{"id":18378,"date":"2019-05-05T18:39:23","date_gmt":"2019-05-05T21:39:23","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=18378"},"modified":"2019-09-23T02:29:21","modified_gmt":"2019-09-23T05:29:21","slug":"critica-cafarnaum-capharnaum-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-cafarnaum-capharnaum-2018\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Cafarnaum (Capharna\u00fcm) [2018]"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota do Filme:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" height=\"60\" class=\"wp-image-12258\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota45.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">O nascimento de um ser humano \u00e9 repleto de fatores al\u00e9m da fecunda\u00e7\u00e3o, desde a condi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica at\u00e9 a quest\u00e3o afetiva, indo de encontro ao que os respons\u00e1veis por essa cria\u00e7\u00e3o devem oferecer contra o que \u00e9 ofertado por eles. Dado isso, se ambos esses requisitos n\u00e3o forem preenchidos, n\u00e3o h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de se trazer uma nova vida ao planeta, ou melhor, \u00e9 recomendado at\u00e9 evitar isso para n\u00e3o trazer complica\u00e7\u00f5es para o novo indiv\u00edduo, bem como para a rotina dos genitores.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cAos doze anos, Zain (Zain Al Rafeea) carrega uma s\u00e9rie de responsabilidades: \u00e9 ele quem cuida de seus irm\u00e3os no corti\u00e7o em que vive junto com os pais, que est\u00e3o sempre ausentes gra\u00e7as ao trabalho em uma mercearia. Quando sua irm\u00e3 de onze \u00e9 for\u00e7ada a se casar com um homem mais velho, o menino fica extremamente revoltado e decide deixar a fam\u00edlia. Ele passa a viver nas ruas junto aos refugiados e outras crian\u00e7as que, diferentemente dele, n\u00e3o chegaram l\u00e1 por conta pr\u00f3pria. \u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do filme apresentar essa proposta, o roteiro subverte as expectativas da audi\u00eancia justamente por n\u00e3o desenvolver necessariamente o caso jur\u00eddico, mas sim mostrar como toda a jornada do pequeno Zain culminou nessa decis\u00e3o de processar os pr\u00f3prios pais. E, isso faz com que se desenvolvam diversas esferas da narrativa, indo desde a proposta inicial at\u00e9 temas al\u00e9m da sinopse.<\/p>\n\n\n\n<p>Para isso, inicialmente, o texto desenvolve o protagonista a partir das rela\u00e7\u00f5es dele com as pessoas que est\u00e3o no seu contexto e, consequentemente, nas decis\u00f5es que toma ou que lhe s\u00e3o entregues. Por exemplo, inicialmente o foco \u00e9 a sua rela\u00e7\u00e3o com a irm\u00e3, demonstrando como h\u00e1 um senso de prote\u00e7\u00e3o dele para ela, e que n\u00e3o se tornou ap\u00e1tico totalmente por conta dos maus tratos sofridos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"297\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/1-2.jpg?resize=790%2C297&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-18379\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/1-2.jpg?w=1777&amp;ssl=1 1777w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/1-2.jpg?resize=768%2C288&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/1-2.jpg?w=1580&amp;ssl=1 1580w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>E, conforme a narrativa avan\u00e7a, o <em>script<\/em> parte para o desenvolvimento das camadas al\u00e9m da linha principal, seja no tribunal ou nos personagens que passam pela vida de Zain, sendo o grande destaque Rahil (Yordanos Shiferaw), a imigrante et\u00edope que acolhe o garoto ap\u00f3s ele ficar vagando nas ruas, a esmiu\u00e7ando de forma clara e sucinta ao destacar seus problemas e emo\u00e7\u00f5es no pouco tempo de tela dispon\u00edvel. Al\u00e9m disso, consegue flertar com situa\u00e7\u00f5es mais graves, como a quest\u00e3o da imigra\u00e7\u00e3o, casamento infantil, as mulheres no L\u00edbano e paternidade e maternidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar disso, \u00e9 necess\u00e1rio ressaltar mais duas particularidades no roteiro. A primeira \u00e9 que a todo momento em que Zain \u00e9 colocado numa situa\u00e7\u00e3o fraternal e amistosa, partindo de como ele sente aquilo, ocorre o rompimento disto de alguma forma, por exemplo, com os pr\u00f3prios di\u00e1logos que ele profere, reflexo do p\u00e9ssimo exemplo dos pais, fazendo-o voltar \u00e0 estaca zero, ao falar sobre drogas e in\u00fameros palavr\u00f5es, criando assim a quebra dessa realidade. O segundo \u00e9 que a crueldade narrativa aplicada ao garoto, construindo inclusive o senso de prote\u00e7\u00e3o dos mais fracos que ele possui, reflete em todo o longa, derrubando toda e qualquer \u201cinf\u00e2ncia\u201d que ele constr\u00f3i. Por\u00e9m o que importa nisso \u00e9 a forma org\u00e2nica de como acontece, pois, o desenvolvimento das narrativas paralelas tornam isso poss\u00edvel, mostrando como tudo \u00e9 planejado e n\u00e3o jogado ao acaso.<\/p>\n\n\n\n<p>Para transmitir toda a carga dram\u00e1tica do texto, a diretora Nadine Labaki (que tamb\u00e9m assina o roteiro) opta por utilizar a c\u00e2mera na m\u00e3o.Dessa forma, cria uma situa\u00e7\u00e3o verossimilhante a realidade, por conta da excepcionalidade do assunto abordado, o que se torna uma escolha bastante acertada, alcan\u00e7ando assim o que foi pretendido.<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, Labaki ilustra para audi\u00eancia toda a mis\u00e9ria em que se passa a trama, mostrando inicialmente \u00e2ngulos a\u00e9reos para mostrar o qu\u00e3o miser\u00e1vel \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o em que se encontra o protagonista. Ao mesmo tempo, enquanto o focaliza em meio a sua realidade, mais precisamente o colocando como o centro da narrativa, ou seja, mostrar o ponto de vista de Zain em meio a tudo aquilo que ele vive.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/2-2.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-18380\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/2-2.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/2-2.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Ao fazer isso, a diretora opta por grudar a c\u00e2mera no rosto do garoto, sempre buscando a rea\u00e7\u00e3o dele diante da situa\u00e7\u00e3o, resultando em \u00e2ngulos que mostram os adultos dos joelhos para baixo ou com os rostos desfocados, como se eles estivessem em segundo plano. E isso elucida de forma bastante direta o descaso, a neglig\u00eancia e o abuso de seus pais para com ele e seus irm\u00e3os, ratificando ainda mais a verossimilhan\u00e7a para o tema.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa escolha traz uma consequ\u00eancia que pode ser positiva ou negativa, uma vez que todas as decis\u00f5es que o menino toma, por mais \u00e1rduas que sejam, s\u00e3o banalizadas por conta da sua inoc\u00eancia. Por\u00e9m isso n\u00e3o as tornam menos importante, pelo contr\u00e1rio, ficam mais impactantes por ser utilizado o ponto de vista dele de forma predominante na narrativa, n\u00e3o precisando apelar para algo mais gr\u00e1fico ou violento esperando ratificar essa dureza, apesar do pr\u00f3prio texto j\u00e1 fazer isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Em contraste a isso, outros elementos t\u00e9cnicos criam a dualidade em tela, mais especificamente a batalha que Zain trava entre ter uma inf\u00e2ncia e se tornar adulto. Por exemplo, a dire\u00e7\u00e3o de arte faz contraponto a isso, colocando objetos caracter\u00edsticos de crian\u00e7as como almofadas de pel\u00facia, e aplicando cores que resguardem essa pureza infantil, aplicando leves tons de rosa para demonstrar que ainda h\u00e1 algo dentro dele. Todavia, a fotografia se reveza entre cores frias, como azul claro ou cinza, para demonstrar a melancolia e apatia da psique do menino, e cores quentes, como laranja ou vermelho, para ilustrar situa\u00e7\u00f5es mais intensas, tanto para o bom como para o mau, e para mostrar sentimentos positivos, ou a sensa\u00e7\u00e3o de amor ou afeto, por conta da perspectiva de Zain.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"527\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/3.jpg?resize=790%2C527&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-18381\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/3.jpg?w=1499&amp;ssl=1 1499w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A atua\u00e7\u00e3o de Zain Al Rafeea \u00e9 bastante introspectiva, o que n\u00e3o a torna menos qualificada. Ele consegue transmitir toda a apatia e frieza que a vida lhe proporcionou com seus olhos, face ao desamparo, aliados \u00e0 pr\u00f3pria carga emocional do roteiro que o eleva. Ainda, nos momentos em que esbo\u00e7a emo\u00e7\u00f5es que o deixam mais &#8220;fr\u00e1gil&#8221;, exp\u00f5e tamb\u00e9m toda a intensidade daquilo ao dar esperan\u00e7a para que aconte\u00e7a uma conclus\u00e3o positiva ao personagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale ressaltar que os outros elementos que comp\u00f5e o longa elevam ainda mais a sua pot\u00eancia. A edi\u00e7\u00e3o, por exemplo, combina perfeitamente com a dire\u00e7\u00e3o adotada por Labaki, que ao criar o realismo utilizando a c\u00e2mera na m\u00e3o, aplica cortes r\u00e1pidos de forma que isso represente o crescimento do protagonista, afetando o seu psicol\u00f3gico. Isso influencia diretamente na estrutura adotada pelo filme, que intercala o momento do tribunal com os relatos que s\u00e3o contados, o que \u00e9 bastante funcional, n\u00e3o sobrepondo uma narrativa a outra, se tornando did\u00e1tico.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, a trilha sonora cumpre o seu papel perfeitamente, pois n\u00e3o se sobrep\u00f5e a imagem que est\u00e1 na tela, al\u00e9m de transpor todos os sentimentos que os personagens sentem na forma de m\u00fasica, o que a torna bastante eficaz. A maquiagem tamb\u00e9m exerce fun\u00e7\u00e3o importante, deixando vis\u00edvel todo o cansa\u00e7o e impot\u00eancia do menino no seu rosto, com o passar do tempo, o que intensifica ainda mais a sua atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Sendo assim, o plano final do longa \u00e9 o resultado daquilo que Zain busca o filme todo, o que demonstra a import\u00e2ncia do momento. Portanto, a responsabilidade de se criar uma nova vida \u00e9 muito grande, pois, ao n\u00e3o fornecer as m\u00ednimas condi\u00e7\u00f5es para isso, esse novo indiv\u00edduo pode come\u00e7ar a se questionar o motivo de sofrer tanto e desejar nunca ter nascido, transformando isso na quest\u00e3o existencial que o mover\u00e1, conforme \u00e9 demonstrado brilhantemente por Nadine Labaki.<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Candidato do L\u00edbano ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro 2019 e vencedor do Grande Pr\u00eamio do J\u00fari no Festival de Cannes 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