{"id":10188,"date":"2018-07-21T18:40:12","date_gmt":"2018-07-21T21:40:12","guid":{"rendered":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/?p=10188"},"modified":"2019-03-05T20:12:01","modified_gmt":"2019-03-05T23:12:01","slug":"critica-a-noite-devorou-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinematologia.com.br\/cine\/critica-a-noite-devorou-o-mundo\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica &#8211; A Noite Devorou o Mundo (La Nuit a D\u00e9vor\u00e9 le Monde) [2018]"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-10191 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/blogib_a-noite-devorou-o-mundo_feat.jpg?resize=790%2C527&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"527\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/blogib_a-noite-devorou-o-mundo_feat.jpg?w=1125&amp;ssl=1 1125w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/blogib_a-noite-devorou-o-mundo_feat.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/blogib_a-noite-devorou-o-mundo_feat.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/blogib_a-noite-devorou-o-mundo_feat.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/blogib_a-noite-devorou-o-mundo_feat.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/p>\n<p>Paris, zumbis e solid\u00e3o. Esses s\u00e3o os tr\u00eas elementos que resumem o longa franco-estadunidense <strong>A Noite Devorou o Mundo<\/strong>, lan\u00e7ado em julho deste ano. Baseado no livro hom\u00f4nimo de Pit Agarmen e dirigido pelo cineasta franc\u00eas (e estreante) Dominique Rocher, o filme tem como tema central o isolamento humano e suas consequ\u00eancias. Apesar de ser vendido como terror (por conta da presen\u00e7a de zumbis), a est\u00f3ria flerta muito com o drama, trilhando uma narrativa lenta que oscila entre dois g\u00eaneros.<\/p>\n<p>A trama \u00e9 movida por Sam, um rapaz antissocial na casa dos 30 anos. Interpretado pelo ator noruegu\u00eas&nbsp;Anders Danielsen Lie (conhecido por Oslo, 31 de Agosto), o personagem vai ao apartamento de sua ex-namorada, localizado em Paris, a fim de buscar alguns pertences pessoais. Ao chegar l\u00e1, se depara com uma festa no local. Incomodado pelo clima e sem conseguir conversar a s\u00f3s com a garota, ele se tranca em um escrit\u00f3rio. Enquanto espera as pessoas irem embora, acaba dormindo no sof\u00e1. Ao acordar, pela manh\u00e3, percebe que o apartamento est\u00e1 vazio e encharcado de sangue, e logo descobre que todos viraram criaturas devoradoras de carne.<\/p>\n<p>Apesar da premissa simples e clich\u00ea, o andamento do filme se afasta (e muito) dos in\u00fameros enlatados do g\u00eanero zumbi. Aqui, os monstros s\u00e3o apenas pano de fundo para algo maior: a solid\u00e3o do protagonista, que aparentemente \u00e9 o \u00fanico sobrevivente da cat\u00e1strofe &#8211; ideia refor\u00e7ada com grandes planos gerais que exibem uma Paris devastada, abandonada e silenciosa.&nbsp; N\u00e3o h\u00e1 respostas sobre a origem do incidente ou possibilidade de cura, pois o foco \u00e9 Sam. Momentos de sustos e tens\u00f5es s\u00e3o raros ao longo dos 93 minutos.&nbsp; At\u00e9 existem, mas s\u00e3o pontuais e breves.&nbsp; A maioria das cenas apresenta a rotina entediante do personagem e como ele lida com ela. Como alicerce ao fato do roteiro trabalhar quase unicamente com um \u00fanico ator, h\u00e1 a presen\u00e7a de um segundo personagem (um prisioneiro mudo), que serve como confession\u00e1rio, a fim de expor pensamentos que n\u00e3o poderiam ser informados de outra forma para o espectador. Entretanto, o artif\u00edcio \u00e9 pouco proveitoso, e se resume \u00e0 cenas que dizem quase nada.<\/p>\n<p>Outro fator que colabora para aumentar a sensa\u00e7\u00e3o de solid\u00e3o \u00e9 a forma como o diretor trabalha os encontros entre Sam e as criaturas. Na maioria das vezes o confronto \u00e9 desprovido de trilha sonora. Alem disso, os zumbis do cineasta n\u00e3o fazem ru\u00eddos vocais. S\u00e3o completamente silenciosos. Essa escolha ajuda a agravar o clima de ang\u00fastia sentido pelo protagonista, que se v\u00ea sozinho diante de um mundo p\u00f3s-apocal\u00edptico.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-10190 size-large\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/lanuit5.jpg?resize=790%2C395&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"790\" height=\"395\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/lanuit5.jpg?resize=1024%2C512&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/lanuit5.jpg?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/lanuit5.jpg?resize=768%2C384&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/lanuit5.jpg?resize=1000%2C500&amp;ssl=1 1000w, https:\/\/i0.wp.com\/cinematologia.com.br\/cine\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/lanuit5.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px\" \/><\/p>\n<p>Dizem que no cinema se deve mostrar mais e dizer menos. Quanto \u00e0 passagem de tempo da trama, o script se sai bem nessa dica. O espectador consegue ter uma no\u00e7\u00e3o de quantos dias Sam est\u00e1 enclausurado sem ele precisar dizer.&nbsp; Afinal, o personagem marca o tempo fazendo riscos em ladrilhos de vidro de uma janela. Por\u00e9m tamb\u00e9m h\u00e1 ocasi\u00f5es em que a lente do diretor erra nesse sentido, como o uso de um plano r\u00e1pido e escuro para explicar o desfecho de uma personagem que aparece na segunda metade do filme.<\/p>\n<p>Apesar da boa atua\u00e7\u00e3o do ator, que prova conseguir trabalhar bem sozinho, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ter muita empatia pelo seu problema. Pouco se sabe sobre o seu passado &#8211; elemento fundamental para a proposta da obra. Aparentemente, ele \u00e9 apenas um homem introvertido que gosta de compor m\u00fasica com objetos dom\u00e9sticos (passatempo que se repete em mais de uma cena). Assim, o p\u00fablico v\u00ea apenas um sobrevivente aflito pela solid\u00e3o, cercado por seres oriundos de George Romero.<\/p>\n<p>Embora tenha um final condizente com a proposta que o permeia, <strong>A Noite Devorou o Mundo<\/strong>&nbsp;entrega uma est\u00f3ria arrastada e com pouca profundidade emocional, incapaz de arrancar suor, calafrios ou l\u00e1grimas do p\u00fablico. A mistura de g\u00eaneros, desta vez, foi pouco efetiva.<\/p>\n<p>Trailer:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/jsHRk6uvqis?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paris, zumbis e solid\u00e3o. Esses s\u00e3o os tr\u00eas elementos que resumem o longa franco-estadunidense A Noite Devorou o Mundo, lan\u00e7ado em julho deste ano. 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