{"id":10299,"date":"2018-07-27T20:14:08","date_gmt":"2018-07-27T23:14:08","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=10299"},"modified":"2019-05-05T20:38:15","modified_gmt":"2019-05-05T23:38:15","slug":"critica-drive","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-drive\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Drive [2011]"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"has-text-align-left wp-block-heading\">Nota do filme:<br><img data-recalc-dims=\"1\" width=\"790\" decoding=\"async\" height=\"60\" class=\"wp-image-12257\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?fit=790%2C60&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?w=4125&amp;ssl=1 4125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?resize=768%2C154&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?resize=1024%2C205&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?w=1580&amp;ssl=1 1580w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/nota40.png?w=2370&amp;ssl=1 2370w\" sizes=\"(max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><br><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Longe do acelerador pressionado ou dos tiros incessantes de cenas de a\u00e7\u00e3o afogadas em efeitos, <strong><em>Drive<\/em><\/strong> sempre representou uma das literaturas animadas mais dignas para o cinema. A obra de <strong>James Sallis<\/strong> conseguiu n\u00e3o s\u00f3 sair do lugar-comum do g\u00eanero, mas de usar o pr\u00f3prio como recurso no <em>storytelling<\/em> audiovisual. O que de t\u00e3o interessante h\u00e1 na dire\u00e7\u00e3o de <strong>Refn<\/strong> passa despercebido na primeira vez em que o espectador conflitua com a enxuta hist\u00f3ria com atos imaculados. Lidando com essas tem\u00e1ticas dram\u00e1ticas abaixo do radar, o longa se destaca em uma segunda vista como uma pincelada do inovador cinema de a\u00e7\u00e3o que se afirma sem o uso de gastos gratuitos com o impacto visual. Em <em>Drive<\/em>, os enquadramentos contam mais do que os di\u00e1logos. De fato, falam at\u00e9 mais que o pr\u00f3prio protagonista que nos acompanha dentro da sinuosa jornada de trai\u00e7\u00e3o, perigo e comprometimento.<\/p>\n\n\n\n<p>O filme utiliza uma ambienta\u00e7\u00e3o n\u00e3o t\u00e3o suja de Los Angeles para embarcar a trama pouco dram\u00e1tica, mas de extrema signific\u00e2ncia do motorista e dubl\u00ea interpretado por <strong>Ryan Gosling<\/strong>. O personagem que n\u00e3o declara seu nome, idade ou grande motiva\u00e7\u00e3o, se baseia unicamente em nos contar atrav\u00e9s das pr\u00f3prias a\u00e7\u00f5es o que planeja na pr\u00f3xima e na que vem depois desta. Embora seja simples, dotado de esperteza e comprometido com sua natureza pessoal de fazer o que deve ser feito, o motorista se ausenta do grande jogo narrativo com boas oportunidades de di\u00e1logos n\u00e3o agarradas. Essa mesma isen\u00e7\u00e3o do protagonista do potencial grande drama prometido por <em>Drive<\/em>, cai por terra em necessidade quando este encontra em cada ato um grande direcionamento para o que ir\u00e1 representar no pr\u00f3ximo. O curioso aqui \u00e9 que o roteiro concebeu um personagem que nunca se estagna no que \u00e9. Embora vazio em di\u00e1logos transformadores (pouqu\u00edssimos na trama), o motorista consegue captar a aten\u00e7\u00e3o profunda do p\u00fablico quando segura uma vida nas m\u00e3os ou uma responsabilidade em ambas.<\/p>\n\n\n\n<p>A trilha sonora de <em>Drive<\/em> consegue mimetizar a compreens\u00e3o da pr\u00f3pria cidade. As batidas dos anos 80 e a dire\u00e7\u00e3o de fotografia aliadas ao contexto das cenas em que o motorista executa os seus servi\u00e7os torna o filme ainda mais empolgante. E na aus\u00eancia de um grande alvoro\u00e7o de um filme com a premissa de a\u00e7\u00e3o, \u00e9 concebida aqui uma f\u00f3rmula confort\u00e1vel de acompanhamento do protagonista. Nas cenas mais solit\u00e1rias que destacam a vis\u00e3o do protagonista do mundo, a trilha enfraquece na tentativa de destacar isso. O tema principal do longa e a escassez dele na maioria das cenas por falta dessa oportunidade construtiva, deixa uma sensa\u00e7\u00e3o de aus\u00eancia muito grande na composi\u00e7\u00e3o do longa. Sua qualidade, por outro lado, \u00e9 inquestion\u00e1vel. A bela assinatura musical do filme \u00e9 muito rica e evidente, literalmente roubando a cena para si quando se manifesta.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"736\" height=\"489\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/D3.jpg?resize=736%2C489&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-10302\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/D3.jpg?w=736&amp;ssl=1 736w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/D3.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 736px) 100vw, 736px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A personalidade concedida ao motorista de fuga \u00e9 crua e bastante razo\u00e1vel para o que a trama almeja abordar em paralelo. Essa decis\u00e3o do roteiro e da dire\u00e7\u00e3o cabem bem quando vemos que o todo \u00e9 muito maior que a interpreta\u00e7\u00e3o de Ryan Gosling, que ainda que simpl\u00f3ria, n\u00e3o deixa de traduzir a sensa\u00e7\u00e3o de testemunhar a real for\u00e7a transformadora dentro do filme: a cidade. Todo esse organismo vivo de rep\u00fadio, romance e conflitos de interesse somam e tiram propriedade das convic\u00e7\u00f5es dos personagens quando voam sobre elas. A bondade passa a se tornar um sacrif\u00edcio necess\u00e1rio para a sobreviv\u00eancia e o sonho deixa de coexistir com a esperan\u00e7a. Mais do que o personagem que mais aparece em cena em <em>Drive<\/em>, a cidade \u00e9 a grande respons\u00e1vel por fazer dele o filme que \u00e9 como um drama gradual. Toda a sua dosagem, ainda que f\u00e1cil de ser engolida, carrega um grau de significado que s\u00f3 explode no momento conclusivo da trama. E \u00e9 o final o grande respons\u00e1vel por significar e fechar a porta quando tudo sai da maneira que saiu dentro do longa.<\/p>\n\n\n\n<p>Colocado no fogo cruzado das quest\u00f5es de <strong>Shannon (Bryan Cranston)<\/strong> e <strong>Irene (Carey Mulligan)<\/strong>, o protagonista vira o catalizador de mudan\u00e7as de uma representa\u00e7\u00e3o do her\u00f3i modernizado pelos filmes de a\u00e7\u00e3o mais antigos. Seja pelo figurino pouco usual ou pela velocidade com que toma decis\u00f5es r\u00edspidas, Ryan Gosling passa aqui a figura escalada de um simples motorista que se torna o respons\u00e1vel por sustentar todo um arco dram\u00e1tico, al\u00e9m de d\u00e1-lo a signific\u00e2ncia para a a\u00e7\u00e3o. O imperativo contido no t\u00edtulo traz ao longa uma resposta clara para a maioria destes conflitos. Dotado de uma boa per\u00edcia na dire\u00e7\u00e3o, a fuga \u00e9 uma \u00f3bvia ferramenta trazida da obra liter\u00e1ria para comprometer em equil\u00edbrio as cenas que mais prendem o espectador do cinema de a\u00e7\u00e3o. Simples, baratas e at\u00e9 criativas, as persegui\u00e7\u00f5es conseguem traduzir o of\u00edcio do personagem sem engrandec\u00ea-lo como um deus do volante ou um senhor das estradas. Ryan Gosling interpreta, sobretudo, um motorista humano e que rasteja em uma hist\u00f3ria grande demais para quem \u00e9. Impossibilitado de salvar a todos sem se ferir com isso, ele prossegue com as obriga\u00e7\u00f5es. E elas s\u00e3o vis\u00edveis (muito vis\u00edveis) a partir da segunda metade da obra.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"736\" height=\"310\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/D2.jpg?resize=736%2C310&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-10301\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/D2.jpg?w=736&amp;ssl=1 736w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/D2.jpg?resize=300%2C126&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 736px) 100vw, 736px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O que d\u00e1 exclusividade a <em>Drive<\/em> n\u00e3o \u00e9 o direcionamento do roteiro ou a capacidade de com ele criar uma mensagem final interessante. H\u00e1 no filme o di\u00e1logo omisso de uma ambienta\u00e7\u00e3o que sufoca os personagens at\u00e9 o momento em que eles s\u00e3o for\u00e7ados a romperem a casca de quem s\u00e3o para passarem pelo buraco. O exemplo mais claro disso \u00e9 o do personagem de Bryan Cranston, que longe de ser um coadjuvante de peso, consegue passar a representatividade de uma figura paternal para o motorista mesmo com o pouco tempo em cena quando comparado ao dos pr\u00f3prios vil\u00f5es da trama. A desconfian\u00e7a, quebra de rela\u00e7\u00f5es e decis\u00f5es finais tomadas pelo elenco sem mocinhos \u00e9 o que mais destaca o longa como imprevis\u00edvel. H\u00e1 por um lado o desprez\u00edvel secundarismo de personagens que movimentariam os conflitos da trama para n\u00edveis muito mais pessoais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Standard (Oscar Isaac)<\/strong>, passa a natureza fraca de um sentenciado que amea\u00e7a e suspeita com o olhar. Essa estereotipagem incomoda bastante, principalmente porque o filme n\u00e3o d\u00e1 qualquer desenvolvimento grande ao personagem em si, mas usa o seu sacrif\u00edcio de estar ali como combust\u00edvel para o que os outros acabam se tornando, e isso passa r\u00e1pido e seco pela garganta do espectador. O longa n\u00e3o conta com personagens principais in\u00fateis. Dada a ironia de um protagonista quase ausente de di\u00e1logos, as mais importantes passagens daqueles que possuem falas concisas s\u00e3o usadas para refor\u00e7ar um discurso traduzido pelas a\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio Ryan Gosling na trama. Essa for\u00e7a m\u00fatua de presen\u00e7a e decis\u00e3o servem bem para representar a figura final do motorista nos seus \u00faltimos momentos na tela. A finaliza\u00e7\u00e3o do longa e sua narra\u00e7\u00e3o de fundo retratam bem isso, embora de maneira no m\u00ednimo decepcionante para o pique a trama manteve at\u00e9 ent\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Drive<\/em> se mant\u00e9m um cl\u00e1ssico para a posteridade sem contar com uma grande quebra de padr\u00f5es. \u00c9 um exemplo perfeito do que uma boa dire\u00e7\u00e3o de arte pode fazer com uma hist\u00f3ria simples e um personagem principal pouco aprofundado no cru de um roteiro dialogado. Um desafio direto para um <em>screenplay<\/em>&nbsp;e a prova viva de que boas hist\u00f3rias, independente de suas presun\u00e7\u00f5es, continuam a impressionar com a maneira que decidem entregar a sua mensagem final. Visando ser diferente, a trama tenta contar utilizando a a\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o consegue fazer isso da mesma forma que quando descansada no v\u00e9u dram\u00e1tico convencional (o que faz bem). A obra tem viradas de mesa surpreendentes e cenas de viol\u00eancia que passam a credibilidade intensa do que \u00e9 externalizado pelos personagens que dela participam. Com esse fundamento, a realiza\u00e7\u00e3o de <em>Drive<\/em> torna-se pura, real e eficiente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Longe do acelerador pressionado ou dos tiros incessantes de cenas de a\u00e7\u00e3o afogadas em efeitos, Drive sempre representou uma das literaturas animadas mais dignas para&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":41,"featured_media":10300,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[2059,11,2240,31],"class_list":["post-10299","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-critica","tag-2059","tag-critica","tag-drive","tag-ryan-gosling"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - 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