{"id":12239,"date":"2018-09-26T10:00:13","date_gmt":"2018-09-26T13:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=12239"},"modified":"2018-09-27T21:21:08","modified_gmt":"2018-09-28T00:21:08","slug":"a-triste-atualidade-presente-em-filhos-da-esperanca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/a-triste-atualidade-presente-em-filhos-da-esperanca\/","title":{"rendered":"A triste atualidade presente em &#8220;Filhos da Esperan\u00e7a&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Nota do Filme :<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" height=\"60\" class=\"wp-image-12259\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota50.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Acho que foi em 2008 ou 2009 quando assisti a \u201cFilhos da Esperan\u00e7a\u201d pela primeira vez. Naquela altura, eu ainda n\u00e3o era cr\u00edtico e ainda n\u00e3o tinha decidido que faria do cinema uma carreira, nem sabia quem era Alfonso Cu\u00e1ron, diretor desse filme e muito menos sabia que esse filme era considerado o melhor de sua carreira e que tinha sido lan\u00e7ado em 2006.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando terminei de ver, em uma das madrugadas que passava\nacordado nas f\u00e9rias, eu estava chocado, o filme me prendeu do come\u00e7o ao fim, me\ndeixou tenso e eu tinha achado um absurdo como toda aquela guerra, aquela\ncrise, desespero, medo, sociedade tomada pelo \u00f3dio, tinha achado otimista a\nmotiva\u00e7\u00e3o que o personagem de Clive Owen havia encontrado em Kee e na esperan\u00e7a\nque essa mulher literalmente carregava junto a seu corpo.<\/p>\n\n\n\n<p>10 ou 9 anos depois, como dito, a data da primeira vez que\nassisti o filme \u00e9 incerta, revi \u201cFilhos da Esperan\u00e7a\u201d. Dessa vez eu j\u00e1 havia\nescolhido o cinema como profiss\u00e3o, j\u00e1 sei muito bem quem \u00e9 Alfonso Cu\u00e1ron e\nentendo porque esta obra \u00e9 considerada a melhor de sua carreira, por\u00e9m, um\nsentimento n\u00e3o mudou: o choque em rela\u00e7\u00e3o ao que tinha acabado de assistir.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, dessa vez o choque \u00e9 diferente, o filme me prendeu do\ncome\u00e7o ao fim, me deixou tenso e eu ainda acho um absurdo a guerra, a crise, o\ndesespero, o medo e ainda acho otimista a esperan\u00e7a que Kee literalmente\ncarrega junto a seu corpo, mas, com a diferen\u00e7a de que tudo, ou quase tudo, que\nCu\u00e1ron mostra com tamanho talento, se tornou realidade. <\/p>\n\n\n\n<p>Escrito a 10 m\u00e3os, o filme conta a hist\u00f3ria de Theo (Clive\nOwen), que vive em uma sociedade ca\u00f3tica. Crise econ\u00f4mica, crise de imigrantes\ne principalmente, \u00f3dio dominando todas as camadas sociais, ataques terroristas\ns\u00e3o frequentes, uns lutam pelos direitos iguais, outros pelo mantenimento do sistema,\npoucos s\u00e3o pac\u00edficos, a \u00e1gua e outros recursos naturais est\u00e3o acabando e h\u00e1 uma\ncrise de fertilidade, ningu\u00e9m \u00e9 capaz de gerar um filho, alie isso ao \u00f3dio\nacima, j\u00e1 que essa crise alimenta o machismo e sexismo j\u00e1 bem gordos nas\npessoas. <\/p>\n\n\n\n<p>Theo tem como objetivo ajudar Kee (Clare-Hope Ashitey), uma\nmulher gr\u00e1vida de oito meses a chegar de forma segura em um barco que a levar\u00e1\npara um projeto chamado \u201cProjeto Humano\u201d, nele ela ter\u00e1 a ajuda necess\u00e1ria para\ncriar seu beb\u00ea e talvez resolver a crise de fertilidade. Por\u00e9m, os dois\nprecisam lutar contra os dois polos da sociedade que est\u00e3o em guerra: o governo\natual, que quer manter o sistema ca\u00f3tico e os ativistas que inicialmente\najudaram Kee, mas querem o beb\u00ea para si, n\u00e3o para ajudar a sociedade e sim para\nus\u00e1-lo em seus pr\u00f3prios benef\u00edcios.<\/p>\n\n\n\n<p>A obra \u00e9 quase documental, pois, infelizmente, prev\u00ea um\nmundo que n\u00e3o sabe lidar com as crises e que quer acreditar em medidas r\u00e1pidas\ne eficazes que apenas alimentar\u00e3o o \u00f3dio vigente. A guerra n\u00e3o acabar\u00e1 com mais\nguerra, por\u00e9m, no filme as pessoas apenas guerreiam mais, o \u00f3dio n\u00e3o ir\u00e1\nfinalizar o \u00f3dio, ele apenas ir\u00e1 continuar fazendo as pessoas brigarem por nada\nao inv\u00e9s de se ajudar. <\/p>\n\n\n\n<p>Esse ar documental \u00e9 transmitido atrav\u00e9s da tens\u00e3o\nconstante, seja por vermos pessoas morrendo quase o tempo todo, mesmo que elas\nn\u00e3o sejam o foco central da cena, seja porque a c\u00e2mera de Cu\u00e1ron e Emmanuel\nLubezki (o brilhante diretor de fotografia) faz o p\u00fablico ver os absurdos\ndaquela sociedade para chocar e tamb\u00e9m para transmitir a sensa\u00e7\u00e3o de tudo\naquilo \u00e9 normal. Para isso, os movimentos, principalmente do segundo ato para\nfrente \u2013 justamente onde o filme fica mais chocante \u2013 s\u00e3o frequentes, com o\ndiretor evitando ao m\u00e1ximo fazer cortes secos, ele quer que o p\u00fablico veja tudo\no que acontece como se ele estivesse vivendo naquela sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, vemos os refugiados presos em gaiolas e sendo\nseparados de seus conhecidos como se fossemos eles, vemos os crimes cometidos\ncontra a humanidade \u2013 derrubada de patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, desvaloriza\u00e7\u00e3o das\nescolas (na cena da escola quebrada), falta de uni\u00e3o realizada pela jun\u00e7\u00e3o das\npessoas das mais diferentes nacionalidades, falando os seus pr\u00f3prios idiomas,\nsendo que o outro n\u00e3o entende e claro, as propagandas e a m\u00eddia, n\u00e3o contando a\nhist\u00f3ria como ela realmente aconteceu \u2013 tudo de muito perto, j\u00e1 que a c\u00e2mera se\naproxima de maneira gradual das cenas, usando primeiro plano e plano americano\nde forma recorrente.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, o panorama que o diretor deseja passar \u00e9 de caos,\num caos gerado por pessoas que pensam apenas nos seus pr\u00f3prios interesses,\ngente com influencia o suficiente para manter o \u00f3dio, apenas para lucrar e\ngerar lucro para si mesmo, destruindo a hist\u00f3ria, acabando com a educa\u00e7\u00e3o,\nignorando a situa\u00e7\u00e3o pior em outros lugares e sem querer ajudar esses outros\nlocais, al\u00e9m de, claro, criar o \u00f3dio seletivo, pois, caso contr\u00e1rio, pode ser\nque esse sentimento se vire contra eles mesmos. <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFilhos da Esperan\u00e7a\u201d \u00e9 um filme que parece ter profetizado\ncertas cenas do mundo atual, n\u00e3o apenas na ideia, mas na pr\u00e1tica. Com certeza\nCu\u00e1ron n\u00e3o estava pensando nisso enquanto filmava a obra, por\u00e9m, h\u00e1 certas\nescolhas do diretor que podem indicar uma certa premedita\u00e7\u00e3o em suas atitudes.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma delas j\u00e1 foi dita aqui, os movimentos de c\u00e2mera para\nsustentar a constante tens\u00e3o social, ao mesmo tempo em que aborda diversas\nquest\u00f5es como educa\u00e7\u00e3o e habita\u00e7\u00e3o. Outro ponto \u00e9 como tudo na proje\u00e7\u00e3o \u00e9\nc\u00edclico, Theo come\u00e7a sem querer se posicionar, mesmo sabendo que isso \u00e9\nimposs\u00edvel, ao ser abordado pela sua ex-mulher Julian (Julianne Moore) para\najudar Kee, ele percebe como o \u00f3dio das pessoas estava prejudicando o mundo,\npara logo ap\u00f3s isso, descobrir que o \u00f3dio passou tamb\u00e9m para o lado que pensa\nque \u00e9 o \u201cbem\u201d e assim, pede ajuda para um amigo, Jasper (Michael Caine), pessoa\nmais velha, conhecedora do mundo anterior ao atual, que o acode para tomar\nalguma atitude e no terceiro ato, ele tamb\u00e9m perceber o que tem que fazer\ngra\u00e7as a uma mulher, ter ajuda de pessoas mais velhas e assim, ficar pr\u00f3ximo de\ncumprir seu objetivo. <\/p>\n\n\n\n<p>Outra coisa \u00e9 como as pessoas, independente de quem sejam ou\nde onde sejam, podem se ajudar, basta ter empatia, at\u00e9 porque, Theo \u00e9 um homem\nbranco, bem sucedido, que ajuda uma mulher negra, imigrante, gr\u00e1vida, que o faz\nmudar com a conversa, troca de ideias, um mutualismo que funciona para gerar\numa nova ideologia e esta sim, pode salvar o mundo. <\/p>\n\n\n\n<p>E como \u00faltimo ponto que pode ter sido premeditado por\nCu\u00e1ron, o sexismo e machismo que s\u00e3o mantidos como sustent\u00e1culo do \u00f3dio, o\nt\u00edtulo do filme em ingl\u00eas \u201cChildren of Men\u201d, significa \u201cFilhos de Homens\u201d, ou\nseja, a sociedade dominada pelo patriarcado que escolhe esquecer do papel da\nmulher, que \u00e9 o principal na gera\u00e7\u00e3o de um beb\u00ea e o fato de todos os\npersonagens ali, com exce\u00e7\u00e3o de Theo (porque foi mudado por Kee), Julian,\nMiriam (Pam Ferris) e Kee, pensarem que a crian\u00e7a a nascer \u00e9 um menino e n\u00e3o\numa menina, mostra como o sistema acostuma as pessoas a terem como certeza que\nteremos um salvador e n\u00e3o uma salvadora. <\/p>\n\n\n\n<p>10 ou 9 anos depois, imagino que a data de hoje tamb\u00e9m seja\nincerta na minha cabe\u00e7a, espero rever \u201cFilhos da Esperan\u00e7a\u201d e continuar sendo\ncr\u00edtico, continuar tendo o cinema como profiss\u00e3o, ser mais f\u00e3 de Alfonso Cu\u00e1ron\ne saber que esse filme \u00e9 considerado o melhor de sua carreira.<\/p>\n\n\n\n<p>Espero tamb\u00e9m que ele me choque e me deixe tenso, n\u00e3o por causa de um futuro que nunca imaginei ou de um presente que vi parcialmente (espero) acontecer,\u00a0 mas sim pelos absurdos retratados ali estarem distantes e por estarmos vendo \u201cFilhos da Esperan\u00e7a\u201d em uma \u00e9poca mais esperan\u00e7osa, menos odiosa e claro, que outras pessoas, vejam esse filme pela primeira vez e pensem nele como um futuro inimagin\u00e1vel e muito, mas muito distante de acontecer.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Filhos da Esperan\u00e7a&#8221; \u00e9 um filme mais atual do que queremos reconhecer.<\/p>\n","protected":false},"author":58,"featured_media":12240,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[255],"tags":[2491,2552,216],"class_list":["post-12239","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-analise","tag-alfonso-cuaron","tag-clive-owen","tag-julianne-moore"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - 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