{"id":16221,"date":"2019-02-10T09:00:53","date_gmt":"2019-02-10T12:00:53","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=16221"},"modified":"2019-02-11T21:57:08","modified_gmt":"2019-02-12T00:57:08","slug":"critica-climax-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-climax-2018\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Climax (2018)"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Nota do Filme :<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" height=\"60\" class=\"wp-image-12259\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Dan\u00e7ar \u00e9 uma atividade que demanda muito esfor\u00e7o de quem se dedica a ela, fora que serve como forma de express\u00e3o art\u00edstica, socializa\u00e7\u00e3o, conceito ou linguagem est\u00e9tica de arte corporal, possuindo in\u00fameros significados com as performances, seja de maneira individual ou coletiva. E, para os dan\u00e7arinos e dan\u00e7arinas, parece que surge uma aura que acomete a todos e eles apenas bailam seguindo o ritmo.<\/p>\n\n\n\n<p>A nova odisseia de Gaspar No\u00e9 acompanha um grupo de dan\u00e7arinos urbanos que se re\u00fane em um isolado internato, nos anos 90, localizado no cora\u00e7\u00e3o de uma floresta, para um importante ensaio. Ao fazerem uma \u00faltima festa de comemora\u00e7\u00e3o, eles notam a atmosfera mudando e percebem que foram drogados quando uma estranha loucura toma conta deles. Sem saberem o por qu\u00ea ou por quem, os jovens mergulham em um turbilh\u00e3o de paranoia e psicose. Enquanto para uns parece o para\u00edso, para outros \u00e9 como uma descida ao inferno. <\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, a cena inicial do longa indica qual a t\u00f4nica que ser\u00e1 adotada durante os seus fren\u00e9ticos 93 minutos de proje\u00e7\u00e3o, e, ap\u00f3s isso, \u00e9 apresentado todos os personagens de forma bem \u00e1gil, conseguindo distinguir as particularidades de cada um na forma de uma entrevista.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"571\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BZDU4YjI1OTItYTdkZC00YThlLWE3OWItOGM4N2E1NmFiY2IwXkEyXkFqcGdeQXVyNTc5OTMwOTQ%40._V1_SY1000_CR0013841000_AL_.jpg?resize=790%2C571&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-16225\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BZDU4YjI1OTItYTdkZC00YThlLWE3OWItOGM4N2E1NmFiY2IwXkEyXkFqcGdeQXVyNTc5OTMwOTQ%40._V1_SY1000_CR0013841000_AL_.jpg?resize=1024%2C740&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BZDU4YjI1OTItYTdkZC00YThlLWE3OWItOGM4N2E1NmFiY2IwXkEyXkFqcGdeQXVyNTc5OTMwOTQ%40._V1_SY1000_CR0013841000_AL_.jpg?resize=300%2C217&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BZDU4YjI1OTItYTdkZC00YThlLWE3OWItOGM4N2E1NmFiY2IwXkEyXkFqcGdeQXVyNTc5OTMwOTQ%40._V1_SY1000_CR0013841000_AL_.jpg?resize=768%2C555&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BZDU4YjI1OTItYTdkZC00YThlLWE3OWItOGM4N2E1NmFiY2IwXkEyXkFqcGdeQXVyNTc5OTMwOTQ%40._V1_SY1000_CR0013841000_AL_.jpg?w=1384&amp;ssl=1 1384w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no primeiro numero de dan\u00e7a, No\u00e9 estabelece qual o papel que ele quer que a audi\u00eancia represente, ao optar por uma c\u00e2mera est\u00e1tica que se movimenta levemente para cima, transformando a audi\u00eancia em uma convidada da festa, cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas observar, na qual todos est\u00e3o cientes disso e continuam dan\u00e7ando normalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s os dan\u00e7arinos come\u00e7arem a fazer o uso da sangria batizada com LSD, No\u00e9 muda um pouco o tom da sua c\u00e2mera, juntamente com a edi\u00e7\u00e3o que, at\u00e9 ent\u00e3o, possu\u00eda poucos cortes, convertendo-se em pequenos blecautes, dando a entender que a droga est\u00e1 come\u00e7ando a fazer efeito nas pessoas do ambiente, sendo equivalentes a olhos piscando, ficando mais r\u00e1pida e mais brusca conforme as sensa\u00e7\u00f5es v\u00e3o ficando mais intensas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s, essa edi\u00e7\u00e3o acaba servindo por estabelecer as rela\u00e7\u00f5es entre os personagens sem que os mesmos precisem entrar em contato diretamente de quem est\u00e3o falando ou olhando, apenas o corte de um n\u00facleo para o outro esclarece. Isso ocorre porque No\u00e9 opta por uma c\u00e2mera fixa, capturando os personagens em um \u00fanico plano durante o come\u00e7o do frenesi.<\/p>\n\n\n\n<p>A fotografia, que intensifica ainda mais a trama, acaba sendo monocrom\u00e1tica, dando grande destaque para o vermelho, caracter\u00edstica comum dos filmes do diretor, por\u00e9m se utilizando de outras cores como o verde, azul e amarelo. E, nesse caso, o vermelho se torna fundamental para representar todo o \u00eaxtase, erotismo e raiva que os personagens tem durante essa viagem ao inferno para alguns, enquanto que para outros \u00e9 o para\u00edso.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"536\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BZDU4NTJlZTUtOGUxYy00Y2NkLWI0MDctYTVhYWY1ZGQ2ZWU0XkEyXkFqcGdeQXVyMTk4NTIzMzI%40._V1_.jpg?resize=790%2C536&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-16224\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BZDU4NTJlZTUtOGUxYy00Y2NkLWI0MDctYTVhYWY1ZGQ2ZWU0XkEyXkFqcGdeQXVyMTk4NTIzMzI%40._V1_.jpg?resize=1024%2C695&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BZDU4NTJlZTUtOGUxYy00Y2NkLWI0MDctYTVhYWY1ZGQ2ZWU0XkEyXkFqcGdeQXVyMTk4NTIzMzI%40._V1_.jpg?resize=300%2C204&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BZDU4NTJlZTUtOGUxYy00Y2NkLWI0MDctYTVhYWY1ZGQ2ZWU0XkEyXkFqcGdeQXVyMTk4NTIzMzI%40._V1_.jpg?resize=768%2C521&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BZDU4NTJlZTUtOGUxYy00Y2NkLWI0MDctYTVhYWY1ZGQ2ZWU0XkEyXkFqcGdeQXVyMTk4NTIzMzI%40._V1_.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Eis que durante o segundo n\u00famero de dan\u00e7a do filme, No\u00e9 opta por colocar sua c\u00e2mera vista de cima, dando ao espectador a percep\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 um ser superior observando os dan\u00e7arinos, como se estivesse a espreita, admirando os movimentos que est\u00e3o fazendo no meio dessa catarse coletiva. Neste momento fica claro que a individualidade do ser \u00e9 uma ilus\u00e3o fugaz, e que todos acabam se tornando um s\u00f3 por causa disso, priorizando a entidade grupal que se forma devido a isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse momento eis que a fotografia, em seu tom monocrom\u00e1tico de vermelho, vai cobrindo todo o ch\u00e3o conforme a catarse coletiva da dan\u00e7a vai se intensificando. Simultaneamente, Gaspar No\u00e9 rotaciona a sua c\u00e2mera em c\u00edrculos de maneira s\u00fatil, a fim de querer hipnotizar sua audi\u00eancia naquele momento.<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, o diretor realiza uma grande sacada antes de subverter ainda mais as expectativas: colocar os cr\u00e9ditos na metade do longa, resultando em uma separa\u00e7\u00e3o do filme, como se o mesmo estivesse recome\u00e7ando ap\u00f3s os efeitos do LSD se acentuarem em todos os membros da companhia de dan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo ap\u00f3s esse reinicio, a c\u00e2mera ficar\u00e1 inclinada levemente para demonstrar que os personagens est\u00e3o perdendo o controle de si, sendo que esse movimento se repetir\u00e1 durante esse &#8220;novo&#8221; filme, em que No\u00e9, durante um pouco mais de quarenta minutos sem cortes, utiliza uma c\u00e2mera na m\u00e3o para intensificar ainda mais essa estupefa\u00e7\u00e3o na audi\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir desse momento, \u00e9 como se os personagens estivessem nascendo de novo, tendo essa oportunidade \u00fanica de repensarem sobre sua pr\u00f3pria ess\u00eancia, tornando-os mais vol\u00e1teis a seguirem os pr\u00f3prios instintos, o que acaba causando uma histeria coletiva desenfreada, com certos requintes de crueldade.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"790\" height=\"571\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BMmJiNTFjNzUtZDdmNC00NGUyLTg2MzUtYmYyMzk3NTIyY2JhXkEyXkFqcGdeQXVyMTk4NTIzMzI%40._V1_.jpg?resize=790%2C571&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-16223\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BMmJiNTFjNzUtZDdmNC00NGUyLTg2MzUtYmYyMzk3NTIyY2JhXkEyXkFqcGdeQXVyMTk4NTIzMzI%40._V1_.jpg?resize=1024%2C740&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BMmJiNTFjNzUtZDdmNC00NGUyLTg2MzUtYmYyMzk3NTIyY2JhXkEyXkFqcGdeQXVyMTk4NTIzMzI%40._V1_.jpg?resize=300%2C217&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BMmJiNTFjNzUtZDdmNC00NGUyLTg2MzUtYmYyMzk3NTIyY2JhXkEyXkFqcGdeQXVyMTk4NTIzMzI%40._V1_.jpg?resize=768%2C555&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/MV5BMmJiNTFjNzUtZDdmNC00NGUyLTg2MzUtYmYyMzk3NTIyY2JhXkEyXkFqcGdeQXVyMTk4NTIzMzI%40._V1_.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Neste del\u00edrio descontrolado, apesar do elenco em sua grande maioria ser desconhecido, Sofia Boutella se destaca de maneira estupenda, mesmo com todos dan\u00e7ando instintivamente, ela se deixa tomar pela droga e abra\u00e7a a sua loucura juntamente com a de todos ali presentes, fazendo com que lembre a personagem de Isabelle Adjani no filme Possess\u00e3o (1981), dirigido por Andrzej Zulawski.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s diversos conflitos apresentados pelo roteiro nesse momento, os personagens descobrem que n\u00e3o conseguem mais viver coletivamente, se tornando uma impossibilidade, fazendo com que ocorra ainda mais loucuras provocadas por essa <em>bad&nbsp;trip<\/em> , que se torna mais intensa para alguns, sendo que para outros o que importa \u00e9 apenas dan\u00e7ar na pista.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de pessoas possu\u00edrem diverg\u00eancias umas com as outras, quando s\u00e3o tomadas por alguma intensa emo\u00e7\u00e3o ou por subst\u00e2ncias entorpecentes, acabam aflorando esses sentimentos, fazendo com que o ser humano surpreenda tudo e a todos, podendo ser da coisa mais grotesca a mais bizarra, e \u00e9 exatamente essa uma das feridas que o filme cutuca.<\/p>\n\n\n\n<p>E, quanto mais essa loucura aumenta, mesmo ap\u00f3s diversos acontecimentos, No\u00e9 vira a c\u00e2mera de cabe\u00e7a pra baixo, enfatizando que o \u00e1pice da droga foi atingido, sinalizando para a audi\u00eancia que, mesmo ap\u00f3s isso tudo, morrer pode ser uma experi\u00eancia excepcional dependendo do contexto, se utilizando de todos os elementos e fatos que ocorreram para ratificar essa vis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Um ponto importante disso \u00e9 o pr\u00f3prio roteiro que utiliza muito bem o t\u00edtulo pois, devida a sua estrutura n\u00e3o linear, o espectador pode interpretar qualquer um dos momentos do longa como um cl\u00edmax, dependendo unicamente da perspectiva da audi\u00eancia sobre a narrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, a dan\u00e7a \u00e9 subjetiva, podendo ser utilizada para diversos tipos de representa\u00e7\u00e3o, como a vida, a morte, a loucura e a sensatez. Talvez ela n\u00e3o tenha o seu significado compreendido naquele momento, apenas \u00e9 admirada por mero deleite visual. Como Nietzche uma vez disse: <em>&#8220;E aqueles que foram vistos dan\u00e7ando foram julgados insanos por aqueles que n\u00e3o podiam escutar a m\u00fasica.&#8221;<\/em> A grande d\u00favida \u00e9 saber se n\u00f3s somos os insanos por n\u00e3o compreender ou eles que s\u00e3o por dan\u00e7arem?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dan\u00e7ar \u00e9 uma atividade que demanda muito esfor\u00e7o de quem se dedica a ela, fora que serve como forma de express\u00e3o art\u00edstica, socializa\u00e7\u00e3o, conceito ou&hellip; 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