><\/a> que tanto assiste.<\/p>\n\n\n\n<p>Certo \u00e9 que a sua necessidade por conex\u00f5es al\u00e9m daquelas para a qual fora programado move a trama adiante. Ao encontrar EVE busca, desesperadamente, um meio de se conectar com a personagem e, quando finalmente chegamos ao Axiom, um dos pontos centrais da narrativa se mostra: a necessidade de conex\u00f5es interpessoais.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"443\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/5.jpg?resize=790%2C443&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-19454\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/5.jpg?w=790&amp;ssl=1 790w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/5.jpg?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Explica-se que, no cruzeiro, humanos \u201cevolu\u00edram\u201d ao ponto de poder abrir m\u00e3os de determinadas fun\u00e7\u00f5es. A pr\u00f3pria locomo\u00e7\u00e3o, t\u00e3o importante no desenvolvimento da esp\u00e9cie, tornou-se desnecess\u00e1ria face \u00e0 automa\u00e7\u00e3o. Ocorre, por\u00e9m, que esse fator se estendeu tamb\u00e9m \u00e0s rela\u00e7\u00f5es entre os passageiros. Isto porque, por mais que haja conex\u00e3o entre tripulantes do Axiom, elas se d\u00e3o estritamente por meio de telas, ainda que sejam relacionamentos possivelmente amorosos. Antes de se libertar, Mary comenta com uma conhecida:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\"><em>\u201cTodo encontro hologr\u00e1fico que eu tive foi um desastre virtual.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\"><em>Mary<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, somos seres sociais. A humanidade requer uma intimidade que, por mais que tentemos, n\u00e3o pode ser substitu\u00edda por meios virtuais. Segundo o pr\u00f3prio diretor e roteirista, inclusive, a redescoberta desse sentimento \u00e9 ponto central da hist\u00f3ria:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\"><em>\u201cPercebi que o que eu queria mostrar com esses dois rob\u00f4s programados era o desejo deles de tentar descobrir qual a raz\u00e3o de viver&#8230;foram precisos atos de amor irracional para meio que decobrirem ser contra o porqu\u00ea foram constru\u00eddos&#8230;eu percebi que \u00e9 uma met\u00e1fora perfeita para a vida real. N\u00f3s criamos nossos h\u00e1bitos, nossas rotinas e nossos padr\u00f5es de comportamento, consciente ou inconscientemente para evitar viver. Para evitar ter que lidar com as partes complicadas. Para evitar ter relacionamentos com outras pessoas ou lidar com a pessoas ao nosso lado. \u00c9 para isso que ficamos em nossos celulares e n\u00e3o tratamos um com o outro. Eu pensei \u2018Essa \u00e9 uma amplifica\u00e7\u00e3o perfeita do objetivo do filme.\u2019\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\"><em>Andrew Stanton<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Stanton, crist\u00e3o, afirmou que entende o amor como o maior ensinamento de sua religi\u00e3o, motivo pelo qual quis projetar, em <em>WALL\u00b7E<\/em>, aquilo que considera mais importante. H\u00e1 outros paralelos que podem ser tra\u00e7ados entre a religi\u00e3o e a narrativa, dentre eles destacamos a compara\u00e7\u00e3o entre o Axiom e a Arca de No\u00e9 e o pr\u00f3prio nome de EVE (Eva, em portugu\u00eas), em uma alus\u00e3o a Ad\u00e3o e Eva (ou Adam and Eve).<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, \u00e9 interessante notar como Andrew conseguiu, j\u00e1 em 2008, transmitir um conto que se faz t\u00e3o necess\u00e1rio na atualidade. Ao mesmo tempo, manteve-se fiel \u00e0s suas cren\u00e7as e conseguiu criar uma obra que diz muito sobre aquilo que considera mais importante \u00e0 humanidade: o amor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Individualidade face ao Coletivo<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De qualquer forma, h\u00e1 mais camadas em <em>WALL\u00b7E<\/em>, uma delas diz respeito \u00e0 necessidade de manuten\u00e7\u00e3o da sua individualidade. Isto porque, ainda que humanos sejam, em seu cerne, seres sociais e, portanto, demandem certo pensamento coletivo, a coletividade pela coletividade pode se mostrar t\u00e3o prejudicial \u00e0 humanidade quanto o individualismo desenfreado.<\/p>\n\n\n\n<p>Explica-se que a chegada de WALL\u00b7E desafia o sistema instaurado no Axiom. Ao contr\u00e1rio de suas contrapartes rob\u00f4s na nave, ele est\u00e1 livre de sua diretriz e, assim, move-se como bem entender, primeiro causando caos para, ap\u00f3s, servir de inspira\u00e7\u00e3o. As suas necessidades individuais v\u00e3o de encontro ao que se espera do ecossistema do local, o que de modo algum faz com que se conforme com a situa\u00e7\u00e3o, muito pelo contr\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, no come\u00e7o vemos humanos desprovidos de personalidade, vestindo-se iguais, guiados para o local indicado por suas poltronas. O longa, ao retratar os sobreviventes em sua rotina mecanizada, mostra que n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para a individualidade, com o trajeto, literalmente, seguindo linhas fixas ao ch\u00e3o. A influ\u00eancia de WALL\u00b7E em John e Mary, por\u00e9m, \u00e9 imediata. Ao faz\u00ea-los ver um mundo al\u00e9m de suas telas \u2013 o que torna, inclusive, a hist\u00f3ria, um paralelo \u00e0 <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Alegoria_da_Caverna\">Alegoria da Caverna<\/a> de Plat\u00e3o \u2013 h\u00e1, rapidamente, o desenvolvimento de suas respectivas personalidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma vez que o sistema do Axiom, controlado por AUTO, impedia a individualidade de se desenvolver,&nbsp; questionamento ao pr\u00f3prio sistema era imposs\u00edvel. Foi necess\u00e1ria a interven\u00e7\u00e3o de uma for\u00e7a externa para que a humanidade percebesse a necessidade de manter n\u00e3o apenas um coletivo, mas tamb\u00e9m o indiv\u00edduo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>A Liberdade de Evoluir, Escolher (e Errar) como Elemento Necess\u00e1rio<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, no filme, a humanidade foi reduzida \u00e0 uma sombra do que era. A automa\u00e7\u00e3o e a facilidade tecnol\u00f3gica fez com que os habitantes do Axiom se tornassem vers\u00f5es beb\u00eas de si mesmos. H\u00e1 um motivo para a escolha do design. Segundo Andrew Stanton:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\"><em>\u201cFoi quase como uma esp\u00e9cie de met\u00e1fora para \u2018\u00c9 hora de levantar e crescer\u2019!\u2019\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\"><em>Andrew Stanton<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"331\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/4.jpg?resize=790%2C331&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-19453\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/4.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/4.jpg?resize=768%2C322&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/4.jpg?w=1580&amp;ssl=1 1580w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A simbologia \u00e9 evidente: ao abrir m\u00e3o da pr\u00f3pria autonomia, os sobreviventes se condenaram \u00e0 eterna inf\u00e2ncia. Sem a necessidade de crescimento, ele se tornou sup\u00e9rfluo. H\u00e1 um termo acerca da situa\u00e7\u00e3o: neotenia, a reten\u00e7\u00e3o, em animais, na idade adulta, de caracter\u00edsticas t\u00edpicas da sua forma jovem ou larval. Dessa forma, em decorr\u00eancia da falta de uso, houve um subdesenvolvimento de determinadas caracter\u00edsticas. Por tal motivo, o simples ato do Capit\u00e3o de se levantar e ficar em p\u00e9 t\u00e3o \u00e9pico.<\/p>\n\n\n\n<p>A escolha de m\u00fasica, por sinal, n\u00e3o poderia ser mais acertada. O paralelo entre o \u201c<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ypEaGQb6dJk\">Alvorecer do Homem<\/a>\u201d, do cl\u00e1ssico <em>2001 \u2013 Uma Odiss\u00e9ia no Espa\u00e7o<\/em><a href=\"#footnote-one\">[1]<\/a> \u00e9 extremamente apropriado. Ambos demonstram importantes passos no desenvolvimento da humanidade, cada qual ao seu modo e, tamb\u00e9m, propor\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A cena serve para retratar a necessidade de evolu\u00e7\u00e3o do ser humano, que s\u00f3 pode ocorrer em um ambiente no qual h\u00e1 liberdade para tal. Um ambiente no qual n\u00e3o h\u00e1 a possibilidade de escolhas \u00e9 um ambiente no qual n\u00e3o h\u00e1 a manuten\u00e7\u00e3o da nossa pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o de humanidade.<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00e3o importante quanto escolher certo, por\u00e9m, \u00e9 escolher errado. A programa\u00e7\u00e3o de AUTO, por mais fria que possa parecer, iria, sem problemas, assegurar a sobreviv\u00eancia da humanidade. Fato \u00e9 que retornar \u00e0 Terra \u00e9 uma jogada arriscada, com forte probabilidade de fracasso. A perman\u00eancia no Axiom, todavia, mostra-se uma certeza de manuten\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a humana. Sobreviver, por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 o bastante para seres que devem sempre evoluir. Dessa forma, por mais que por vezes sejamos impelidos, por desejo, a caminho que possam ser considerados equivocados, faz parte de nossa natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o filme demonstra que a liberdade para controlar nosso pr\u00f3prio destino, por pior que sejam nossas escolhas, \u00e9 fator imprescind\u00edvel para a nossa humanidade. A liberdade para errar faz parte do nosso amadurecimento como esp\u00e9cie.<\/p>\n\n\n\n<p>Felizmente, contudo, a obra demonstra que a tentativa foi bem sucedida. Os cr\u00e9ditos finais apresentam uma montagem da hist\u00f3ria da ra\u00e7a humana ap\u00f3s retornar \u00e0 Terra. As pinturas cl\u00e1ssicas das cavernas progridem \u00e0s t\u00edpicas eg\u00edpcias, gregas, romanas, renascentistas at\u00e9 certos impressionistas, como Vincent van Gogh. Por fim, as imagens evoluem ao estilo cl\u00e1ssico dos primeiros jogos de computador.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"331\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/3-1.jpg?resize=790%2C331&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-19458\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/3-1.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/3-1.jpg?resize=768%2C321&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Dessa maneira, <em>WALL\u00b7E<\/em> traz n\u00e3o apenas um estudo sobre a pr\u00f3pria humanidade como, tamb\u00e9m, uma mensagem esperan\u00e7osa para o futuro. A despeito de um cen\u00e1rio inicialmente aterrador, a cren\u00e7a de que a humanidade pode superar empecilhos tidos como imposs\u00edveis permeia a narrativa do come\u00e7o ao fim.<\/p>\n\n\n\n<p>[1]  Essa n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica refer\u00eancia ao cl\u00e1ssico de Kubrick. A pr\u00f3pria fisionomia de AUTO, piloto autom\u00e1tico do Axiom, \u00e9 claramente inspirada em HAL 9000, intelig\u00eancia artificial presente na segunda se\u00e7\u00e3o de <em>2001 \u2013 Uma Odiss\u00e9ia no Espa\u00e7o<\/em>. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tido como um dos melhores filmes do est\u00fadio, &#8220;WALL-E&#8221; aborda diversas tem\u00e1ticas, dentre elas o pr\u00f3prio conceito de humanidade.<\/p>\n","protected":false},"author":72,"featured_media":19456,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[255],"tags":[937,3246,2645,422,531],"class_list":["post-19450","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-analise","tag-animacao","tag-desenho","tag-desenhos","tag-disney","tag-pixar"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>WALL-E \u2013 O que \u00e9 ser Humano - cine<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"WALL-E \u2013 O que \u00e9 ser Humano - cine\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Tido como um dos melhores filmes do est\u00fadio, &quot;WALL-E&quot; aborda diversas tem\u00e1ticas, dentre elas o pr\u00f3prio conceito de humanidade.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"cine\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"http:\/\/facebook.com\/oficialcinematologia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2019-06-26T16:00:31+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/i1.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/2.jpg?fit=750%2C422&ssl=1\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"750\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"422\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Iuri Souza\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@cinematologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@cinematologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Iuri Souza\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"9 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/\"},\"author\":{\"name\":\"Iuri Souza\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/person\/77d7f6044c88402834fd257b5bee0124\"},\"headline\":\"WALL-E \u2013 O que \u00e9 ser Humano\",\"datePublished\":\"2019-06-26T16:00:31+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/\"},\"wordCount\":1714,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/2.jpg?fit=750%2C422&ssl=1\",\"keywords\":[\"Anima\u00e7\u00e3o\",\"Desenho\",\"desenhos\",\"Disney\",\"Pixar\"],\"articleSection\":[\"An\u00e1lise\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/\",\"url\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/\",\"name\":\"WALL-E \u2013 O que \u00e9 ser Humano - cine\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/2.jpg?fit=750%2C422&ssl=1\",\"datePublished\":\"2019-06-26T16:00:31+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/2.jpg?fit=750%2C422&ssl=1\",\"contentUrl\":\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/2.jpg?fit=750%2C422&ssl=1\",\"width\":750,\"height\":422},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"WALL-E \u2013 O que \u00e9 ser Humano\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#website\",\"url\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/\",\"name\":\"cine\",\"description\":\"Conectando pessoas ao mundo da tv.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#organization\",\"name\":\"cine\",\"url\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cropped-header-roxo.png?fit=600%2C198&ssl=1\",\"contentUrl\":\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cropped-header-roxo.png?fit=600%2C198&ssl=1\",\"width\":600,\"height\":198,\"caption\":\"cine\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"http:\/\/facebook.com\/oficialcinematologia\",\"https:\/\/x.com\/cinematologia\",\"http:\/\/instagram.com\/cinematologia\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/person\/77d7f6044c88402834fd257b5bee0124\",\"name\":\"Iuri Souza\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/49358e9c648f357fc4ad6442ad9e769f77fb64e4f90d893b47380acdfe2c5c39?s=96&d=blank&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/49358e9c648f357fc4ad6442ad9e769f77fb64e4f90d893b47380acdfe2c5c39?s=96&d=blank&r=g\",\"caption\":\"Iuri Souza\"},\"description\":\"Carioca, advogado e apaixonado por cinema. Busco compartilhar um pouco desse sentimento.\",\"url\":\"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/author\/iuri-ems93\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"WALL-E \u2013 O que \u00e9 ser Humano - cine","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"WALL-E \u2013 O que \u00e9 ser Humano - cine","og_description":"Tido como um dos melhores filmes do est\u00fadio, \"WALL-E\" aborda diversas tem\u00e1ticas, dentre elas o pr\u00f3prio conceito de humanidade.","og_url":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/","og_site_name":"cine","article_publisher":"http:\/\/facebook.com\/oficialcinematologia","article_published_time":"2019-06-26T16:00:31+00:00","og_image":[{"width":750,"height":422,"url":"https:\/\/i1.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/2.jpg?fit=750%2C422&ssl=1","type":"image\/jpeg"}],"author":"Iuri Souza","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@cinematologia","twitter_site":"@cinematologia","twitter_misc":{"Escrito por":"Iuri Souza","Est. tempo de leitura":"9 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/"},"author":{"name":"Iuri Souza","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/person\/77d7f6044c88402834fd257b5bee0124"},"headline":"WALL-E \u2013 O que \u00e9 ser Humano","datePublished":"2019-06-26T16:00:31+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/"},"wordCount":1714,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/2.jpg?fit=750%2C422&ssl=1","keywords":["Anima\u00e7\u00e3o","Desenho","desenhos","Disney","Pixar"],"articleSection":["An\u00e1lise"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/","url":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/","name":"WALL-E \u2013 O que \u00e9 ser Humano - cine","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/2.jpg?fit=750%2C422&ssl=1","datePublished":"2019-06-26T16:00:31+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#primaryimage","url":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/2.jpg?fit=750%2C422&ssl=1","contentUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/2.jpg?fit=750%2C422&ssl=1","width":750,"height":422},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wall-e-o-que-e-ser-humano\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"WALL-E \u2013 O que \u00e9 ser Humano"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#website","url":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/","name":"cine","description":"Conectando pessoas ao mundo da tv.","publisher":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#organization","name":"cine","url":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cropped-header-roxo.png?fit=600%2C198&ssl=1","contentUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cropped-header-roxo.png?fit=600%2C198&ssl=1","width":600,"height":198,"caption":"cine"},"image":{"@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["http:\/\/facebook.com\/oficialcinematologia","https:\/\/x.com\/cinematologia","http:\/\/instagram.com\/cinematologia"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/person\/77d7f6044c88402834fd257b5bee0124","name":"Iuri Souza","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/49358e9c648f357fc4ad6442ad9e769f77fb64e4f90d893b47380acdfe2c5c39?s=96&d=blank&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/49358e9c648f357fc4ad6442ad9e769f77fb64e4f90d893b47380acdfe2c5c39?s=96&d=blank&r=g","caption":"Iuri Souza"},"description":"Carioca, advogado e apaixonado por cinema. Busco compartilhar um pouco desse sentimento.","url":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/author\/iuri-ems93\/"}]}},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/2.jpg?fit=750%2C422&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p95f5H-53I","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19450","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/users\/72"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19450"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19450\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19460,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19450\/revisions\/19460"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19456"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19450"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19450"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19450"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}