{"id":18081,"date":"2019-04-23T23:03:08","date_gmt":"2019-04-24T02:03:08","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=18081"},"modified":"2019-04-29T15:56:43","modified_gmt":"2019-04-29T18:56:43","slug":"critica-thor-ragnarok-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-thor-ragnarok-2017\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Thor: Ragnarok [2017]"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota do Filme:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12256\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota35.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">O humor no cinema \u00e9 uma ferramenta que possui diversas finalidades, sendo uma delas a de diminuir ou evitar a tens\u00e3o sobre algum momento, deixando uma atmosfera leve sobre o filme. Contudo, ao aplicar esse recurso sem parcim\u00f4nia em um g\u00eanero que n\u00e3o seja a com\u00e9dia, pode soar infantil, bobo e at\u00e9 for\u00e7ado, errando mais do que acertando no resultado final.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cThor (Chris Hemsworth) est\u00e1 preso do outro lado do universo. Ele precisa correr contra o tempo para voltar a Asgard e parar Ragnarok, a destrui\u00e7\u00e3o de seu mundo, que est\u00e1 nas m\u00e3os da poderosa e implac\u00e1vel vil\u00e3 Hela (Cate Blanchett). \u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Com essa sinopse que claramente d\u00e1 ind\u00edcios de uma trama densa, complexa e dram\u00e1tica, o caminho percorrido pelo longa \u00e9 oposto ao imaginado por conta do humor aplicado, percept\u00edvel j\u00e1 na cena inicial, destoando dos outros dois filmes da saga do deus n\u00f3rdico ao explorar essa veia c\u00f4mica e engra\u00e7ada. E, apesar de esse ser o tom predominante da narrativa, o resultado final peca demais pelo excesso de piadas, pois n\u00e3o consegue criar tens\u00e3o em situa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Por causa disso, a dire\u00e7\u00e3o de Taika Waititi (O Que Fazemos nas Sombras) funciona muito bem, destacando-se ainda as cenas de a\u00e7\u00e3o que s\u00e3o feitas de forma clara, utilizando-se de planos mais abertos e aproveitando o CGI ao m\u00e1ximo, criando um al\u00edvio c\u00f4mico al\u00e9m do combate ao, por exemplo, utilizar o manuseio do Mjolnir para isso. E, o diretor consegue finalmente explorar a grandeza de Asgard, diferente dos outros dois longas do deus n\u00f3rdico, captando planos a\u00e9reos que destacam toda a suntuosidade do reino.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"325\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2-4.jpg?resize=790%2C325&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-18083\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2-4.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2-4.jpg?resize=768%2C316&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o roteiro consegue captar muito bem a ess\u00eancia c\u00f4mica proporcionada pela leveza do longa, que ao inserir in\u00fameros elementos na narrativa, como a inclus\u00e3o dos personagens do Hulk e Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), de maneira org\u00e2nica, al\u00e9m de que essa com\u00e9dia do enredo funciona entre eles. E, quando o personagem de Cumberbatch \u00e9 apresentado no longa, a edi\u00e7\u00e3o e o som fazem um \u00f3timo trabalho para introduzi-lo, usando cortes bruscos e sons da magia para criar o humor al\u00e9m do texto.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda no quesito dos personagens, apesar do pouco tempo de tela, Anthony Hopkins imp\u00f5e sua presen\u00e7a como Odin e cria um dos momentos mais dram\u00e1ticos da trama, ao anunciar a vinda de Hela (Cate Blanchett), indo de contraponto ao roteiro at\u00e9 ent\u00e3o com bastante piadas utilizadas, servindo ainda como um <em>deus ex machina<\/em> para a conclus\u00e3o da narrativa, que \u00e9 bastante plaus\u00edvel visto que \u00e9 aplicada apenas a f\u00f3rmula da jornada do her\u00f3i. Por\u00e9m quando Blanchett aparece, supre o espa\u00e7o deixado por Hopkins, ou o supera, visto que seu talento \u00e9 not\u00e1vel e se destaca no drama.<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, quando o roteiro chega no ponto de dividida da narrativa, sendo esse o momento em que Hela vai para Asgard, e Loki e Thor v\u00e3o para o planeta Saakaar, o humor continua sendo utilizado em grande escala, por\u00e9m como o roteiro \u00e9 t\u00e3o abrangente apresenta novos personagens e desenvolve essas duas linhas temporais sem sobrepor uma a outra, com grande destaque para a edi\u00e7\u00e3o. E o ritmo disso ocorre pelo controle de cena que Waititi possui, junto com o <em>script<\/em>, ao aplicar um tom mais s\u00e9rio quando Cate Blanchett est\u00e1 em cena, e utilizar o humor na situa\u00e7\u00e3o que Thor se encontra.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o diretor diferencia as duas narrativas tamb\u00e9m com os movimentos de c\u00e2mera, ao aplicar \u00e2ngulos mais fixos para Hela, utilizando de movimentos circulares para estabelecer adora\u00e7\u00e3o da audi\u00eancia a ela, al\u00e9m de poucos cortes e planos mais longos. Com Thor, h\u00e1 uma movimenta\u00e7\u00e3o maior para criar intensidade no ritmo, com cortes mais r\u00e1pidos e o sarcasmo constante.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"416\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/44.jpg?resize=790%2C416&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-18085\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/44.jpg?w=1777&amp;ssl=1 1777w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/44.jpg?resize=768%2C404&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/44.jpg?w=1580&amp;ssl=1 1580w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>E, ap\u00f3s o desenvolvimento da narrativa com Thor sendo capturado pela Valqu\u00edria (Tessa Thompson) e se tornar uma esp\u00e9cie de gladiador, o roteiro insiste em errar pelo excesso novamente, inserindo mais piadas do que o necess\u00e1rio, al\u00e9m de apresentar cada vez mais personagens que funcionam como al\u00edvio c\u00f4mico, por exemplo, o Grande Mestre e Kronan, banalizando tanto o humor que se torna repetitivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, \u00e9 impressionante como Thompson encarna a guerreira que se tornou desiludida com o reino, fugindo de todas as batalhas que envolviam a coroa, afogando a sua solid\u00e3o no alcoolismo, criando uma carga dram\u00e1tica densa mesmo que o roteiro a coloque em mais situa\u00e7\u00f5es de humor do que drama.<\/p>\n\n\n\n<p>E, a introdu\u00e7\u00e3o de Hulk na narrativa \u00e9 feita de forma espetacular pois, al\u00e9m de sanar a d\u00favida desde Vingadores: Era de Ultron sobre sua localiza\u00e7\u00e3o, ele surge em um dos combates mais bem elaborados do filme, apesar do grande volume inevit\u00e1vel de CGI, com o diretor levando todo o cr\u00e9dito por conseguir captar a a\u00e7\u00e3o na medida que o roteiro desenvolve o relacionamento dos dois durante a luta, quebrando a rivalidade ao introduzir o humor, deixando a atmosfera leve e fren\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, nos momentos em que o roteiro tenta for\u00e7ar o lado c\u00f4mico para Hela, as cenas que ocorrem s\u00e3o p\u00e9ssimas porque destoa da <em>persona<\/em> criada pela atriz e pelo roteiro, ao mostr\u00e1-la como uma grande guerreira implac\u00e1vel, tornando esse humor sem gra\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>E ao avan\u00e7ar as duas narrativas, h\u00e1 de se ressaltar duas coisas: a primeira \u00e9 o relacionamento de Thor e Hulk que se torna o foco do roteiro, conduzindo o enredo por conta da qu\u00edmica dos dois her\u00f3is e do humor que funciona como ingrediente principal. A segunda \u00e9 o artif\u00edcio que o <em>script<\/em> aplica para conectar as duas linhas temporais, que \u00e9 Hendal (Idris Elba), ao mostrar para o deus asgardiano a situa\u00e7\u00e3o que se encontra o reino, para que assim ele planeje o retorno quanto antes.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"526\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/3.jpg?resize=790%2C526&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-18084\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/3.jpg?w=1502&amp;ssl=1 1502w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/3.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Vale ressaltar ainda que quando Hulk se transforma em Banner novamente, a rela\u00e7\u00e3o entre o cientista e o deus do trov\u00e3o toma outra t\u00f4nica, transformando at\u00e9 ent\u00e3o a constante rivalidade em algo como parceria e companheirismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda, \u00e9 necess\u00e1rio destacar o \u00f3timo trabalho de Taika Waititi no geral, tendo momentos muito pontuais e escolhas bastante ousadas para o padr\u00e3o Marvel, por exemplo, a cena em que encaixa o rosto de Hulk e Banner na tela do Quinjet para representar a dualidade dos dois, ou no <em>flashback<\/em> da batalha das Valqu\u00edrias contra Hela, abusando do <em>slow motion<\/em>, al\u00e9m da fotografia fazer um trabalho grandioso, diferente do que foi mostrado em todo o longa, ao criar um combate com contornos \u00e9picos e divinos aplicando uma luminosidade mais intensa criando assim um jogo de luz e sombras, acenando muito para pinturas renascentistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, vale ressaltar que esse filme talvez seja o que mais aproveite a personalidade de Loki, sendo esse o fator principal trabalhado pelo roteiro com o seu personagem, aliado ao carisma e charme de Tom Hiddleston, pois por conta do sarcasmo constante, seu int\u00e9rprete aplica o que tornou o Deus da Mentira popular nos longas anteriores, com um texto que exige dele exatamente isso.<\/p>\n\n\n\n<p>E quando o enredo se encaminha para o desfecho, que \u00e9 o retorno de Thor \u00e0 Asgard, ocorre o destaque final do diretor, demonstrando controle de cena ao coordenar dois n\u00facleos de batalha simultaneamente, aliado a edi\u00e7\u00e3o, conduzindo as lutas da mesma forma como no in\u00edcio, apesar de nesse momento haver mais cortes, por\u00e9m sem atrapalhar o resultado final. E Waititi vai al\u00e9m, ao transformar esses dois ambientes em tr\u00eas, culminando assim para o cl\u00edmax da narrativa ao junt\u00e1-los.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"331\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/1-4.jpg?resize=790%2C331&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-18082\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/1-4.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/1-4.jpg?resize=768%2C322&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>E esse momento se d\u00e1 ap\u00f3s ocorrer o despertar de Thor, criando assim o momento mais aclamado pela audi\u00eancia, com o Deus do Trov\u00e3o caminhando pela ponte da Bifrost ao som de Immigrant Song do Led Zeppelin, enquanto solta raios para destruir o ex\u00e9rcito de Hela. Ao passo disso, t\u00eam-se a Valqu\u00edria, Hulk e Loki batalhando simultaneamente, havendo a cumula\u00e7\u00e3o de n\u00facleos feita pelo diretor, optando por movimentos de <em>travelling<\/em> para elucidar o combate. Al\u00e9m disso, a fotografia aplica novamente o filtro \u00e9pico utilizado no <em>flashback<\/em> das Valqu\u00edrias em determinados trechos desse combate.<\/p>\n\n\n\n<p>A culmina\u00e7\u00e3o do Ragnarok se torna a conclus\u00e3o ideal para o filme, cumprindo o estabelecido na f\u00f3rmula Marvel ao derrotar a grande vil\u00e3 Hela, com espa\u00e7o para discursos nacionalistas dram\u00e1ticos que ilustram o que torna Asgard, Asgard, al\u00e9m de pavimentar o caminho para o grande combate do universo compartilhado pelos her\u00f3is, mais conhecido como Guerra Infinita.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, apesar de haver erros de continuidade comuns a esse tipo de filme, o resultado final \u00e9 bastante satisfat\u00f3rio pelo tipo de proposta apresentada, pois consegue cumpri-la com um bom trabalho. Contudo, fica a impress\u00e3o de que se houvesse uma seriedade maior o resultado poderia ser melhor, apresentando outro tipo de narrativa, o que transformaria todas as decis\u00f5es tomadas e entregaria outro tipo de longa.<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O filme que encerra a trilogia do deus do Trov\u00e3o do Universo Cinematogr\u00e1fico 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