{"id":17002,"date":"2019-03-03T15:27:13","date_gmt":"2019-03-03T18:27:13","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=17002"},"modified":"2019-03-05T19:38:17","modified_gmt":"2019-03-05T22:38:17","slug":"critica-duas-rainhas-mary-queen-of-scots-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-duas-rainhas-mary-queen-of-scots-2018\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Duas Rainhas (Mary: Queen of Scots) [2018]"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota do Filme:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12253\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota20.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" height=\"60\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota20.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota20.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota20.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota20.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota20.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota20.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Filmes de \u00e9poca sempre s\u00e3o complicados de realizar, pois demandam certo rigor t\u00e9cnico para a ambienta\u00e7\u00e3o, fazendo com que haja uma qualidade superior como pr\u00e9-requisito. Mesmo que se consiga atender a essa condi\u00e7\u00e3o anterior, h\u00e1 ainda outros fatores como precis\u00e3o hist\u00f3rica, contexto e ilumina\u00e7\u00e3o, pelos quais se eleva ou prejudica o longa conforme menos rigor for aplicado.<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, Duas Rainhas (Mary: Queen of Scots) traz a hist\u00f3ria de Mary (Saoirse Ronan), que, ainda crian\u00e7a, foi prometida ao filho mais velho do rei Henrique II, Francis, e ent\u00e3o levada para Fran\u00e7a. Mas logo Francis morre e Mary volta para a Esc\u00f3cia, na tentativa de derrubar sua prima Elizabeth I (Margot Robbie), a Rainha da Inglaterra.<\/p>\n\n\n\n<p>Por conta dessa sinopse a audi\u00eancia aguarda um grande conflito que o roteiro deixa clara a sua imin\u00eancia conforme a narrativa vai avan\u00e7ando. Por\u00e9m o resultado final acaba se tornando desastroso pela quantidade numerosa de personagens e tramas secund\u00e1rias mal desenvolvidas, dando a entender que esse imenso n\u00facleo s\u00f3 serve para aumentar a dura\u00e7\u00e3o, o que deixa o longa bem ma\u00e7ante.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"528\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/MV5BMTc5NzQ3MjUyM15BMl5BanBnXkFtZTgwMDEzNDM5NjM%40._V1_SY1000_CR0014981000_AL_.jpg?resize=790%2C528&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-17005\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/MV5BMTc5NzQ3MjUyM15BMl5BanBnXkFtZTgwMDEzNDM5NjM%40._V1_SY1000_CR0014981000_AL_.jpg?resize=1024%2C684&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/MV5BMTc5NzQ3MjUyM15BMl5BanBnXkFtZTgwMDEzNDM5NjM%40._V1_SY1000_CR0014981000_AL_.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/MV5BMTc5NzQ3MjUyM15BMl5BanBnXkFtZTgwMDEzNDM5NjM%40._V1_SY1000_CR0014981000_AL_.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/MV5BMTc5NzQ3MjUyM15BMl5BanBnXkFtZTgwMDEzNDM5NjM%40._V1_SY1000_CR0014981000_AL_.jpg?w=1498&amp;ssl=1 1498w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Contudo, o filme se inicia de forma did\u00e1tica ao denominar os lugares em que os personagens se encontram, conseguindo estabelecer o tom da narrativa, apenas inicialmente, e situar a audi\u00eancia no per\u00edodo hist\u00f3rico vivenciado. E tamb\u00e9m s\u00e3o vis\u00edveis os pontos forte do enredo imediatamente: o figurino suntuoso com a maquiagem e os penteados. O aspecto desses dois elementos por si s\u00f3 \u00e9 vistoso, causando o impacto visual necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Simultaneamente a isso a fotografia tonaliza a rela\u00e7\u00e3o de suas duas protagonistas, mesmo que inicialmente, ao aplicar tons mais sombreados atrav\u00e9s de velas para Mary, lembrando caracter\u00edsticas de filmes <em>noir<\/em>, enquanto Elizabeth possui brilho de luz natural mais intenso, deixando clara a hierarquiza\u00e7\u00e3o que h\u00e1 entre elas.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme mencionado anteriormente, a confus\u00e3o do roteiro por conta do elenco inchado e tramas secund\u00e1rias j\u00e1 se apresenta no in\u00edcio ao destacar centenas de personagens mal desenvolvidos, fazendo com que a audi\u00eancia fique perdida ou desinteressada pelo enredo principal. Apesar disso, o roteiro consegue trabalhar certas nuances sobre empoderamento feminino sem transformar isso em algo que seja o foco da narrativa, conseguindo contextualizar de forma bastante plaus\u00edvel para a \u00e9poca, sem precisar se utilizar de ideias progressistas que n\u00e3o condizem com aquele per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia o pr\u00f3prio <em>script<\/em> apresenta mais falhas do que acertos, como em certos momentos ignorar a l\u00f3gica e partir para a viol\u00eancia gr\u00e1fica, n\u00e3o compensando e nem impactando para justificar isso. Al\u00e9m disso, os personagens secund\u00e1rios tomam decis\u00f5es e se arrependem ou esquecem logo em seguida. H\u00e1 ainda as cenas de sexo presentes na narrativa que possuem o intuito de retratar a intimidade daquele momento, por\u00e9m n\u00e3o consegue atingir isso e se torna vazia, sendo desprovida de contexto e justificativa.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"528\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/MV5BNDk2NzcyNDMzMl5BMl5BanBnXkFtZTgwMTEzNDM5NjM%40._V1_SY1000_CR0014981000_AL_.jpg?resize=790%2C528&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-17007\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/MV5BNDk2NzcyNDMzMl5BMl5BanBnXkFtZTgwMTEzNDM5NjM%40._V1_SY1000_CR0014981000_AL_.jpg?resize=1024%2C684&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/MV5BNDk2NzcyNDMzMl5BMl5BanBnXkFtZTgwMTEzNDM5NjM%40._V1_SY1000_CR0014981000_AL_.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/MV5BNDk2NzcyNDMzMl5BMl5BanBnXkFtZTgwMTEzNDM5NjM%40._V1_SY1000_CR0014981000_AL_.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/MV5BNDk2NzcyNDMzMl5BMl5BanBnXkFtZTgwMTEzNDM5NjM%40._V1_SY1000_CR0014981000_AL_.jpg?w=1498&amp;ssl=1 1498w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Ademais, apesar dos in\u00fameros personagens apresentados pelo roteiro, ele consegue desenvolver e aprofundar suas duas personagens principais em seus desejos e indiferen\u00e7as, deixando clara a ambi\u00e7\u00e3o das duas. Entretanto, a tens\u00e3o que poderia haver entre as duas personagens e ser o fio condutor da narrativa \u00e9 substitu\u00edda por intrigas infantis, conspira\u00e7\u00f5es banais e rela\u00e7\u00f5es vazias, protagonizadas por grande parte do elenco secund\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Sendo assim, a atua\u00e7\u00e3o das duas protagonistas \u00e9 o que segura o longa e o salva do completo esquecimento, ao trazer uma Saoirse Ronan madura, se provando novamente como uma das melhores atrizes de sua gera\u00e7\u00e3o, ao encarnar uma rainha que demonstra claramente o que quer com palavras objetivas e olhares fulminantes, al\u00e9m de estabelecer os tra\u00e7os de uma personalidade que pode ser implac\u00e1vel ao mesmo tempo que pode ser benevolente. E, apesar de possuir menos tempo de tela, Margot Robbie imp\u00f5e sua presen\u00e7a de forma intensa, fazendo que n\u00e3o passe despercebida e nem ofuscada.<\/p>\n\n\n\n<p>E, infelizmente, a dire\u00e7\u00e3o de Josie Rourke \u00e9 feita de forma bastante comum ao n\u00e3o arriscar grandes movimentos ou \u00e2ngulos ousados, ao contraste de Yorgos Lanthimos dentro do mesmo g\u00eanero e ano de lan\u00e7amento, o que deixa o longa com um gosto mais amargo que o normal, por\u00e9m sem compromet\u00ea-lo. Concomitante a isso, a trilha sonora \u00e9 outra que n\u00e3o ousa sair do convencional ao utilizar elementos da m\u00fasica erudita da \u00e9poca, aplicando-os em uma orquestra.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/mary_scots2018_feature.jpg?resize=790%2C444&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-17004\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/mary_scots2018_feature.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/mary_scots2018_feature.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/mary_scots2018_feature.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/mary_scots2018_feature.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/mary_scots2018_feature.jpg?w=1580&amp;ssl=1 1580w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>No quesito da edi\u00e7\u00e3o, ela consegue estabelecer inicialmente a din\u00e2mica de transi\u00e7\u00e3o entre os n\u00facleos sem precisar colocar as duas personagens frente a frente. Contudo, conforme a narrativa avan\u00e7a, ela repete a mesma f\u00f3rmula, se desgastando devida \u00e0 grande quantidade de personagens mal desenvolvidos e subaproveitados. Al\u00e9m disso as passagens de tempo, realizadas com uma veloz edi\u00e7\u00e3o, deixam o filme com uma sensa\u00e7\u00e3o de correria, o que acaba o prejudicando ainda mais.<\/p>\n\n\n\n<p>A fotografia tenta se afastar do convencional, por\u00e9m n\u00e3o consegue, primeiramente, ao n\u00e3o aproveitar totalmente o formato <em>widescreen <\/em>em planos abertos. Por\u00e9m quando aplica a ilumina\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de velas, ela se torna mais vistosa em toda a proje\u00e7\u00e3o por conseguir executar o jogo de luz e sombra de forma bastante satisfat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar disso o outro quesito t\u00e9cnico que deveria se destacar era a dire\u00e7\u00e3o de arte, que consegue adequar o longa ao contexto hist\u00f3rico, por\u00e9m sem grande destaque, se tornando algo comum.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo, em filmes de \u00e9poca deve-se haver um rigor maior para sua concep\u00e7\u00e3o, seja pela precis\u00e3o hist\u00f3rica ou qualidade t\u00e9cnica, quando \u00e9 mal executado se torna esquec\u00edvel, e \u00e9 o que parece que acontecer\u00e1 com Mary, apesar de essa n\u00e3o ser a primeira vez que sua hist\u00f3ria \u00e9 contada nas telas.<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Filme indicado ao Oscar 2019, com Saoirse Ronan e Margot 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