{"id":18181,"date":"2019-04-28T16:59:45","date_gmt":"2019-04-28T19:59:45","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=18181"},"modified":"2019-04-28T19:34:55","modified_gmt":"2019-04-28T22:34:55","slug":"critica-assunto-de-familia-manbiki-kazoku-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-assunto-de-familia-manbiki-kazoku-2018\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Assunto de Fam\u00edlia (Manbiki kazoku) [2018]"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Nota do Filme :<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" height=\"60\" class=\"wp-image-12259\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Fam\u00edlia \u00e9 algo importante para qualquer ser humano, independente do quanto uma pessoa aprecie a solitude. Essa estrutura serve de alicerce para cada um, quando parece que est\u00e1 tudo desmoronando, funcionando como  seguran\u00e7a emocional para esses momentos, por mais que haja as diverg\u00eancias ou brigas entre os seus membros. Contudo, o que torna uma pessoa familiar de outra al\u00e9m do sangue em comum correndo nas veias?<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDepois de uma de suas sess\u00f5es de furtos, Osamu (Lily Franky) e seu filho se deparam com uma garotinha. A princ\u00edpio eles relutam em abrigar a menina, mas a esposa de Osamu concorda em cuidar dela depois de saber das dificuldades que enfrenta. Embora a fam\u00edlia seja pobre e mal ganhem dinheiro dos pequenos crimes que cometem, eles parecem viver felizes juntos at\u00e9 que um incidente revela segredos escondidos, testando os la\u00e7os que os unem. \u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A sinopse acima esclarece qual a ess\u00eancia de <em>Assunto de Fam\u00edlia<\/em>, em que \u00e9 questionado o conceito de fam\u00edlia e o que a forma, levando a frase \u201cfam\u00edlia se escolhe?\u201d em sua m\u00e1xima para assim extrair a sua resposta, ao mesmo tempo em que emociona a audi\u00eancia por conta da delicadeza e sutileza da narrativa.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"527\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/MV5BMDc0YjZmYjgtMmI3NS00MWZmLThiNDYtOGM4ZjZjYjA3YjA2XkEyXkFqcGdeQXVyNTc5OTMwOTQ%40._V1_SY1000_CR0014991000_AL_.jpg?resize=790%2C527&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-18183\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/MV5BMDc0YjZmYjgtMmI3NS00MWZmLThiNDYtOGM4ZjZjYjA3YjA2XkEyXkFqcGdeQXVyNTc5OTMwOTQ%40._V1_SY1000_CR0014991000_AL_.jpg?w=1499&amp;ssl=1 1499w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/MV5BMDc0YjZmYjgtMmI3NS00MWZmLThiNDYtOGM4ZjZjYjA3YjA2XkEyXkFqcGdeQXVyNTc5OTMwOTQ%40._V1_SY1000_CR0014991000_AL_.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Inicialmente, o filme j\u00e1 deixa claro o tom que adota, com a c\u00e2mera se movimentando bastante, a fim de mostrar toda a a\u00e7\u00e3o durante os pequenos furtos da fam\u00edlia, com o diretor deslocando a c\u00e2mera para tr\u00e1s e utilizar leves movimentos de <em>travelling<\/em> para compor o cen\u00e1rio como um todo.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses movimentos adotados por Kore-eda s\u00e3o aplicados quase por toda narrativa, combinando perfeitamente com edi\u00e7\u00e3o, pois quando o diretor opta pela c\u00e2mera mais est\u00e1tica, ela se torna seca, com cortes bruscos para dar esse tom mais vagaroso na narrativa, sem pressa de desenrolar os acontecimentos. E, quando o diretor adota essa c\u00e2mera m\u00f3vel, a edi\u00e7\u00e3o se torna mais \u00e1gil justamente para haver a composi\u00e7\u00e3o do ambiente, al\u00e9m de servir para dar dinamismo \u00e0s a\u00e7\u00f5es, como por exemplo, os furtos cometidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a fotografia adota um tom principal de verde que \u00e9 composto, al\u00e9m da luz, pelo brilho de objetos no cen\u00e1rio, sendo que ainda faz contraste aos seus personagens e estabelece que todos possuem personalidades distintas atrav\u00e9s do figurino, conseguindo ratificar o sentimento de uni\u00e3o que os permeia atrav\u00e9s disso concomitantemente que admite as diferen\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale ressaltar ainda que a montagem, feita pelo pr\u00f3prio diretor, \u00e9 realizada de forma bastante elegante, sendo vis\u00edvel a influ\u00eancia de filmes como <em>Pickpocket <\/em>(1959), principalmente nas cenas de furto.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"527\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/MV5BY2I3ODU4OWYtNWYzMi00YTM1LWJiNjEtYzRlMTc1M2IyNTAwXkEyXkFqcGdeQXVyNTc5OTMwOTQ%40._V1_SY1000_CR0014991000_AL_.jpg?resize=790%2C527&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-18184\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/MV5BY2I3ODU4OWYtNWYzMi00YTM1LWJiNjEtYzRlMTc1M2IyNTAwXkEyXkFqcGdeQXVyNTc5OTMwOTQ%40._V1_SY1000_CR0014991000_AL_.jpg?w=1499&amp;ssl=1 1499w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/MV5BY2I3ODU4OWYtNWYzMi00YTM1LWJiNjEtYzRlMTc1M2IyNTAwXkEyXkFqcGdeQXVyNTc5OTMwOTQ%40._V1_SY1000_CR0014991000_AL_.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O roteiro consegue abordar uma gama de assuntos sobre a quest\u00e3o familiar, sendo que, inicialmente, levanta situa\u00e7\u00f5es negativas como abuso, viol\u00eancia ou neglig\u00eancia sem precisar do apelo visual. Ele utiliza apenas di\u00e1logos r\u00edspidos, gritos entreouvidos, o que aumenta ainda mais a catarse final.<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, conforme a narrativa avan\u00e7a, Kore-eda se adapta a ela com a sua c\u00e2mera, ao coloc\u00e1-la nas crian\u00e7as em meio a toda situa\u00e7\u00e3o vivida, conseguindo dar voz a elas sem deix\u00e1-las como protagonistas e elucidando o sentimento de afli\u00e7\u00e3o nesse contexto. &nbsp;E, principalmente, no caso da garota \u201csequestrada\u201d, que aplica a inoc\u00eancia dela em rela\u00e7\u00e3o a isso, porque al\u00e9m da c\u00e2mera estabelecer empatia e reflex\u00e3o com a audi\u00eancia, a impacta ainda mais conforme os motivos da menina ter surgido s\u00e3o elencados em tela.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, o <em>script<\/em> oferece v\u00e1rios prismas da rela\u00e7\u00e3o entre eles ao mostrar a vida de cada um dos membros fora da casa, sem ju\u00edzo de valor, ao ilustrar as quest\u00f5es de furto, apostas ou prostitui\u00e7\u00e3o, fortalecendo ainda mais a empatia do p\u00fablico ao destacar as particularidades individuais.<\/p>\n\n\n\n<p>E, um dos outros pontos fortes do texto \u00e9 saber utilizar bem o ponto das pessoas n\u00e3o possu\u00edrem v\u00ednculos consangu\u00edneos entre si, questionando ainda mais sobre o que comp\u00f5e uma fam\u00edlia, nunca confirmando como essa liga\u00e7\u00e3o surgiu entre eles, pelo menos at\u00e9 o momento da reviravolta, sendo uma grande for\u00e7a motora da narrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 impressionante como o amor familiar \u00e9 constante no longa, com o diretor intensificando o roteiro ao focalizar a garota \u201csequestrada\u201d em situa\u00e7\u00f5es de acalento da fam\u00edlia, em momentos mais \u00edntimos, transmitindo todo esse sentimento para a audi\u00eancia, na qual os \u201cfamiliares\u201d querem apenas o seu bem e felicidade, independente de quest\u00e3o sangu\u00ednea.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"527\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/MV5BYWQ3NWVhYWMtN2VkOS00OGNmLTkwMjQtMjI3MWE5YzNkNTE3XkEyXkFqcGdeQXVyMzY1MzQyOTY%40._V1_SY1000_CR0014991000_AL_.jpg?resize=790%2C527&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-18185\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/MV5BYWQ3NWVhYWMtN2VkOS00OGNmLTkwMjQtMjI3MWE5YzNkNTE3XkEyXkFqcGdeQXVyMzY1MzQyOTY%40._V1_SY1000_CR0014991000_AL_.jpg?w=1499&amp;ssl=1 1499w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/MV5BYWQ3NWVhYWMtN2VkOS00OGNmLTkwMjQtMjI3MWE5YzNkNTE3XkEyXkFqcGdeQXVyMzY1MzQyOTY%40._V1_SY1000_CR0014991000_AL_.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Em quesitos mais t\u00e9cnicos, a dire\u00e7\u00e3o de arte cumpre importante fun\u00e7\u00e3o ao criar a casa em que todos vivem, comprimindo ainda mais o espa\u00e7o pequeno compartilhado por todos ao colocar diversos objetos espalhados e empilhados, preenchendo-a quase por completo, transmitindo a ideia de simplicidade, o que ratifica ainda mais o sentimento de uni\u00e3o que permeia a narrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>E, a fotografia evolui no decorrer da narrativa, sempre mantendo o tom predominante de verde, por\u00e9m se torna bastante literal ao transmitir o sentimento demonstrado em tela, como por exemplo, utilizando literalmente o vermelho do fogo para demonstrar o amor ardente entre \u201cm\u00e3e\u201d e \u201cfilha\u201d, ou aplicar o amarelo para simbolizar uma situa\u00e7\u00e3o mais intensa. Ela tamb\u00e9m tem o seu verde intensificado ap\u00f3s a primeira fatalidade ocorrer, acentuando mais o v\u00ednculo de uni\u00e3o entre os familiares.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, Hirokazu Kore-eda aplica um simbolismo muito forte no longa, se utilizando de espelhos para provocar dualidades, reflexos para demarcar o passado, al\u00e9m da pr\u00f3pria quest\u00e3o do furto, em que as crian\u00e7as realizam um sinal com as m\u00e3os antes de o realizar, sendo que ainda o roteiro justifica o significado disso para elas e quais os motivos, desconstruindo essa perspectiva ao coloc\u00e1-los em uma dimens\u00e3o maior do que foi ensinado para eles, pondo em xeque as rela\u00e7\u00f5es familiares pelo olhar dos &#8220;filhos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Por falar nisso, uma outra grande sacada do diretor \u00e9 colocar uma situa\u00e7\u00e3o mais adulta para a audi\u00eancia e depois colocar o reflexo dela no olhar das crian\u00e7as, dando uma sutil leveza e humor na narrativa, de forma bastante comedida.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"445\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/MV5BZWRhYzlhMGItYjA1OS00Yzg5LWI5NjQtNDc4YTQzZWVhOTYyXkEyXkFqcGdeQXVyNzQwNjk1MjI%40._V1_.jpg?resize=790%2C445&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-18186\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/MV5BZWRhYzlhMGItYjA1OS00Yzg5LWI5NjQtNDc4YTQzZWVhOTYyXkEyXkFqcGdeQXVyNzQwNjk1MjI%40._V1_.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/MV5BZWRhYzlhMGItYjA1OS00Yzg5LWI5NjQtNDc4YTQzZWVhOTYyXkEyXkFqcGdeQXVyNzQwNjk1MjI%40._V1_.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>No quesito de atua\u00e7\u00e3o, \u00e9 importante ressaltar que o grupo todo possui uma qu\u00edmica t\u00e3o pujante e verdadeira que o diretor consegue transmitir isso em di\u00e1logos do dia a dia, em momentos corriqueiros como comprar roupas ou durante os jantares. Por\u00e9m, o destaque vai para Lily Franky (Osamu, a av\u00f3), Jyo Kairi (Shota, filho) e Miyu Sasaki (Yuri, filha). A primeira consegue demonstrar toda a sua preocupa\u00e7\u00e3o com todos os outros, visto que foi abandonada na velhice, acolhendo todos os que a receberam com o semblante convidativo ao carinho, deixando claro que h\u00e1 muito sentimento para distribuir. O segundo se coloca na posi\u00e7\u00e3o de irm\u00e3o mais velho para Yuri, querendo proteg\u00ea-la a todo custo e ensinando-as sobre as coisas da vida, ao mesmo tempo em que \u00e9 inseguro por conta da sua idade, e tamb\u00e9m n\u00e3o saber o que fazer. E a terceira \u00e9 o n\u00f3 entre todos os membros, que n\u00e3o medem esfor\u00e7os para acolh\u00ea-la visto que sua fam\u00edlia biol\u00f3gica nunca a desejou, comunicando toda a sua car\u00eancia pelo olhar, o que causa um impacto.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo, <em>Assunto de Fam\u00edlia<\/em> consegue levantar o debate sobre o que \u00e9 uma fam\u00edlia, o que a comp\u00f5e e como os la\u00e7os sangu\u00edneos n\u00e3o significam muita coisa, deixando clara toda a express\u00e3o de sentimentos que envolve esse grupo de pessoas, afinal, n\u00e3o basta apenas conceber a crian\u00e7a, a quest\u00e3o familiar vai muito al\u00e9m disso e \u00e9 comprovada a todo momento com esse longa que faz essa ode ao amor.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Candidato do Jap\u00e3o ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro 2019 e vencedor da Palma de Ouro 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